sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

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Ano Novo Chinês - Mais um artigo... "O Ano do Dragão"

O Ano Novo chinês 4710 ou 2012 no calendário oriental é o Ano do Dragão, que representa o 5º ano no ciclo de 12 anos do zodíaco chinês. Governado pelo elemento Água, cor preta, polaridade Yang, terá início em 23 de janeiro 2012 até 09 de fevereiro 2013. Será um ano de poder, dinheiro e negócios.


O elemento água ressalta as lideranças, as inovações, a sensibilidade às necessidades dos outros e a diplomacia. O Dragão Água é mais pacífico e age com sabedoria, diferentemente dos outros Dragões de Terra, Metal, Fogo e Madeira. Na China, o Dragão Celestial simboliza a potência e a benevolência, por isso os anos do Dragão são considerados benéficos para obter dinheiro com mais facilidade, podendo impulsionar a economia mundial e as fortunas individuais.

O Dragão Água é um grande negociador de sucesso, adepto de marketing, que sabe aplicar sua força quando é necessário. Algumas vezes, esse Dragão estabelece grandes projetos mas não realiza uma boa estrutura que possa suportar as suas ideias. No entanto, é notado por sua calma, seu equilíbrio que combina lógica com muita criatividade.

É um visionário que sabe angariar simpatia e apoio dos outros em seus projetos. Nos anos do dragão evidenciam-se as profissões de analistas de sistemas, inventores, engenheiros, arquitetos, advogados, filósofos, psicanalistas, corretores, gestores, agentes de publicidade, as forças armadas, ativistas e políticos.

A influência do Dragão de Água em 2012 aumentará a probabilidade de sucesso para aqueles que apostarem no progresso e na produção de tecnologias, um desafio para todas as corporações do mundo. A conservação de energia natural, a proteção ambiental, o uso de recursos dos mares e das águas serão renovadas em 2012. As virtudes do Dragão Água é de harmonia e longevidade, entretanto, não devemos manter excessivas expectativas, o que poderia nos levar ao fracasso.

Também favorece o casamento, as uniões, as sociedades e o nascimento de filhos. Muitos casais na China planejam seus filhos para nascerem sob o signo do Dragão, pois este é o signo que dá liderança e sucesso nos negócios. Entretanto, o espírito do Dragão é indomável e tem tendência a tornar tudo maior, exagerar ou fazer grandes apostas. O Dragão é um grande apostador e não joga para perder. Este é um ano para bons empreendimentos, desde que não vejamos as coisas melhores do que são. O Dragão pode nos estimular a ultrapassar os limites da prudência nos gastos.

Este é um ano em que devemos moderar o nosso entusiasmo e usar de muita prudência. Embora o Dragão seja afortunado e traga sorte, também pode nos levar à derrota devido aos nossos erros de avaliação. Da mesma forma que amplia o sucesso pode ampliar os fracassos. Este será um ano de grandes surpresas mas também a atmosfera do Dragão pode nos surpreeender com sua força. Pode ser um ano de revoltas contra às restrições.

No Oriente, o dragão simboliza o imperador ou o grande macho. Representa o poder, padrões elevados e perfeição. O poderoso dragão não admite contestação e tende a intimidar aqueles que ousam desafiá-lo. Apesar do seu temperamento forte, pode ser um grande aliado desde que se respeite as suas regras. Simbolo do poder e da riqueza, segundo a lenda, o dragão surge do interior da terra para amedrontar a humanidade.

Os anos do Dragão são de grandes realizações mas também podem ser marcados pelo medo. O último ano ano do Dragão em 2000 foi marcado pelo medo do colapso tecnológico, o bug do milênio, que trouxe grande expectativa ao mundo. Isso justifica o medo das profecias maias e outras para 2012. Se suas expectativas tendem mais para o desastre, então você pode esperar tsunamis, furacões e extremas mudanças climáticas. No entanto, se as expectativas se focarem em algo construtivo, é certeza de que você terá um ano de muitas realizações. A vida tem tendência a atender às nossas expectativas.

Fonte: http://astrologiachinesa.blogspot.com

Faltam passagens na China para comemorar Ano Novo do Dragão

Há estimativa de mais de 3,16 bilhões de deslocamentos nos próximos dias. Ano Novo chinês, em 2012, cai em 23 de janeiro.

A China inicia neste domingo (8) oficialmente a alta temporada de viagens por ocasião do Ano Novo do Dragão, com estimativas de mais de 3,16 bilhões de deslocamentos, mas a celebração começou marcada pelo caos e frustração devido à falta de passagens de trem.


Entre 8 de janeiro e 16 de fevereiro - 40 dias antes e depois do Ano Novo chinês, que dessa vez cai em 23 de janeiro -, o governo prevê um deslocamento maciço ainda maior que em anos passados. A tradição chinesa manda que as pessoas voltem para casa nesta época para comemorar com a família.

Por isso, desde o início de janeiro, milhões de chineses, especialmente estudantes e migrantes, se aglomeram nas estações de trem - meio de transporte mais barato no país - para conseguir uma passagem de volta para a cidade natal nesta data especial do calendário chinês, que neste ano é simbolizado pelo dragão.

No entanto, desde que o governo autorizou em dezembro a venda de passagens pela internet e por telefone, esse êxodo pode ser notado não apenas nas longas filas nas estações, mas também no congestionamento dos sites e telefones que comercializam as passagens.

"Desde 1º de janeiro, venho tentado comprar um bilhete de trem por telefone e pela internet, mas em nenhum dos dois casos tive êxito. Por telefone, quando finalmente me atenderam, foi só para dizer que não havia passagens. Pela internet, a linha está sempre congestionada", conta à Agência Efe a jovem Lin Li, de 23 anos.


Como muitos dos cidadãos chineses, ela se mostra descontente com o novo serviço de venda de passagens ferroviárias na China. Sua esperança é conseguir comprar algum bilhete revendido. "Por enquanto é minha única opção".

A imprensa local divulgou nesta semana a carta que um imigrante chinês enviou ao jornal "Wenzhou Metropolitan Daily" para se queixar da ineficácia do novo sistema de venda de passagens que dificulta o direito dos migrantes a comprá-las.

"Comprar um bilhete de trem é como ganhar na loteria", escreve Huang Qinghong em sua carta. Ele lembra que, há alguns anos, bastava se levantar cedo e fazer fila para comprar, mas critica o fato de que, neste ano, a venda online é muito complicada e injusta. "Sequer temos o direito de comprar um bilhete".

Huang, de 37 anos, funcionário de uma fábrica em Wenzhou, diz que foi quatro vezes à estação, todas em vão. Segundo ele, dos 40 operários com quem trabalha, só um conseguiu adquirir uma passagem, por telefone.

"Nosso chefe se solidariza conosco e tenta nos ajudar a comprar pela internet, mas também não consegue. Em nosso tempo livre, na hora de almoço, tentamos comprar por telefone, mas só um de nós conseguiu um bilhete", detalha Huang.

Após publicar sua história, o jornal da cidade de Wenzhou, que recebeu a carta, obteve uma passagem de avião para que Huang possa voltar para casa.

Uma pesquisa divulgada na imprensa chinesa mostra que, dos 40.072 entrevistados, 61,5% consideram difícil comprar bilhetes de trem porque as ferrovias na China são insuficientes, e 31,5% acham que a revenda de passagens só complica a situação.

Apesar de todas as dificuldades, o Ministério de Ferrovias da China prevê que as viagens nessa época do ano aumentarão 6,1% em relação a 2011, e que, durante o período de festas, os trens transportarão 5,88 milhões de pessoas por dia.

Em regiões de alta atividade econômica como Xangai, Pequim e Cantão, a estimativa é que os deslocamentos aumentem cerca de 10% em relação ao ano passado.

Fonte: G1

domingo, 1 de janeiro de 2012

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Feliz 2012!!! Imagens para motivar viagens nesse novo ano...

Escolhemos algumas imagens desse mundo maravilhoso que vivemos para motivar viagens em 2012... Comece a se planejar!!!












Agradecemos a equipe do Yahoo e à CRI On Line pelas imagens...

FELIZ ANO NOVO!!!

Equipe Escola Mandarim

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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Cidades brasileiras anfitriãs da Copa do Mundo e Olimpíadas esperam cooperar com a China

O assessor especial da Subchefia de Assuntos Federativos, ligada à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República do Brasil, Alberto Kleiman, disse recentemente em Sanya, sul da China, que as cidades brasileiras anfitriãs da Copa do Mundo e das Olimpíadas querem cooperar com a China.



O assessor lembrou que, no ano passado, o Brasil enviou uma delegação de cidades para a Expo Shanghai, que se reuniu com investidores chineses para que eles invistam, por exemplo, em construção, em cidades da Copa do Mundo 2014. Além disso, existe uma possibilidade de Beijing, que acumulou experiência na organização da 29ª edição dos Jogos Olímpicos, estabelecer uma relação com o Rio de Janeiro, que sediará os Jogos em 2016, visto que as duas cidades são cidades-irmãs. Além disso, o assessor disse esperar que os turistas chineses venham em grande número aos dois eventos que serão realizados no Brasil.

Sobre a cooperação de nível regional entre os dois países, Kleiman citou os números da Associação de Amizade do Povo Chinês com o Exterior, dizendo que existem 48 pares de cidades e províncias/estados dos dois países com relação de cooperação, mas que muitas delas não estão ativas. No entanto, um exemplo dessa relação é o estado brasileiro da Bahia. Segundo o funcionário, o governador do estado virá à China ainda este mês para promover as relações. O estado da Bahia atualmente têm relações de cooperação amistosa com as regiões provinciais chinesas de Shandong (leste) e Chongqing (sul). Por outro lado, este ano cinco governadores brasileiros vieram ou virão à China.


O funcionário apontou que o Brasil recebe com bons olhos o investimento direto chinês em favor da infraestrutura produtiva, quer dizer, o país não deve só importar produtos chineses, mas deseja que as empresas chinesas se instalem no Brasil oferecendo emprego, visto que a China tem muitos setores competitivos. Por isso, essa relação tem que ser mais equilibrada. Em relação à infraestrutura, como portos e aeroportos, sempre há oportunidades no Brasil para companhias chinesas, explicou.

No entender do Brasil, disse o funcionário, a relação com a China precisa ter maior complementaridade produtiva em vez de competição produtiva, além de transferência mútua de tecnologia, como nas áreas de fabricação de aviões pela Embraer na China, e no campo aeroespacial e de lançamento de satélites, entre outros.

Quanto à diversificação do comércio exterior entre os dois países, o funcionário apontou que seu país quer exportar mais produtos agropecuários e de alto valor agregado à China. "Não há nenhum mal para o Brasil exportar produtos agrícolas e minerais ao país asiático, mas que pelo menos os produtos tenham um valor agregado maior. O Brasil não quer se tornar um mero país exportador de matéria-prima", disse.

Sobre as relações culturais entre os dois países, o funcionário brasileiro disse concordar que as relações bilaterais não devem se resumir e se limitar a relações econômicas e comerciais. O Brasil tem um rica cultura, mas que não é conhecida amplamente na China, enquanto os brasileiros sempre falam em crescimento econômco quando se referem à China e conhecem muito pouco de sua diversidade cultural. O funcionário assinalou que as relações governamentais não se devem direcionadas apenas por assuntos econômicos e comerciais, sugerindo que as cidades e estados criem centros culturais, através dos quais "o Brasil fique na China e a China fique no Brasil".

Fonte: Agência Xinhua

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

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O Ano do Dragão - Artigo

Texto de Roberto Luis Troster, consultor e doutor em economia pela USP, foi economista chefe da Febraban e da ABBC e professor da USP, Mackenzie e PUC-SP.

"O ano de 2012 corresponde ao 4710 no calendário chinês e está associado à sua única criatura mítica, o dragão, considerado o rei dos animais e símbolo da sabedoria, força, saúde e da harmonia - é colocado em cima de portas para espantar demônios e atrair sorte. Algo oportuno para os períodos de transformações. Na China Antiga, dragões eram também usados como guardiões dos tesouros.



O ano que vem será de mudanças, menos pelos protestos em centenas de cidades no mundo, como o "ocupe Wall Street", a "Primavera Árabe" e as passeatas aqui, e mais pelo quadro econômico e político que exige adaptações. Quem não se adequar à nova realidade afundará. 2012 começará desalentador, com volatilidade, estresses e ritmo lento, mas ao longo do ano observar-se-á uma melhoria com uma retomada mais consistente da economia mundial.

Coincidência ou não, o setor que mais exige ajustes e será o centro das atenções é o de guardiões do tesouro moderno: o financeiro. Antes da crise, os bancos eram considerados os propulsores da economia mundial; atualmente, são seu maior entrave. Há cinco desafios a serem superados: equacionar as dívidas soberanas, rolar os financiamentos do setor privado, começar a receber as dívidas contraídas, manterem-se solventes e, o mais importante, voltar a emprestar. Exigirá um esforço especial dos banqueiros e seus reguladores.

Na última década, na maioria dos países, com exceção da China, a política econômica esteve orientada pela demanda - com crédito bancário abundante e déficits fiscais generosos. Em 2012 tem que haver uma mudança de protótipo e a economia passará a ser conduzida pela oferta, com foco em mais eficiência e inovação. Keynes sai de cena e entra Schumpeter como ator principal. A capacidade de reinventar-se é que vai determinar o sucesso, ou fracasso, de cada país. Os casos mais dramáticos são os europeus e a Argentina.

No velho continente, o impasse entre os alemães que querem das nações mais endividadas um compromisso maior com o euro é complexo e tem dimensões econômicas, políticas, soberanas e culturais. Mas os problemas se resolvem, de uma forma - adequando-se que é o mais provável, ou de outra. É fato, a demora em superar a crise impõe um custo elevado, mas a união monetária sairá mais fortalecida e mais bem estruturada, com ou sem os gregos. Fazer com que políticos, economistas, banqueiros e eleitores cheguem a um único consenso é um trabalho hercúleo e demanda tempo, suor e imaginação.

A Argentina necessita reinventar-se urgentemente; seu "modelo" está esgotado. Lá se observa uma inflação crescente, investimento baixo, fuga de capitais e a capacidade fiscal do governo reduzida. Com bastante racionalidade econômica, alguma sorte e um pouco de financiamento externo ainda é possível fazer ajustes e evitar maiores problemas. Alguns passos foram dados. Um novo paradigma pode fazer o país hermano acontecer, caso contrário, a culpa cairá sobre a crise externa.

Os Estados Unidos já apresentam sinais indicando que o pior já passou. Os remédios aplicados estão começando a fazer efeito; números recentes de emprego, crédito, vendas e produção estão fracos mas positivos e apontando para uma recuperação. Observar-se-ão alguns estresses, mas é um quadro que dificulta a vida dos republicanos e melhora as chances de reeleição de Barack Obama.

A China continua como locomotiva do planeta e prepara-se para ser a maior economia do mundo em dois anos, mais precisamente em 2014, o ano do cavalo. Há décadas cresce com políticas de oferta, o aumento da demanda em outros países com crédito e gastos fiscais ajudou-a a expandir sua indústria e a acumular reservas. Atualmente, aparenta ter controlado as pressões inflacionárias e deve manter o ritmo de expansão no ano vindouro. Sua influência global deve aumentar e o yuan já começa ter um papel nas finanças internacionais, mais por conta da má gestão do euro e do dólar do que por méritos próprios.

O ritmo de atividade mundial começa mais devagar por conta da ressaca da crise e aos poucos aumenta, com um segundo semestre melhor que o primeiro. O cenário internacional anêmico não é totalmente desfavorável ao Brasil. No canal comercial, a demanda de commodities deve sustentar-se e o preço das suas importações deve arrefecer, as projeções mostram saldos comerciais melhores com a crise externa. No lado financeiro, as perspectivas de investimento externo são altas, e uma parte dos fluxos que entram estão canalizados para investimentos produtivos, contribuindo de forma favorável para o crescimento nacional.

A economia brasileira deve andar de lado no começo do ano, mais em razão do ciclo dos estoques do que por conta da crise. Com ou sem estímulos da demanda agregada, a retomada do crescimento acontece a partir do segundo trimestre. A oportunidade para o Brasil crescer a taxas mais altas estará presente com a janela demográfica, a demanda externa, o fluxo de investimentos estrangeiros e o pré-sal, que pode tornar o país o quinto maior produtor de petróleo do mundo em alguns anos.

Este é um exemplo emblemático, que mostra as duas opções de desenvolvimento para o Brasil com a descoberta de jazidas: o venezuelano e o norueguês. No vizinho, são privilegiadas as políticas para usufruir ao máximo as receitas do petróleo; no país do norte, a tônica são ações que sustentem o crescimento, investindo os recursos. Aqui há um amplo debate sobre a distribuição dos royalties, já seu uso é tratado como uma questão menor. Obviamente, a qualidade da condução política brasileira é melhor do que a do país ao lado, mas há espaço para aprimoramentos. O Brasil tem as condições para fazer acontecer. A questão é ajustar o modelo e evitar os erros que outros cometeram e não repetir a história nacional (leia-se ciclos da borracha, do ouro etc.).

No ano do dragão haverá mais crises políticas no Oriente Médio, em Cuba e na Venezuela, mas também uma consolidação do euro e Londres 2012. Haverá mais aquecimento global e Rio +20 para evitar que piore; observar-se-ão mais inovações e o começo de um novo ciclo de expansão. A economia mundial terá quatro pelotões com velocidades diferentes: os países na fase mais crítica de ajuste, como a Grécia, com números negativos; os desenvolvidos, como EUA e Japão, a taxas baixas; a América Latina num patamar mais elevado e a China e a Índia no pelotão de elite. A questão é fazer o Brasil subir ao pódio, sobram desejos. Feliz 2012 a todos!"

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

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Guinness confirma na China maior jardim botânico medicinal do mundo

Um jardim botânico medicinal na Região Autônoma da Etnia Zhuang de Guangxi, sudoeste da China, foi confirmado pelo Guinness World Records como o maior do seu tipo no mundo, declarou hoje um funcionário do jardim.
Com uma área de 202 hectares, o jardim comprovadamente possui a maior variedade de plantas medicinais e a maior área cultivada de plantas medicinais no mundo.


A instituição preserva mais de 6 mil tipos de plantas medicinais vivas (incluindo mais de 100 espécies em risco de extinção e mais de 30 tipos novos), mais de 3,2 mil tipos de sementes de plantas medicinais e 100 mil imagens.

O departamento de saúde de Guangxi construiu o jardim em 1959 com o objetivo de cultivar, coletar e preservar plantas medicinais e realizar pesquisas.

Espera-se que o jardim se transforme em uma base internacional avançada de conservação de plantas medicinais e um centro de cultura e ciência da medicina tradicional chinesa.

Guangxi é uma das regiões provinciais menos desenvolvidas da China, mas é conhecida pela grande variedade de medicamentos fitoterápicos e culturas das minorias étnicas Zhuang e Yao.

Fonte: Agencia Xinhua

Produção industrial da China tem menor expansão em 2 anos

A produção industrial da China cresceu no menor ritmo em mais de dois anos e a inflação desabou em novembro, com a piora das condições econômicas, gerando expectativa de que Pequim adote mais estímulos monetários.


Dados divulgados nesta sexta-feira mostraram que a expansão da produção industrial desacelerou para 12,4% no mês passado --a menor taxa desde agosto de 2009--, abaixo da previsão de 12,8%.

A inflação anual na China tombou em novembro para 4,2%, o menor nível desde setembro de 2010 e ligeiramente abaixo das expectativas. Foi a primeira vez desde fevereiro que a inflação ficou abaixo em menos de 5%.

A inflação tem caído rapidamente desde julho, quando atingiu 6,5%, o maior patamar em três anos. Esse esfriamento permitiu que Pequim mudasse sua posição de política monetária para oferecer apoio à economia, especialmente porque a alta dos preços está agora mais perto da meta de 4% para 2011 como um todo.

As vendas no varejo aumentaram 17,3% em relação a um ano atrás, ligeiramente ultrapassando o ritmo de 17,2% registrado em outubro e contrariando economistas, que esperavam desaceleração para 16,9%.

O crescimento econômico da China desacelerou em três trimestres consecutivos e economistas esperam amplamente que a expansão de 2012 fique abaixo de 9% pela primeira vez desde 2001, conforme o país sente o impacto da crise de dívida da zona do euro e do enfraquecimento da demanda vinda dos Estados Unidos.

O Gabinete Político do Partido Comunista, a principal instância dirigente do país, afirmou que o governo da China continuará a aplicar uma política monetária "prudente" e uma política orçamentária de apoio à economia em 2012, informou a agência oficial Xinhua.

O anúncio precede uma reunião sobre a política econômica que o próprio Gabinete Político convocou para a próxima quarta-feira.

Fonte: Folha.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

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Hutong de Nanluoguxiang colorido

Nanluoguxiang, uma viela muito famosa em Beijing, tem uma história de 800 anos. No passado, era igual a outros hutongs, tudo cinza. Paredes cinza e telhados cinza. O hutong testemunhou a visita de Marco Pólo e a passagem da última imperatriz da China. Hoje em dia, em vez de apenas uma cor monótona, Nanluoguxiang é mais colorida, com muitas lojinhas e cafeteiras, que enriquecem a cor dessa viela antiga.


Em Nanluoguxiang, descobrimos uma loja de cor amarela, cuja dona é a tibetana Zhaxinima. Ela nomeou a loja de artigos tibetanos de "Amala". Zhaxinima, que chegou a Beijing há três meses, disse que o souvenir mais procurado pelos estrangeiros é a tigela da tranquilidade, que é feita de bronze. Com a tigela na palma da mão esquerda, se move uma vara de madeira ao longo de sua margem no sentido horário, produzindo, assim, um som bonito que transmite para muito longe.

Segundo Zhaxinima, amarela é a cor que representa a dignidade e a reputação no budismo tibetano. Por isso, a decoração da loja "Amala" é em amarelo. Enquanto isso, na loja de roupa "Initial", o branco é a cor principal – no chão, no teto e na parede. O dono da loja, Heva, nos deu um cartão de visita, muito limpo, sem muitas palavras. Segundo ele, a intenção de abrir a loja não é ganhar dinheiro, mas sim criar sua própria marca e deixar uma sensação especial aos visitantes.


"Temos uma equipe de estilistas vinda de Hong Kong. Nanluoguxiang é uma viela antiga com 800 anos de história, mas nossas decorações internas são modernas. Queremos mostrar um choque entre a moda e o clássico."

Saindo do "Initial", chegamos a uma cafeteira que se chama "Nilv", onde há um piano e um tambor. Segundo a dona, Chen Yan, clientes chineses e estrangeiros gostam de fazer festa aqui, acompanhada de jazz.

"Nossa cafeteira tem as cores do arco-íris, é bem colorida. Nosso coquetel é muito bom e promovemos novos tipos todos os dias. Só no cardápio há 50 opções."

Chen Yan e seu marido operam essa cafeteira há quatro anos. Suspensos no teto, diversos guarda-chuvas no estilo chinês, que refletem a luz dos coquetéis coloridos na mesa, atraindo os olhos dos clientes. Chen Yan destaca que arco-íris é a cor da cafeteira e também de Nanluoguxiang.


Para os estrangeiros, os bares e cafeteiras aí têm um encanto peculiar. Nesta rua encontramos uma moça italiana, Alesandra, que mora na China há 3 anos. Ela tem uma sensação especial sobre a cor de Nanluoguxiang.

"Às vezes, a luz nos bares parece cor de rosa, às vezes tudo em preto. Se você combina essas duas cores, Nanluoguxiang parece ter cor de violeta."

Nanluoguxiang, um dos quarteirões mais antigos de Beijing, deixa uma memória vivida entre os visitantes. A viela está abraçando os visitantes de todo o mundo com uma visão mais aberta e tolerante.

Fonte: CRI On Line