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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

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Ano Novo Chinês - Mais um artigo... "O Ano do Dragão"

O Ano Novo chinês 4710 ou 2012 no calendário oriental é o Ano do Dragão, que representa o 5º ano no ciclo de 12 anos do zodíaco chinês. Governado pelo elemento Água, cor preta, polaridade Yang, terá início em 23 de janeiro 2012 até 09 de fevereiro 2013. Será um ano de poder, dinheiro e negócios.


O elemento água ressalta as lideranças, as inovações, a sensibilidade às necessidades dos outros e a diplomacia. O Dragão Água é mais pacífico e age com sabedoria, diferentemente dos outros Dragões de Terra, Metal, Fogo e Madeira. Na China, o Dragão Celestial simboliza a potência e a benevolência, por isso os anos do Dragão são considerados benéficos para obter dinheiro com mais facilidade, podendo impulsionar a economia mundial e as fortunas individuais.

O Dragão Água é um grande negociador de sucesso, adepto de marketing, que sabe aplicar sua força quando é necessário. Algumas vezes, esse Dragão estabelece grandes projetos mas não realiza uma boa estrutura que possa suportar as suas ideias. No entanto, é notado por sua calma, seu equilíbrio que combina lógica com muita criatividade.

É um visionário que sabe angariar simpatia e apoio dos outros em seus projetos. Nos anos do dragão evidenciam-se as profissões de analistas de sistemas, inventores, engenheiros, arquitetos, advogados, filósofos, psicanalistas, corretores, gestores, agentes de publicidade, as forças armadas, ativistas e políticos.

A influência do Dragão de Água em 2012 aumentará a probabilidade de sucesso para aqueles que apostarem no progresso e na produção de tecnologias, um desafio para todas as corporações do mundo. A conservação de energia natural, a proteção ambiental, o uso de recursos dos mares e das águas serão renovadas em 2012. As virtudes do Dragão Água é de harmonia e longevidade, entretanto, não devemos manter excessivas expectativas, o que poderia nos levar ao fracasso.

Também favorece o casamento, as uniões, as sociedades e o nascimento de filhos. Muitos casais na China planejam seus filhos para nascerem sob o signo do Dragão, pois este é o signo que dá liderança e sucesso nos negócios. Entretanto, o espírito do Dragão é indomável e tem tendência a tornar tudo maior, exagerar ou fazer grandes apostas. O Dragão é um grande apostador e não joga para perder. Este é um ano para bons empreendimentos, desde que não vejamos as coisas melhores do que são. O Dragão pode nos estimular a ultrapassar os limites da prudência nos gastos.

Este é um ano em que devemos moderar o nosso entusiasmo e usar de muita prudência. Embora o Dragão seja afortunado e traga sorte, também pode nos levar à derrota devido aos nossos erros de avaliação. Da mesma forma que amplia o sucesso pode ampliar os fracassos. Este será um ano de grandes surpresas mas também a atmosfera do Dragão pode nos surpreeender com sua força. Pode ser um ano de revoltas contra às restrições.

No Oriente, o dragão simboliza o imperador ou o grande macho. Representa o poder, padrões elevados e perfeição. O poderoso dragão não admite contestação e tende a intimidar aqueles que ousam desafiá-lo. Apesar do seu temperamento forte, pode ser um grande aliado desde que se respeite as suas regras. Simbolo do poder e da riqueza, segundo a lenda, o dragão surge do interior da terra para amedrontar a humanidade.

Os anos do Dragão são de grandes realizações mas também podem ser marcados pelo medo. O último ano ano do Dragão em 2000 foi marcado pelo medo do colapso tecnológico, o bug do milênio, que trouxe grande expectativa ao mundo. Isso justifica o medo das profecias maias e outras para 2012. Se suas expectativas tendem mais para o desastre, então você pode esperar tsunamis, furacões e extremas mudanças climáticas. No entanto, se as expectativas se focarem em algo construtivo, é certeza de que você terá um ano de muitas realizações. A vida tem tendência a atender às nossas expectativas.

Fonte: http://astrologiachinesa.blogspot.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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Conheça o papel mais antigo do mundo, o papel de Fangmatan

Em março de 1986, chuvas contínuas atingiram durante dias a zona florestal de Fangmatan, na cidade de Tianshui, província de Gansu, no noroeste da China. Deslizamentos de terra causados pela chuva levaram uma grande quantidade de barro para a área de alojamento dos empregados da floresta. Ao limpar o barro depois da chuva, eles descobriram inesperadamente um pedaço de papel de dois mil anos atrás. O artigo descoberto foi constatado como o papel mais antigo do mundo. Bem, hoje, vamos conhecer o papel de Fangmatan.


Fangmatan, traduzida literalmente como "praia de criar cavalos", tem um clima ameno e é rica em plantas. A região é famosa por ser um ótimo lugar para a criação de cavalos e era uma passagem importante da antiga "Rota da Seda". A história milenar deixou legados muito preciosos para Fangmatan. Após a chuva de 1986, foi descoberto um túmulo da época das dinastias de Qin (221 a.C.-206 a.C.) e Han (202 a.C.-220 d.C.), revelando uma história esquecida.

O calígrafo Mao Huimin, da cidade de Tianshui, participou dos trabalhos de escavação arqueológica do túmulo. Ele relembra a situação da época à Rádio Internacional da China:

"Depois que limparam o barro, os empregados da floresta viram um pequeno buraco embaixo, de onde transbordava água de cor cinzenta. Um responsável pela floresta escavou o buraco com as mãos e agarrou para fora um molho de tabuinhas de bambu (que eram antigamente usadas para a escrita chinesa). Os arqueólogos no local conservaram as relíquias e reportaram o descobrimento para as autoridades culturais."


As tabuinhas de bambu e um mapa desenhado em uma placa de madeira, descoberto ao mesmo tempo, foram constatados como patrimônios do período dos Estados Combatentes (475 a.C.- 221 a.C.). Com a importante descoberta, especialistas foram enviados para estudos arqueológicos em Fangmatan. Depois da inspeção, foram encontrados mais de cem túmulos antigos dentro de uma área de 10 mil metros quadrados.

Entre os artigos escavados, um pedaço de papel foi confirmado posteriormente como o papel de fibra vegetal mais antigo já conhecido do mundo. O diretor do Instituto de Proteção e Conservação de Relíquias Culturais da província de Gansu, He Shuangquan, foi um dos principais arqueólogos do trabalho. Ele lembra:

"No local da escavação, o papel estava coberto por terra e colocado no peito do dono do túmulo. Naquele momento, o objeto parecia um pedaço de seda. Mas, depois de limpar a terra, os trabalhadores observaram o artigo com microscópio e confirmaram que era um papel."

Os papéis são sempre finos e frágeis. Depois de permanecer enterrado por milênios, como está hoje o papel descoberto em Fangmatan? Qual foi sua função? Correspondentes da Rádio visitaram o Instituto de Arqueologia de Gansu. Lá, a relíquia, que tem o tamanho de uma tampa de bule, está disposta em uma caixa de vidro. Surpreendentemente, apesar de ter sido feito há dois mil anos, o papel não é muito diferente das folhas de papel de hoje. O desenho de montanhas e rios em linhas ainda é claro. Depois de comparar a pintura do papel com os mapas em capas de madeira, descobertos no mesmo local, foi confirmado que o desenho é a topografia de Fangmatan.

O papel é mais leve e econômico em comparação com os outros materiais de escrita. O estudioso de Tianshui, Wang Ruobing, avalia a importância da descoberta do papel de Fangmatan:

"Para o conhecimento geral, o papel mais antigo da China é o de Caihou, da dinastia Han Leste (25 d.C. – 220 d.C.). O pedaço de papel descoberto em Fangmatan é 300 anos mais antigo que o de Caihou. Antes da invenção do papel, os ocidentais escreviam em pele de carneiro e os chineses, em ossos e carapaças de tartarugas ou tabuinhas de bambu. Naquele período, a divulgação da cultura da humanidade era muito lenta. Por isso, o descobrimento do papel de Fangmatan é muito importante na civilização humana."

Fonte: CRI On Line

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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Vídeo sobre Confúcio produzido na China é apresentado na Times Square

Um vídeo sobre o antigo sábio chinês Confúcio e sua terra natal, a Província de Shandong, foi apresentado neste sábado (horário de Beijing) no telão da Times Square em Nova York, informou o departamento de imprensa do governo provincial.


No vídeo de 30 segundos, Confúcio saúda o público fazendo uma reverência tradicional chinesa com as duas mãos cruzadas à sua frente.

A imagem de Confúcio em preto no branco foi retirada de um retrato feito por Wu Daozi (680-759), um grande pintor da Dinastia Tang. Uma escultura de pedra baseada no retrato original é mantida no Templo de Confúcio em Qufu, terra natal do filósofo no leste da China.

O vídeo também demonstra paisagens de Shandong, incluindo o Templo de Confúcio, o Monte Taishan, o Rio Amarelo e a cidade de Qingdao, sede das competições de iatismo nas Olimpíadas de 2008.

A partir deste sábado, o vídeo será apresentado na tela de 238 metros quadrados na Times Square para promover uma imagem confiante e generosa da China.

"Acho que o vídeo será bem recebido", disse Liu Chang, vice-editor-chefe do Nouvelles d'Europe e professor da Universidade de Comunicações da China.

Confúcio e sua escola de pensamento são bem reconhecidos mundo afora, disse Liu.

"Quando o ex-presidente francês François Mitterrand visitou a terra natal de Confúcio durante sua visita à China em 1983, ele mostrou a edição em francês dos Analetos de Confúcio e leu o texto em voz alta antes de ouvir a explicação do guia turístico sobre Confúcio".

O sábio, que viveu há cerca de 2.500 anos, permaneceu no centro da civilização chinesa por quase dois milênios.

A China criou o Instituto Confúcio em 2004 com o objetivo de promover a língua e a cultura chinesas em todo o mundo. Mais de 300 Institutos Confúcio foram estabelecidos em mais de 100 países.

Fonte: CRI On Line

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

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Um toque de cultura: Os chineses e a Lua

Para os chineses, a Lua é associada à gentileza e ao brilho, mostrando suas boas esperanças. No 15º dia do oitavo mês do calendário lunar chinês, a Lua está cheia e é quando é celebrado o Festival da Lua, ou o Festival do Meio Outono. A forma da Lua simboliza a reunião familiar. Por isso, o dia é um feriado para que os membros da família possam se reunir e contemplar a Lua cheia. Este ano, o Festival da Lua cai no dia 12 de setembro.


De acordo com a cultura tradicional chinesa, a Lua carrega as emoções humanas. O mito e a filosofia da antiguidade do país explicam porque os chineses gostam da Lua. Em contos antigos, a fada Chang'e vivia na Lua com o cortador de madeira, Wu Gang, e seu coelho de jade predileto.

A Menina – Chang'e


A história ocorreu aproximadamente no ano de 2170 a.c. Naquele tempo, a Terra tinha dez sois circulando por volta dela e cada um deles iluminava a Terra em ordem. Mas, um dia, os dez sois apareceram juntos, queimando a Terra com seu calor. A Terra foi salva por um deus muito hábil em arco e flecha, mas muito cruel. Seu nome era Hou Yi. Ele colocou abaixo nove desses sois e a Terra voltou ao normal. Um dia, Hou Yi roubou o elixir da vida de uma deusa para se tornar imortal. Entretanto, sua bela esposa, Chang'e, descobriu o plano do marido e tomou o elixir sem que ele soubesse, com o intuito de resgatar o povo do regime tirânico de seu companheiro. Depois de tomá-lo, Chang'e voou para a Lua. Hou Yi amava tanto sua esposa que não teve coragem de atirar seu arco contra a Lua. Assim, Chang'e se tornou a deusa lunar.

O cortador de madeira – Wu Gang


Wu Gang foi um aluno indolente que mudava de ideia o tempo todo. Um dia, ele decidiu que queria ser imortal e foi morar em uma montanha. Lá, importunou um imortal para ensiná-lo o segredo. No início, o imortal o ensinou sobre as ervas para curar as doenças, mas, depois de três dias, a inquietação característica de Wu voltou e ele pediu para aprender coisas novas. Então, o imortal começou a ensinar xadrez. Porém, de novo, Wu perdeu o entusiasmo em pouco tempo. O imortal deu ao menino livros sobre a imortalidade e, sem dúvida, Wu ficou aborrecido em poucos dias. O imortal acabou ficando zangado com a impaciência de Wu e enviou o menino para o Palácio da Lua, dizendo que ele deveria cortar uma árvore altíssima antes de poder voltar à Terra. Embora Wu Gang trabalhasse todos os dias, a árvore mágica se recuperava rapidamente e nunca caía.

A lebre – Coelho de Jade


Nesta lenda, três deuses se transformaram em idosos pobres e pediram esmola a uma raposa, a um macaco e a um coelho. A raposa e o macaco tinham comida para oferecer aos idosos, mas o coelho não tinha nada nas mãos. Então, o coelho ofereceu sua própria carne que para eles cozinhassem. Os deuses ficaram emocionados com o sacrifício da lebre e a fizeram viver no Palácio da Lua. Ali, ela se tornou o "coelho de jade".

Os costumes de sacrifício à Lua

Desde a família real à população mais simples, é um costume importante fazer sacrifícios e contemplar a Lua durante o Festival do Meio Outono.


Durante o Festival, filhos e filhas voltam para a casa de seus pais. Às vezes, as pessoas que moram no exterior regressam para visitar seus parentes.

Na noite desta data, as pessoas comem os bolinhos de lua com diferentes recheios em companhia de um copo de chá quente e, com certeza, junto da família e sob a Lua brilhante e redonda. É uma data em que as pessoas também sentem muita saudade dos amigos ou parentes íntimos com quem não podem se reunir. O verso poético "A Lua da terra natal é excepcionalmente mais brilhante" expressa bem esse sentimento. Esta também é uma noite romântica para os namorados, que se sentam na beira do rio ou em bancos de parques, encantados pela Lua mais redonda do ano.

Há um provérbio chinês que diz que os casamentos são feitos no paraíso e preparados na Lua. O homem que faz os preparativos é o "homem idoso da Lua", ou Yue Lao, na língua chinesa. Dizem que esse homem possui um livro com todos os nomes dos bebês recém-nascidos. Ele é o deus que sabe o futuro cônjuge de todas as pessoas e ninguém pode lutar contra as decisões escritas no livro. Neste sentido, o Yue Lao é uma das razões pelas quais a Lua é tão importante na mitologia chinesa e especialmente na ocasião do Festival da Lua. Todas as pessoas sobem montanhas altas ou vão à praia para ver a Lua, com a esperança de que ela realize seus sonhos.

Assim, namorados passam uma noite romântica provando as bolinhas deliciosas ao contemplar a Lua cheia. Até os casais que não conseguem estar juntos vão ver a Lua no mesmo tempo e isso parece que eles estejam lado a lado. Inúmeros poemas são devotados a esta data romântica. Oxalá o Festival da Lua traga a felicidade a todos.

A Festa da Lua retribui, ainda, a colheita das boas safras pedidas durante a Festa da Primavera. Segundo a tradição popular, as famílias devotam a noite às divindades celestiais, assim como os seus pratos exóticos, roupas novas e vários tipos de artesanatos.

A Lua na estética chinesa

De acordo com os mitos sobre a Lua, Chang'e tomou o elixir imortal e Wu Gang cortou a árvore altíssima que podia se recuperar imediatamente após cada golpe. Tudo isto implica o espírito imortal da vida. A grande influência da Lua crescente e minguante no calendário lunar e na filosofia chinesa reflete a busca do espírito imortal e da sabedoria misteriosa.

A cultura chinesa tem algo semelhante à Lua, que sempre respeita a paz, a gentileza e a atitude modesta e amistosa do povo.

Voar para a Lua


No que diz respeito à história da civilização chinesa, o país é a primeira nação a tentar materializar o sonho de voar para o céu. A partir da lenda de Chang'e até as deusas que voam para o céu dos afrescos de Dunhuang, expressam o desejo dos antecedentes chineses de explorar o espaço. Muitos poemas antigos chineses também demonstram a adoração da Lua através de versos bonitos. Por exemplo, o talentoso poeta Li Bai, da dinastia Tang (a.c.618-907), criou mais de 320 poemas sobre a Lua durante sua vida.

O projeto chinês de sondar a Lua foi batizado de "Chang'e". A primeira sonda lunar Chang'e I foi lançada no dia 24 de outubro de 2007 e a Chang'e II foi para o espaço no dia 1º de outubro de 2010. Este satélite é dedicado a capturar imagens mais claras da superfície lunar e executar pesquisas no espaço profundo.

Fonte: CRI On Line

Terra do Kongfu Shaolin acolhe estudantes de todo o mundo

Dengfeng é uma cidade no centro da província chinesa de Henan, famosa pelo Kongfu Shaolin e com mais de 1.500 anos de existência. Por ser considerada terra do Kongfu, ela ocupa uma significativa posição na história das artes marciais e do budismo na China.

Sendo uma cultura milenar, a arte marcial Shaolin é um patrimônio da nação chinesa e é cada vez mais apreciada pelos amantes de artes marciais espalhados em todo o mundo.


Já nos anos 80 do século passado, um filme de Kongfu com o nome "Templo Shaoliln", templo que se situa em Dengfeng, provocou uma onda de Kongfu em todo o mundo. Atraídos pela fama do templo, muitos praticantes locais e internacionais de artes marciais invadiram Dengfeng. Naquele momento, escolas e centros de Kongfu ficaram apinhados nas ruas de Dengfeng e a cultura de artes marciais ficou impregnada em todos os seus cantos.

O Centro de Treinamento de Kongfu do Templo Shaolin, no monte Songshan, foi fundado em 1998 sob a orientação do abade do templo, Shi Yongxin. O local se tornou em um complexo educacional integrado de artes marciais, cinema, esportes e tecnologia moderna. Mais de dez mil estudantes treinam aqui atualmente.

O sub-diretor de Propaganda do governo municipal de Dengfeng, Lv Fuyue, fala sobre a escola:

"Existem atualmente em Dengfeng 49 escolas e centros de Kongfu com mais de 60 mil estudantes. Mais de dois mil deles são dos Estados Unidos, Rússia, República da Coreia, Japão e de vários países do Sudeste Asiático."

No escritório de matrícula do Centro de Treinamento do Templo Shaolin, a dona Zhang e seu filho de oito anos, de Beijing, capital chinesa, estão na fila para fazer a inscrição do garoto. A dona Zhang explica porque quis matricular o filho na escola:

"Mandamos nosso filho ao Templo Shaolin e esperamos que ele fortaleça a saúde e obtenha aqui um carácter de persistência e firmeza, assim como capacidade para enfrentar as dificuldades e a vida sozinho."


O grande mestre de Kongfu Shaolin, Shi Hengtao, fala sobre essa arte marcial:

"Ao chegar ao Templo Shaolin, os praticantes querem principalmente fortalecer a saúde através do Kongfu. Na realidade, no entanto, o Templo Shaolin não divulga somente a técnica do Kongfu, divulga ainda a moralidade do Kongfu. Para aprender o Kongfu Shaolin, é preciso persistência e, nesse processo, forma-se o espírito de firmeza e perseverança."

Alexandr Kurilo, estudante de 15 anos da Bielo-Rússia, veio pela terceira vez a Dengfeng para aprender o Kongfu Shaolin.

"Três anos atrás, meu pai me falou do Templo Shaolin e do Kongfu. Quando cheguei pela primeira vez a Dengfeng, fiquei fascinado com o Kongfu e quis aprender. Quando pratico o Kongfu, me sinto ótimo."

Fonte: CRI On line

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

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20 maiores cidades da China - Post 07 - Guilin

A cidade de Guilin fica no Sudeste da Região Autônoma da Nacionalidade Zhuang de Guangxi. A beleza da região é marcada pelas formações de karst e as paisagens às margens do Rio Lijiang. Existe uma crença popular muito antiga na China que considera a beleza da paisagem de Guilin como única no mundo. Os visitantes se apegam às montanhas, as encostas abruptas, aos rios e às cataratas. E também ficam encantados porque Guilin concentra muitas etnias, como Zhuang, Miao e Yao.


Guilin é um lugar rico que inspira vários talentos. Desde a antiguidade inúmeros escritores, poetas e artistas deixaram muitas obras e mais de duas mil de esculturas sobre a cidade, o que enriquece ainda mais esta região tão antiga.

Nas dinastias Sui e Tang, Guilin tornou-se um famoso lugar turístico. Hoje em dia, ela ainda é o destino turístico preferido dos chineses, e uma das cidades favoritas entre os estrangeiros.


A cozinha de Guilin é conhecida por seus "snacks" e do uso de especiarias, principalmente a pimenta. O molho mais famoso de Guilin é o chili (桂林 辣椒 酱), amplamente utilizado na culinária pela população local. É feito de pimentão doce, alho e soja fermentada, e é considerado um dos Três Tesouros (桂林 三宝)da cidade. Os outros dois tesouros são Guilin Sanhua Jiu (桂林 三 花酒), uma variedade de arroz baijiu ou licor destilado do arroz, e o tofu em conserva Guilin (桂林 豆腐乳).

O macarrão de arroz Guilin (桂林 米粉) tem sido o café da manhã local desde a dinastia Qin, e são conhecidos pelo seu sabor delicado. Diz a lenda que quando as tropas Qin entraram nesta região, um cozinheiro criou o macarrão de arroz Guilin porque o exército tinha problemas para comer a comida local. Especificamente, a especialidade local é macarrão com carne de cavalo, mas este prato também pode ser encomendado sem a carne de cavalo. Zongzi (粽子; pinyin: zongzi), um bolinho feito de arroz glutinoso e pasta de feijão mung envolto em uma folha de bambu ou de banana, é outra iguaria popular em Guilin.

Algumas curiosidades sobre Guilin:

- Fotos de Guilin foram usadas ​​como cenário para o planeta Kashyyyk, em Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith.


- Muitas cenas do filme The Painted Veil, adaptado do romance de Somerset Maugham 1925 W., foram filmadas em Guilin.


- Guilin é a área final do vídeo game Shenmue II.


- Guilin foi destaque na Leg 9 da 14ª temporada do Amazing Race.

Não perca na próxima sexta: Qingdao

Fonte: Wikipedia, CRI On Line.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

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20 maiores cidades da China - Post 06 - Hangzhou

Hangzhou, atual capital da província de Zhejiang, é uma das sete capitais antigas mais importantes da China, e goza de grande renome histórico e cultural. É ainda um destino turístico de fama mundial.


Hangzhou tem uma longa história e um extenso patrimônio cultural. No período Neolítico, há 4.000 ou 5.000 anos, seus primeiros habitantes criaram a esplêndida Cultura de Liangzhu, considerada como "alvorada da civilização". Hangzhou foi conhecida como Qiantang nos tempos antigos. Mais de 2.200 anos se passaram desde que foi a capital distrital de Qiantang na dinastia Qin.

Hangzhou é uma das importantes cidades em áreas costeiras da China, região desenvolvida e rica no país, principalmente com as indústrias mecânica, têxtil, eletrônica, engenharia química e indústria leve. É uma famosa cidade turística com suas belas paisagens, e compartilha com Suzhou a reputação de "paraíso do mundo".


Hangzhou é conhecida pelas suas relíquias históricas e belezas naturais. Muitas vezes é tida como uma das mais belas cidades na China, também no ranking como uma das mais belas.

Apesar de Hangzhou ter tido um grande desenvolvimento urbano nos últimos tempos, a cidade ainda mantém o seu património histórico e cultural.


Atualmente o turismo continua a ser um fator importante para a economia de Hangzhou. Um dos locais mais populares de Hangzhou é o Lago Oeste, um Patrimônio Mundial da UNESCO. O West Lake abrange uma área de 33 km2 (3.323 hectares) e inclui alguns dos mais notáveis ​​locais históricos e paisagísticos de Hangzhou. Adjacente ao lago existe um espaço cênico que inclui pagodes históricos, sítios culturais, bem como a beleza natural do lago e das montanhas. Há duas calçadas em todo o lago para passeio.

Os residentes nativos de Hangzhou, como os de Zhejiang e Jiangsu do Sul, falam um dialeto Wu. O mandarim também é falado pelos moradores locais.


O chá é uma parte importante da economia e cultura de Hangzhou. A cidade é conhecida pelo Longjing original, uma notável variedade de chá verde, sendo o Xi Hu Long Jing o mais notável . Conhecido como o melhor tipo de LongJing chá, Xi Hu Long Jing é cultivado perto de Xi Hu de Hangzhou, daí o seu nome.


Além disso, Hangzhou é conhecida por suas criações artísticas, tais como a seda, guarda-chuvas, e os leques de mão.

A culinária de Hangzhou é a representante da Cozinha de Zhejiang, uma das oito cozinhas da China. E ela tem reputação de frescura, sensibilidade, maciez, suavidade dos seus pratos com uma fragrância suave. Um grande poeta da Dinastia Song uma vez elogiou-o como segue: "não há alimento que se possa comparar com a cozinha Hangzhou."

E não perca na próxima sexta-feira: Guilin.

Fonte: CRI On Line, Wikipedia US.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

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20 maiores cidades da China - Post 04 - Chengdu

Chengdu, capital da província de Sichuan, no sudoeste da China, é uma cidade antiga que possui uma longa história.


Considera-se o ano de 311 a.C. como o do estabelecimento desta cidade. Segundo matérias históricas, naquele ano, a cidade foi construída conforme o quadro e o sistema de Xianyang, então capital do país. Porém, em 2001, arqueólogos descobriram nos subúrbios oeste de Chengdu as ruínas de Jinsha, com cerca de 3.000 anos, acrescentando ainda mais história a esta cidade.


Durante milhares anos, gerações de artífices, agricultores, letrados e monges chegaram à cidade com culturas de todos os cantos da China, deixando aqui poemas, costumes, gastronomia. Anos se passaram, e estes se tornaram culturas e tradições especiais da cidade.


Quando estiver em Chengdu, poderá ver a obra hidráulica de Du Jiangyan com 2.000 anos de idade e que funciona até agora; ou comprar um pedaço de brocado de Sichuan para tocar a ternura da história com as mãos; poderá ainda assistir ao espetáculo chinês de "troca de faces" nos teatros; e também experimentar a vida do povo local em um copo de chá nas casa especializadas.

Chengdu, é uma cidade para ser apreciada.


Não perca na próxima sexta-feira: Nanjing

Fonte: CRI On Line

sexta-feira, 29 de julho de 2011

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20 maiores cidades da China - Post 03 - Lhasa

Lhasa é a capital administrativa da Região Autonoma do Tibete, na República Popular da China. Está localizado no sopé do Monte Gephel. É uma das cidades mais altas do mundo e está localizada em um vale entre as montanhas do Himalaia. Uma paisagem certamente inesquecível se você souber como apreciar esse pedaço de cidade encravado nas montanhas.


A cidade possui diversos pontos turísticos como o Palácio de Potala e o Norbulingka que foram as casas de verão do famoso líder espiritual do Tibete Dalai Lama. Potala é uma fortaleza que fica em uma pequena elevação bem no centro da cidade; é o maior conjunto arquitetônico acima da altura do mar no mundo todo. O palácio foi todo construído em granito e tem cerca de mil salas e pavilhões ricos em detalhes e decoração.


Todas as cerimônias budistas do Dalai Lama são realizadas dentro deste palácio. Já Norbulingka é considerado o palácio de verão e tem o formato de um retângulo vermelho e juntamente com Potala faz parte do Patrimônio da Humanidade da UNESCO.

A Rua Barkhor fica no centro da cidade e possui uma forma surpreendente com as lojas, supermercados e restaurantes todos dispostos em formato circular. As lojas desta rua trazem os melhores produtos do local como trajes e adornos tibetanos e todos os produtos provenientes de Nepal e da Índia.


A dica é você ir bem cedo a Rua Barkhor, logo às 9 horas da manhã. É neste horário que você pode apreciar os artesanatos e os artesões locais, além de fazer uma boa pechincha nos preços das mercadorias. Mas esta rua fica ainda mais exuberante a noite, quando são acessas as suas lâmpadas coloridas. Uma visão inesquecível.

Lhasa certamente é diferente de tudo o que você já viu; ela mistura um ar de centro turístico com cidade pacata. É uma cidade muito procurada por que quer se arriscar no Himalaia, já que serve como um preparo para as grandes alturas da montanha.


Não perca na próxima sexta: Chengdu.

Fonte: CRI On Line / Folha S.Paulo / Portal IG Turismo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

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Partes de pintura clássica chinesa são reunidas após 360 anos

Aqueles que visitarem o Museu do Palácio em Taipei de junho até setembro terão o prazer de apreciar as duas partes de uma legendária pintura antiga chinesa exibida lado a lado após uma separação de 360 anos.
"Habitação nas Montanhas Fuchun" é uma das mais importantes obras da pintura clássica chinesa.


A obra foi rasgada em duas partes em um incêndio em 1650. A parte direita, de 51,4 cm de comprimento, está sob a guarda do Museu de Zhejiang da parte continental chinesa, enquanto a parte esquerda, de 636,9 cm, está no Museu do Palácio de Taipei.

A exibição, que dispõe ambas as partes da pintura em rolo, começou no Museu do Palácio de Taipei na quarta-feira e vai até 25 de setembro.

Guardadas pelos dois lados através do Estreito de Taiwan, as duas partes da obra nunca tinham sido exibidas juntamente.


A pintura em rolo e de comprimento pouco comum foi criada pelo famoso pintor Huang Gongwang (1269-1354) em 1350. A obra descreve vivamente um cenário no início de outono do rio Fuchun em Hangzhou e é considerada como um dos maiores avanços em termos de técnica de pintura de paisagem chinesa tradicional.

Fonte: CRI On Line

segunda-feira, 25 de julho de 2011

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20 maiores cidades da China - Post 02 - Xi´an

Xi´an, capital da província de Shaanxi, é uma nova base industrial e um centro científico e educacional na China. É o centro de comunicações entre o leste e o oeste do país e uma importante cidade no noroeste da China.


Situada no centro da planície Qinchuan, a cidade apresenta uma posição inclinada do sudeste para o noroeste. Tem ao sul as montanhas Qinling, e ao norte o rio Weihe. Vários rios atravessam a cidade. Xi´an foi um dos principais berços da civilização antiga no vale do rio Amarelo e integra, juntamente com Atenas, Roma e Cairo, o grupo das quatro maiores capitais antigas do mundo. A cidade, chamada de Chang´an nos tempos antigos, possui mais de 3.000 anos de história. A partir da dinastia Zhou do Oeste até a dinastia Tang, Xi´an foi a capital de 12 dinastias durante 2.000 anos.


O ápice de Xi´an foi durante as dinastias Han e Tang. Durante a dinastia Han, Chang´an era três vezes maior que a Roma antiga. Durante a dinastia Tang, ela era a maior cidade e a mais cosmopolita do mundo, medindo 84,1 quilômetros quadrados, 2,4 vezes maior que o tamanho da Chang´an na dinastia Han, com mais de um milhão de habitantes. Após a fundação da República Popular da China, Xi´an se converteu no centro político do noroeste do país e na capital da província de Shaanxi.


A longa história e a cultura milenar deixaram para a cidade um legado de inúmeros locais mundialmente famosos de interesse histórico e beleza cênica. Os guerreiros e cavalos de terracota são a atração mais famosa, com o título de "oitava maravilha do mundo". Outros lugares famosos incluem o Museu de Relíquias do Neolítico de Banpo, o Mausoléu de Qinshihuang, o mausoléu Qianling e locais históricos como o templo Ci´en, o Bosque de Estelas e a lagoa Huaqing.


Xi´an tem uma indústria relativamente avançada. Suas indústrias mecânica, eletrônica, eletrodoméstica, têxtil e de defesa nacional são famosas em todo o país. Como uma das mais famosas cidades históricas e culturais, Xi´an é também um polo turístico da China.




Não perca na próxima sexta-feira: Lhasa

Fonte: CRI On Line

quarta-feira, 20 de julho de 2011

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Ilustração brasileira quer espaço no disputado mercado chinês

Depois de sete edições no Rio e em São Paulo, o IlustraBrasil! busca novos ares. O evento que reúne os destaques da produção anual da ilustração brasileira vai ao exterior explorar um dos mercados mais aquecidos do momento: a China.

A partir de 20 de agosto, na The Foundry Gallery, em Xangai, acontece a primeira edição especial do evento fora do Brasil. Mais de cem trabalhos serão expostos durante duas semanas para um público que a SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil), organizadora do evento, acredita ser incalculável.


Com 400 mil estrangeiros morando na maior cidade chinesa, de cerca de 20 milhões de habitantes, "é difícil saber quantos visitantes a exposição terá", afirma Bruno Porto, brasileiro radicado em Xangai há cinco anos, um dos ilustradores à frente do IlustraBrasil!.

"Queremos espaço no mercado asiático. Existem inúmeras oportunidades de negócios para a ilustração brasileira na China."

A SIB articulou a ida do evento para a China e conseguiu o apoio do Consulado-Geral do Brasil em Xangai. A representação brasileira investiu US$ 9.500 na impressão e na montagem dos trabalhos, dos catálogos e do material de divulgação.

O cônsul-geral adjunto do Brasil em Xangai, Joel Sampaio, acredita que o evento será essencial para aumentar a sensibilidade dos chineses em relação ao Brasil.

"Muitos estudantes e grupos de idosos virão à exposição. Será ótimo para que eles tenham um conhecimento mais amplo sobre o nosso país", afirma o diplomata.

As ilustrações que irão à China possuem temas essencialmente ligados à cultura e ao folclore do Brasil. Na 8ª edição do evento, no Rio e em São Paulo --ainda sem data marcada--, os trabalhos foram produzidos em 2010 e possuem temas diversos.

Profissionais brasileiros, como Marcelo Martinez e Orlando, ilustrador da Folha, irão à China para ministrar palestras e oficinas em universidades e um seminário para editores e publicitários.

Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 9 de junho de 2011

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Obra de pintor chinês Qi Baishi é leiloada por US$ 65 milhões

Uma pintura de Qi Baishi, artista contemporâneo chinês, foi vendida no domingo passado em Beijing por 425,5 milhões de yuans (US$ 65 milhões), um valor recorde para pinturas e caligrafias contemporâneas e modernas da China.


O preço no leilão foi o segundo mais alto na história do mercado de artes da parte continental da China, depois da caligrafia antiga "Pillar Ming", da autoria de Huang Tingjian, leiloada por 436,8 milhões de yuans em 2009.

A obra de Qi, intitulada "Águia sobre pinheiro", consiste de uma pintura de 266 cm por 100 cm, e dois rolos de caligrafia, cada um de 264,5 cm por 65,8 cm. Esta foi a última pintura de Qi.


Qi nasceu em 1864 na Província de Hunan, centro da China, e faleceu aos 93 anos. Além do gosto especial por retratar objetos pequenos, como pássaros, peixe, frutos e hortiças, Qi também é conhecido como um excelente calígrafo.

Fonte: CRI On Line

domingo, 22 de maio de 2011

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Cidade chinesa realiza exposições de jade e laca


A cidade de Yangzhou, situada à margem do rio Yangtze, na Província de Jiangsu, leste da China, será anfitriã de duas exposições, uma de escultura em jade e outra de laca, entre 16 e 19 de abril.
Numerosas esculturas de jade e peças de laca nacionais e estrangeiras serão apresentadas durante a 6ª Exposição de Esculturas em Jade da China e a Exibição de Laca da China 2011 na Galeria de Arte de Yangzhou.

Com uma área de 8.000 metros quadrados, as duas exibições atrairão mais de cem empresas.


Yangzhou é famosa por suas esculturas em jade, uma arte com 5 mil anos de história. A técnica floresceu especialmente durante as dinastias Han (206 a.C. - 220 d.C), Tang (618 d.C - 907 d.C) e Qing (1644 d.C - 1911 d.C).

O estilo artístico da laca de Yangzhou também ganhou uma reputação enorme tanto no país como no exterior.

Ambas as artes de Yangzhou são tombadas como Patrimônio Cultural Intangível da China.


Liu Aiguo, diretor da Companhia de Artes e Ofícios de Yangzhou, disse que algumas obras de destaque serão concedidas como prêmio durante as exposições.

Até agora, cerca de 450 peças de jade e 180 de laca foram inscritas nos dois eventos.

Fonte: CRI On Line

sábado, 21 de maio de 2011

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Dia de Qingming, festa e costume

As festas procedem dos mitos ou vice-versa. Os mitos geram as festas. Isto ocorre em todos os países e a China não é uma excepção. Num país de civilização milenar como a China, todas as festas, sobretudo as tradicionais, têm origem em tradições antiquíssimas ou lendas belas e comoventes. O Dia de Qing Ming, que cai anualmente no dia 4 ou dia 5 de abril, é uma delas.


Devem perceber logo que não se utiliza a palavra Festa e em vez desta se utiliza Dia. Os chineses costumem chamar quase todas as datas que merecem a comemoração como Jie, isto é, Festa na tradução literal, por isso, a data que se apresenta hoje chama-se em chinês Qing Ming Jie, que significa na tradução literal, Festa de Qing Ming, ou Festa da Claridade. Mas, a data não é uma festa comemorada com cantos e danças, e muito longe disso, é comemorada sempre com certa tristeza e com saudades para os entes queridos falecidos. De fato, é o Dia de Finados da China ou Dia de Qing Ming.

"Chove sempre na temporada de Qing Ming,
As pessoas, a caminho, têm vontade de morrer.
Pergunta onde fica a taberna,
E o menino-pastor indica a aldeia de Xing Hua."

Estes versos escritos por Du Mu, famoso peota chinês do século 9, descreve o ambiente e o sentimento humano tradicional nesta data.

Qing Ming é uma das 24 seções que se divide o ano agrícola chinês pelo calendário lunar. A tradução literal do termo seria a "luz pura" ou "claridade". Neste período, isto é, fins de fevereiro do calendário lunar, coincidindo com o fim de março e o início de abril do calendário solar, costuma-se chover na maior parte da China e a temperatura começa a subir depois de um inverno rigoroso. As sementes germinam, as plantas voltam a brotar e os agricultores retomam os cultivos, razão pela qual a data se chama também de Dia dos Trabalhos Agrícolas. Além disso, as frequentes chuvas que caem nesse período favorecem a arborização. Todos os anos, por volta dessa data, pessoas de todos os setores sociais participam da campanha de arborização.

Nessa data, os chineses ainda têm o costume de render homenagens a seus ancestrais e entes falecidos e de passear pelo campo. É tradição na China respeitar os idosos e cultuar os mortos. No Dia de Qingming, os familiares vão ao cemitério para homenagear os entes queridos, limpar as ervas daninhas que nascem ao redor de suas tumbas e acrescentar-lhes terra, além de queimar incensos e fazer oferendas de comidas e dinheiro simbólico, em sinal de saudade e respeito.

O período de Qingming, quando as plantas começam a brotar e os ramos de salgueiros tornam-se verdes, é o melhor momento para passear pelo campo coberto pela vegetação verdejante. Nos tempos antigos, quando da passagem desse período, os chineses costumavam fazer excursões às zonas afastadas das cidades e colocar ramos de salgueiro no cabelo. O intuito era afugentar demônios e desgraças e pedir por uma vida de paz e felicidade.

A cremação vem substituindo o enterro tradicional, motivo pelo qual as tumbas nos cemitérios nos arredores de cidades vêm diminuindo sensivelmente. No entanto, a tradição de prestar homenagem aos falecidos e de fazer excursões ao campo se mantém entre a população. No Dia de Qingming, muitas pessoas ainda reverenciam os ancestrais ou entes falecidos, e não perdem a oportunidade de ir ao campo respirar ar fresco e apreciar as paisagens pitorescas emolduradas pelo céu azul, matas verdes e pelo despertar das flores.

Fonte: CRI On Line

quarta-feira, 18 de maio de 2011

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Clube com mais brasileiros é o líder do Campeonato Chinês

Enquanto Shandong Luneng de Obina patina, o clube que mais contratou brasileiros lidera o Campeonato Chinês, que conta com 16 equipes.

Com seis rodadas, o Guangzhou Evergrande soma 14 pontos, quatro à frente do Shandong, e tem o artilheiro do campeonato, o brasileiro Cléo, que atuava na Sérvia, com cinco gols. O time conta com Renato Cajá (ex-Botafogo), Muriqui (ex-Atlético-MG) e Paulão (ex-Grêmio).


É a primeira vez que vários brasileiros vindos de grandes clubes atuam ao mesmo tempo na China. Antes, o país era representado por nomes desconhecidos, como Marcelo Marmelo e Everson Ratinho.

Tecnicamente inferior a Coreia do Sul e Japão, o futebol chinês sofreu escândalos de manipulação de resultados que terminaram com a prisão de árbitros e até de dois vice-presidentes da Associação de Futebol da China.

O país tem liga profissional desde 1994 e só foi uma vez à Copa do Mundo, em 2002. No grupo do Brasil, caiu logo na primeira fase, sem marcar gols.

Fonte: Folha.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

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Ex-Palmeiras, Obina enfrenta barreiras para viver na China

Dono da camisa 10, Obina desembarcou na China como ídolo do atual campeão chinês, o Shandong Luneng.

Porém o isolamento numa cidade praticamente sem estrangeiros tem sido um duro teste para o atacante baiano e para sua família.


Já são dois meses em Jinan, uma nada cosmopolita cidade de 2 milhões de habitantes a 500 km ao sul de Pequim. Obina (ex-Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG) veio com a mulher, Luciene, e a filha de quatro anos, Sayonara.

A minúscula comunidade brasileira tem o zagueiro Renato Silva, 27, ex-São Paulo, que vive um drama pessoal: a mulher, Vanessa, está grávida e decidiu voltar ao Rio para ter o bebê, que deve nascer em julho. Ela planeja retornar sete meses depois. Será um baque para todos. A mais extrovertida é também a única que fala inglês. "Eu me sinto como o centro do grupo, a que tem de estar atenta a tudo", revelou.

A Folha acompanhou a vitória do time de Obina por 1 a 0 contra o Jiangsu, no último dia 7. O jogo foi no bem cuidado estádio da cidade. Com capacidade para 40 mil pessoas, teve um público de só 10.156 pagantes num sábado à tarde. Todos sob a forte vigilância tanto de policiais como de militares fardados.


A torcida parece gostar de Obina, artilheiro do clube neste ano, com cinco gols. Naquele dia, mesmo entrando só no segundo tempo e com uma atuação discreta, foi o único da equipe a ser homenageado com duas faixas e ter seu nome gritado pela pequena torcida organizada.

"O Obina não está gordo, ele é forte", disse o torcedor Ma Liandao, que foi ao estádio com a bandeira do Brasil, ecoando na China uma crítica recorrente ao longo da carreira do atacante de 28 anos.

Dentro de campo, as primeiras semanas foram mais difíceis. A má atuação no primeiro mês fez até surgirem rumores na imprensa local de que o jogador era na verdade um irmão de Obina.

A situação melhorou com os gols. Entre outros, anotou dois numa mesma partida do Campeonato Chinês e ainda fez um de letra pela Copa dos Campeões da Ásia.

O time, porém, está em crise. Eliminado logo na primeira fase da Copa dos Campeões asiática, principal objetivo do ano, acaba de demitir o técnico croata Branko Ivankovic, com quem Obina e Renato se comunicavam por meio de dois intérpretes: do croata ao mandarim e do mandarim ao espanhol. Não há tradutor para o português.

"O tradutor é apenas na hora de falar com o treinador", diz Obina. "Eu não sei nem qual é a posição do Shandong no campeonato [está em oitavo], não dá pra ver a tabela nos jornais."

"A tradução muitas vezes é ruim", conta Renato. "Uma vez o intérprete me disse: 'Você tem de cabecear'".

Fora do clube, a barreira da língua é ainda maior. Para ir às compras, as mulheres vão apenas com um motorista, que não fala inglês.

"Somos mestres em mímica", diz Vanessa. "Quando vou pedir carne, falo 'muu', e 'no au-au'", conta. Todos moram em apartamentos do próprio clube, num prédio longe de áreas comerciais, mas ao lado do centro de treinamento.

Sem canais em português e com uma TV a cabo que quase nunca funciona, a diversão de Obina e Renato tem sido o vídeo game XBox, que jogam em linha com Ricardo, jogador português.
A comida é um capítulo à parte. "Eu, que sou baiano, me surpreendi com a pimenta. A comida deles é mais quente", falou Obina.

Depois de uma frustrada incursão a uma churrascaria chinesa, onde havia até couve-flor no espeto, o grupo só come em três restaurantes da cidade: McDonald's, Pizza Hut e um de comida italiana. A maior parte das refeições é feita em casa.

Obina e Renato, no entanto, já são até veteranos se comparados ao atacante neozelandês Shane Smeltz. Contratado em julho do ano passado, ele se apavorou ao conhecer Jinan. Aguentou apenas cinco dias na cidade.

Fonte: Folha.com

sexta-feira, 29 de abril de 2011

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China prepara versão de James Bond com artes marciais e sem cenas de sexo

Um produtor americano com uma longa carreira na China prepara uma versão asiática do famoso agente 007 britânico, James Bond, mas sem cenas de sexo e com muitas artes marciais, informou nesta segunda-feira o jornal oficial "China Daily".


Na futura co-produção o agente britânico dá espaço para um casal de gêmeos descendentes de uma linhagem da guarda imperial dedicada à luta contra o tráfico de ópio e educados pelos monges do mosteiro de Shaolin, berço do kung-fu, as artes marciais chinesas.

Justiça (ele) e Coragem (ela), como são chamados os irmãos, não só são professores de kung-fu, mas também sabem utilizar todo tipo de armas, explosivos e equipamentos de telecomunicações de alta tecnologia; além de serem são escaladores, sobreviventes natos e treinados para matar.

Como o famoso agente britânico, os gêmeos serão capazes de conduzir sofisticados veículos por terra, mar e ar, mas "têm mais preparação que 007 e a força adicional da filosofia e a sabedoria chinesas", segundo assinala Quick, que está buscando investidores para o projeto no atual Festival de Cinema de Pequim.

Quick, atual vice-presidente de Heshan Media, calcula que o longa-metragem custará US$ 20 milhões, e espera que seu filme concorra com a franquia britânica.

"Buscamos investidores chineses para 30%, incentivos financeiros do Canadá, EUA e México para 40%, e o restante 30% viria de investidores não chineses", assinalou Quick ao jornal.

O empresário assinalou que espera distribuir o longa-metragem no mercado asiático, da Malásia até Coreia do Sul, e que em breve terá escolhido o diretor e o elenco de atores.

Craig Quick foi o artífice da introdução de programas bilíngues na rádio estatal chinesa no final da década de 1990 e também foi um dos quatro fundadores do canal "Star TV", que foi posteriormente adquirido pelo magnata midiático Rupert Murdoch, e foi responsável de Cultura e Arte em Hong Kong.

A saga de James Bond foi assistido pela primeira vez na China em 2007, com 45 anos de atraso, com "007 - Cassino Royale", interpretado pelo britânico Daniel Craig, já que a censura chinesa considerava os filmes do agente britânico uma herança da Guerra Fria e, portanto, mantinha vetado o acesso a seu território.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 21 de abril de 2011

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Dica de Turismo: Uma vilinha encantadora em meio à Antiga Rota do Cavalo e do Chá

Situada na cidade Yaan, no sul da província chinesa Sichuan, a vila Wangyu foi um famoso ponto de parada da "Antiga Rota do Cavalo e do Chá", caminho aberto durante a dinastia Tang que ligava a China ao sul da Ásia. A expressão "Wangyu" significa "olhar para o peixe", em chinês. A vila leva esse nome porque a pousada foi construída numa rocha gigante da montanha que tem o formato de um gato olhando para os peixes no rio. Nos dias de hoje, a vilinha é tida com um lugar de características muito especiais. Apesar de não receber tantos turistas, Wangyu é famoso por sua especialidade gastronômica, o peixe Yayu.


Outra peculiaridade da vilinha esteve escondida durante anos. Os visitantes que tiveram a curiosidade de escalar a pedra acabaram se deparando com um beco estreito e tranquilo. Não é comum encontrar pessoas passeando por ali, senão as mesmas duas ou três galinhas de sempre. Apesar disso, o lugar é cheio de vitalidade. Quem visitar o beco levará na memória a imagem do ambiente tranquilo e belo, do velhinho tomando seu banho de sol, dos estudantes correndo para suas casas e dos milhos dourados pendurados nas portas das residências.

Um passeio casual pelas construções de madeira é como uma viagem no tempo, quando milhares de anos atrás os comerciantes levavam suas mercadorias ao estrangeiro pela "Antiga Rota do Cavalo e do Chá". As esculturas nas paredes e janelas refletem a prosperidade daquela época. As construções um dia foram bancos, farmácias, lojas, restaurantes, casas de chá e teatros, mas a maioria delas foi transformada em residências que hoje abrigam os moradores locais.


Por causa das frequentes chuvas, o clima em Wangyu é extremamente úmido e propício à proliferação de líquens, encontrados em todos os cantos da vila. Por causa das circunstâncias, os antigos moradores inventaram um eficiente sistema de drenagem chamado "Tianlou". As casas foram construídas sobre um patamar que as distancia do chão. Em frente à casa existe ainda uma pequena escada que tem a função de obstruir a entrada da água. Mas o que mais surpreende são os buracos de diferentes formas e tamanhos que atravessam os patamares, para permitir a passagem e redistribuição da água. Está formando, assim, um sistema completo de drenagem.

A antiga vila de Wangyu é um ótimo lugar para passar um dia inteiro com os amigos. Lá, você pode encontrar resquícios de uma história longínqua, além de respirar ar fresco. Deixe os problemas de lado e inicie agora os planos para uma viagem inesquecível à Vila Wangyu.


Dicas

Como chegar

Pegue um voo a Chengdu, capital da província Sichuan, e lá apanhe um ônibus para Yaan. O ônibus parte de meia em meia hora. Você pode também alugar um carro em Chengdu e percorrer 145km de estrada até Yaan. A viagem leva mais ou menos 40 minutos.

Hospedagem

Os visitantes têm duas opções de hospedagem na vila Wangyu, o Albergue Wangyushi e o Albergue Qingshiban.

Comida

Além da especialidade local, o peixe Yayu, vale a pena experimentar o broto de bambu. As carnes de boi e de galinha cozidas no vapor também são pratos típicos da região, não perca a oportunidade de experimentá-los.

Clima

Como o clima é muito úmido, não esqueça de ter sempre um guarda-chuva à mão. Em abril, a temperatura varia entre 20 e 10 graus. Quase não faz sol nessa época do ano.

Fonte: CRI On Line