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domingo, 12 de setembro de 2010

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100 anos de moda na China - Parte 02 / 02

Na década de 70, o país mergulhou na atmosfera empreendedora da Revolução Cultural. Qualquer acessório ou decoração luxuosa era alvo de críticas. O jeito sóbrio de vestir da primeira-dama Jiang Qing e os uniformes militares eram as referências mais fortes da moda na China.



A foto abaixo mostra o uniforme de uma aeromoça na época:



Até a década de 80, as pessoas compravam produtos têxteis através de cupons devido à escassez de recursos e ao macrocontrole do mercado de algodão pelo governo. Para compensar essa deficiência, o segmento têxtil de fibras sintéticas se expandiu rapidamente. Nos anos 80, a moda era usar óculos escuros exageradamente grandes, calças jeans e blusas de mangas largas para as mulheres.



Fonte: CRI On Line

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

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100 anos de moda na China - Parte 01 / 02

Neste espaço vamos mostrar, de forma resumida, a mudança no vestuário dos chineses desde o início do século XX (final da última dinastia chinesa) até os dias de hoje. Além de conceitos estéticos, as roupas também refletem a política, a economia e o nível tecnológico de cada período. Confira as fotos.



A China passou a ser República em 1911 após o colapso do império Qing, a última das dinastias chinesas. As primeiras fotos mostram o vestuário e o penteado das mulheres manchu, etnia que dominou o país entre 1.644 e 1.911.

Em 1º de janeiro de 1912, o revolucionário Sun Yat-sen proclamou a República da China, período que terminou em 1949, quando da fundação da República Popular da China. Essa época foi marcada por confrontos militares entre províncias.



No início da fundação da República Popular da China, a moda era ditada pela "sobriedade", por conta da pobreza na qual o país estava mergulhado. O uniforme dos militares do Exército Popular de Libertação e dos funcionários governamentais era, então, a peça mais cobiçada pela população na época.



Na década de 60, a China viveu o período mais duro de sua história recente devido a calamidades naturais que resultaram na queda substancial da produção de cereais. É, então, que surge uma brincadeira conhecida localmente: "roupa nova por três anos, roupa velha por três anos, e roupa reformada por mais três anos". A cor das roupas também refletia aqueles tempos sombrios, com tons sóbrios e monótonos como azul escuro, cinza e preto.



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sexta-feira, 19 de março de 2010

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Lenda da Seda - Parte 05



No Período de Primavera e Outono da China (770-476 a.C), o bordado foi criado como uma técnica que se aprimorou ao longo das dinastias Qin e Han (221 a.C – 220 a.C.) até atingir seu apogeu na Dinastia Song (960-1279). Tecidos com qualidade e quantidade memoráveis, a bordadura se tornou uma parte da vida das mulheres e uma marca de virtude.

A indústria da seda entrou em uma fase energética nas dinastias Ming e Qing (1368-1911), e grandes famílias famosas por bordado se tornaram vitais para a economia social da época. A seda, além de ser símbolo artístico e cultural, também fortaleceu o desenvolvimento econômico.

Hoje em dia, embora a produção manual de artigos de seda tenha sido substituída em grande escala pela mecanizada, o bordado manual não perdeu seu espaço, e a técnica ainda é passada de geração para geração. Há vários tipos de bordado feitos pelas diversas minorias étnicas chinesas, como as etnias Dai, Bai, Miao, Zhuang, entre outras. Elas introduziram seu próprio design ao bordado em seda, o que deixou a arte tradicional rica em características étnicas e originais.



Os produtos de seda ainda são usados amplamente na decoração e na produção de trajes combinados à pintura e à caligrafia tradicional chinesa. Além disso, muitos jovens casais optam pelo traje tradicional chinês no casamento por causa do design e do significado da seda, que remete a uma nova vida confortável e segura.

Considerada a "rainha das fibras", a seda, por ser naturalmente rica em proteína, é utilizada também como fonte de aminoácidos necessários a produção de hidratantes do corpo humano. Sua suavidade, maciez e permeabilidade podem elevar a qualidade do sono e prevenir doenças de pele, o que fazem da seda um material muito popular.

Fonte: CRI

Lenda da Seda - Parte 04

Entre 138 a.C. e 119 a.C., o imperador da Dinastia Han mandou por duas vezes o embaixador Zhang Qian aos países do oeste da Ásia. O enviado levou artigos feitos em seda aos países cortados pela Rota para promover os negócios bilaterais, além de impulsionar intercâmbios culturais entre os países. Foi assim que começou o modelo de negócio que se estabeleceria na Dinastia Han e seria amplamente desenvolvido até a Dinastia Tang.



A Rota da Seda também chegou ao Japão. Em 107 a.C., o imperador japonês enviou 160 artesões à China para aprender as técnicas de produção do tecido. Eles voltaram ao Japão com diversos produtos têxteis e técnicas bem aprimoradas. Nos séculos seguintes, os imperadores nipônicos enviariam milhares de artesões à China, o que promoveu consideravelmente o desenvolvimento da sericicultura no Japão. Os imperadores nipônicos do século 7 vestiam roupas de seda bordadas com imagens do Sol, da Lua, das estrelas, montanhas e de dragões – design muito semelhante ao do traje dos imperadores chineses.

A seda chinesa ainda dirigiu uma onda de moda durante os séculos 18 e 19 na França. Na era napoleônica (1799-1814), as celebridades deviam usar roupas feitas do material todos os dias por decreto imperial, o que causou grande carência dos produtos por muito tempo na área de Croix Rousse, o centro de distribuição da seda.



A Rota da Seda também se espalhou ao mar, com a Rota Marítima da Seda fazendo a ligação da China aos países do sudeste asiático e africanos. Ela começou antes da Dinastia Han e se tornou próspera nas dinastias Yuan (1271-1368) e Ming (1368-1644).

Naquele período, os imperadores romanos utilizavam a Rota da Seda Marítima para trocar marfim, chifre de rinoceronte e outros produtos raros por artigos feitos de seda chinesa, o que reforçou a posição da China e sua influência na cultura e nos negócios ao exterior. Por isso, diz-se que a seda testemunhou o desenvolvimento dos intercâmbios entre a China e o mundo.

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Fonte: CRI

Lenda da Seda - Parte 03

No século 4 a.C, a seda chinesa foi levada à Índia. Lá , o tecido ganhou tanto apreço e valor que, durante o século 2 a.C, aquele que era pego roubando seda era posto em reclusão e só podia beber leite, e nada mais, durante três dias.



Entre 138 a.C. e 119 a.C., o imperador da Dinastia Han mandou por duas vezes o embaixador Zhang Qian aos países do oeste da Ásia. O enviado levou artigos feitos em seda aos países cortados pela Rota para promover os negócios bilaterais, além de impulsionar intercâmbios culturais entre os países. Foi assim que começou o modelo de negócio que se estabeleceria na Dinastia Han e seria amplamente desenvolvido até a Dinastia Tang.



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Fonte: CRI

Lenda da Seda - Parte 02

Durante a Dinastia Han (206 a.C-220 a.C.), a sericicultura avançou muito, chegando à utilização de 15 fibras de seda para cada fio. A técnica foi descoberta graças às escavações realizadas na Tumba de Mawangdui, da Dinastia Han do Oeste (206 a.C-24 CA), na província de Hunan, centro da China.



A seda se consagrou na lista dos patrimônios culturais do país pelo estilo único da estética oriental. E é por causa dela que os trajes tradicionais chineses se revelam dotados de beleza delicada e elegante.

Da China para o mundo, a seda viajou milhares de quilômetros pela famosa "Rota da Seda". O tecido passou a ter significado político e comercial na história do país, pois foi a Rota da Seda que passou a ligar a China aos países do centro e oeste da Ásia, o que promoveu a abertura aos intercâmbios culturais e à divulgação dos produtos e artesanatos de seda da China.



A partir o século 5 a.C, a China começou a exportar o tecido aos países ocidentais. Por causa dos artesanatos delicados e do design especial dos produtos, a seda chinesa ganhou o nome de "criação do paraíso". Na época, gregos e romanos chamavam a China "Serica" e o povo chinês "Seris", ambas as palavras originárias de "serge", que significa seda.

Conforme os registros históricos ocidentais, a seda chinesa caiu até mesmo no gosto do imperador romano Júlio César, que foi ao teatro vestindo uma toga feita do tecido. Ele atraiu a atenção de todos os espectadores do show com seu traje luxuoso.

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Fonte: CRI

Lenda da Seda - Parte 01



Todos sabem que a seda é invenção única da China. Durante um longo período, o país produzia e usava o tecido com exclusividade.

Nos mitos e lendas da história chinesa, Lei Zu, a concubina do Imperador Xuanyuan da China Antiga, é reconhecida como a criadora da sericicultura.

Conta a lenda que Lei Zu estava bebendo água em uma floresta de amoreira quando alguns bichos-da-seda selvagens caíram dentro de sua tigela. Quando tentou remover os animais, ela descobriu que eles cuspiam uma longa linha. Foi a partir dali que Lei Zu começou a criar bichos-da-seda e usar a linha para fazer produtos têxteis. Assim, ela ganhou o apelido de "Deusa do Bicho-da-Seda" do povo chinês.

Até hoje, a cidade de Huzhou, na província de Zhejiang, mantém como tradição local um festival é realizado no início de abril para celebrar Lei Zu pela sua contribuição.

De acordo com registros arqueológicos, a seda já era artigo de uso diário há 4.600 anos, antes mesmo da existência de Lei Zu. Em 1958, escavações feitas em Yuhang, na Província de Zhejiang, revelaram artigos como linha da seda, fitas e cordas de seda, todos com mais de 4.700 anos de história. Estes objetos foram carbonizados, mas a identificação clara da disposição das fibras da seda é uma prova importante da qualidade do artesanato naquele período.

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Fonte: CRI

quinta-feira, 11 de março de 2010

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O mendigo mais estiloso do mundo

O look "mendigo de boutique" está na moda novamente. Depois dos punks no final dos anos 70 e do grunge do início dos ano 90, voltou com tudo o estilo "levei horas para ficar com essa cara de quem acabou de acordar", principalmente em coleções como a da estilista Vivienne Westwood.



Mas só um sujeito no mundo inteiro pode se gabar de ser um verdadeiro "mendigo chique." O chato é que ninguém sabe o nome dele. Este chinês que aparece nas fotos,  está sempre vagando pelas ruas de Ningbo com um look mais ousado que o outro - muitos deles, femininos.

Apelidado de "Brother Sharp" - algo como "O irmão descolado" -, foi matéria de página inteira no tradicional jornal inglês The Independent e ganhou um perfil "fake" no Facebook, com vários fãs brasileiros, inclusive.

Onde e quando o Brother Sharp aparecerá de novo, ninguém sabe. Mas é certo que estará usando um look de dar inveja a muitos mauricinhos - e patricinhas - loucos para aderir ao estilo "sou feio, mas tô na moda."

Fonte: Redação Yahoo

China - líder no mercado de luxo

Um relatório da consultoria Boston Consulting Group indica que a China deve se tornar o maior mercado mundial para o consumo de luxo em apenas cinco a sete anos.



Nos cálculos da consultoria, 417 mil consumidores chineses tinham mais de um milhão de dólares em ativos financeiros em 2008. Em 2011, esse número deve passar para 609 mil.

Segundo o Boston Consulting Group, essa disponibilidade de recursos fez com que o mercado chinês de produtos de luxo tivesse um desempenho "muito positivo" para um ano em crise.

O governo do país surpreendeu os analistas nesta quinta-feira anunciando um crescimento de 8,7% em 2009 – em parte, graças ao pacote oficial de estímulo econômico.

E a julgar pela multiplicação das grifes e lojas de luxo em cidades como Pequim e Xangai, parece que o apetite do dragão está longe de chegar ao fim.

Fonte: BBC Brasil