O assessor especial da Subchefia de Assuntos Federativos, ligada à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República do Brasil, Alberto Kleiman, disse recentemente em Sanya, sul da China, que as cidades brasileiras anfitriãs da Copa do Mundo e das Olimpíadas querem cooperar com a China.
O assessor lembrou que, no ano passado, o Brasil enviou uma delegação de cidades para a Expo Shanghai, que se reuniu com investidores chineses para que eles invistam, por exemplo, em construção, em cidades da Copa do Mundo 2014. Além disso, existe uma possibilidade de Beijing, que acumulou experiência na organização da 29ª edição dos Jogos Olímpicos, estabelecer uma relação com o Rio de Janeiro, que sediará os Jogos em 2016, visto que as duas cidades são cidades-irmãs. Além disso, o assessor disse esperar que os turistas chineses venham em grande número aos dois eventos que serão realizados no Brasil.
Sobre a cooperação de nível regional entre os dois países, Kleiman citou os números da Associação de Amizade do Povo Chinês com o Exterior, dizendo que existem 48 pares de cidades e províncias/estados dos dois países com relação de cooperação, mas que muitas delas não estão ativas. No entanto, um exemplo dessa relação é o estado brasileiro da Bahia. Segundo o funcionário, o governador do estado virá à China ainda este mês para promover as relações. O estado da Bahia atualmente têm relações de cooperação amistosa com as regiões provinciais chinesas de Shandong (leste) e Chongqing (sul). Por outro lado, este ano cinco governadores brasileiros vieram ou virão à China.
O funcionário apontou que o Brasil recebe com bons olhos o investimento direto chinês em favor da infraestrutura produtiva, quer dizer, o país não deve só importar produtos chineses, mas deseja que as empresas chinesas se instalem no Brasil oferecendo emprego, visto que a China tem muitos setores competitivos. Por isso, essa relação tem que ser mais equilibrada. Em relação à infraestrutura, como portos e aeroportos, sempre há oportunidades no Brasil para companhias chinesas, explicou.
No entender do Brasil, disse o funcionário, a relação com a China precisa ter maior complementaridade produtiva em vez de competição produtiva, além de transferência mútua de tecnologia, como nas áreas de fabricação de aviões pela Embraer na China, e no campo aeroespacial e de lançamento de satélites, entre outros.
Quanto à diversificação do comércio exterior entre os dois países, o funcionário apontou que seu país quer exportar mais produtos agropecuários e de alto valor agregado à China. "Não há nenhum mal para o Brasil exportar produtos agrícolas e minerais ao país asiático, mas que pelo menos os produtos tenham um valor agregado maior. O Brasil não quer se tornar um mero país exportador de matéria-prima", disse.
Sobre as relações culturais entre os dois países, o funcionário brasileiro disse concordar que as relações bilaterais não devem se resumir e se limitar a relações econômicas e comerciais. O Brasil tem um rica cultura, mas que não é conhecida amplamente na China, enquanto os brasileiros sempre falam em crescimento econômco quando se referem à China e conhecem muito pouco de sua diversidade cultural. O funcionário assinalou que as relações governamentais não se devem direcionadas apenas por assuntos econômicos e comerciais, sugerindo que as cidades e estados criem centros culturais, através dos quais "o Brasil fique na China e a China fique no Brasil".
Fonte: Agência Xinhua
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
0 comentáriosCidades brasileiras anfitriãs da Copa do Mundo e Olimpíadas esperam cooperar com a China
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
0 comentáriosCorinthians adia contratação de jogador chinês para dezembro
O Corinthians ainda não desistiu da contratação de um jogador chinês para alavancar a imagem do clube internacionalmente. De acordo com o diretor de marketing do time do Parque São Jorge, Luis Paulo Rosenberg, a negociação com o mercado da China ficou para dezembro.
A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta terça-feira pela Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
"O negócio foi adiado. O jogador que poderíamos contratar era muito fraco para o Corinthians. Eu quero fazer marketing, mas não podemos contratar um jogador ruim", disse o dirigente.
No entanto, o sucesso da contratação de um chinês dependerá da vontade do sucessor de Andres Sanchez na presidência do Corinthians. Andres já disse que deixará o cargo em dezembro, mesmo se as eleições acontecerem apenas em 2012.
O interesse do departamento de marketing do Corinthians na contratação de um jogador chinês foi ironizado pelo rival São Paulo.
"O São Paulo está muito bem no marketing, como sempre. A coisa está feia é do lado de lá, para falarem em contratar um chinês", disse o vice-presidente de comunicação e marketing do time do Morumbi, Julio Casares.
Fonte: Folha de São Paulo
A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta terça-feira pela Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
"O negócio foi adiado. O jogador que poderíamos contratar era muito fraco para o Corinthians. Eu quero fazer marketing, mas não podemos contratar um jogador ruim", disse o dirigente.
No entanto, o sucesso da contratação de um chinês dependerá da vontade do sucessor de Andres Sanchez na presidência do Corinthians. Andres já disse que deixará o cargo em dezembro, mesmo se as eleições acontecerem apenas em 2012.
O interesse do departamento de marketing do Corinthians na contratação de um jogador chinês foi ironizado pelo rival São Paulo.
"O São Paulo está muito bem no marketing, como sempre. A coisa está feia é do lado de lá, para falarem em contratar um chinês", disse o vice-presidente de comunicação e marketing do time do Morumbi, Julio Casares.
Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
0 comentáriosSucesso no Tênis justifica prioridade do mercado chinês
Desde o sucesso de Li Na em Roland Garros no último mês, o tênis tem desfrutado de um pico de popularidade na China. A WTA (Associação de Tênis Feminino) já considera agora a região da Ásia-Pacífico como uma de suas principais áreas de crescimento.
A WTA criou o seu escritório em Beijing em 2008. Foi um evento marcante para a associação e um sinal de suas intenções na região Ásia-Pacífico. O escritório foi criado como parte do projeto da WTA de entrar em promissores mercados emergentes.
Desde a sua entrada no mercado chinês, o tênis feminino tem explodido em popularidade. Em grande parte, graças ao sucesso das tenistas da China em torneios Grand Slam da WTA nos últimos anos.
A China tem atualmente quatro jogadoras no top 100 do ranking mundial do tênis feminino. O recente triunfo no Aberto da França assegurou que Li Na se tornasse um ídolo do esporte chinês em apenas uma noite. Além disso, ela catapultou o tênis para o topo da prioridade da consciência esportiva da China.
Fabrice Choquet é o diretor-geral do escritório Ásia-Pacífico da WTA em Beijing. Ele acredita que o triunfo de Li Na em Paris foi crucial para o desenvolvimento contínuo do esporte na China.
"O sucesso de Li Na é realmente uma transição para o tênis se tornar um dos maiores esportes na China. E este é o tipo de vitória esportiva que interessa não só às pessoas que seguem o tênis, mas também às pessoas comuns."
Choquet diz que a região Ásia-Pacífico, e particularmente a China, é atualmente a prioridade do desenvolvimento da WTA.
"A vitória de Li Na vai elevar o tênis feminino a um novo nível de popularidade na China. E, sem dúvida, o primeiro sucesso de Li Na em um Grande Slam vai impulsionar todos os nossos projetos."
O impulso na popularidade de tênis nos últimos anos também pode ser atribuído ao perfil ascendente do Aberto da China. A competição de nove dias é classificada como uma parada obrigatória para os tenistas de elite.
"Desde o estabelecimento do escritório, em 2008, as atividades e os projetos da WTA têm crescido consideravelmente na China. A WTA organizou campeonatos de tênis em duas cidades no país em 2008. Neste ano, planejamos em quatro cidades. É um programa essencial para o desenvolvimento de tênis na China. E ainda estamos trabalhando muito no desenvolvimento do Aberto Internacional Feminino em Guanzhou que é o nosso segundo torneio na China".
Os números mostram que a popularidade do tênis está realmente em expansão na China. Por exemplo, a recente final do Aberto francês, em que Li Na derrotou a italiana Francesca Schiavone para se tornar a primeira campeã de Grand Slam da China, foi assistida por 160 milhões de espectadores de TV. Foi o evento esportivo mais assistido do ano na China.
O tênis na China parece ser destinado a um futuro brilhante. Fabrice Choquet está igualmente otimista sobre o potencial para o sucesso no tênis chinês e sugeriu que não é muito cedo para a China reivindicar o posto de número um do mundo.
"O futuro do tênis feminino na China é brilhante, pois há muitos esforços dedicados no seu desenvolvimento. Todos os envolvidos no desenvolvimento do tênis na China estão priorizando o desenvolvimento desses atletas. Eu acho que as condições são excelentes. E a China terá uma número um do mundo no futuro próximo. "
Fonte: CRI On Line
A WTA criou o seu escritório em Beijing em 2008. Foi um evento marcante para a associação e um sinal de suas intenções na região Ásia-Pacífico. O escritório foi criado como parte do projeto da WTA de entrar em promissores mercados emergentes.
Desde a sua entrada no mercado chinês, o tênis feminino tem explodido em popularidade. Em grande parte, graças ao sucesso das tenistas da China em torneios Grand Slam da WTA nos últimos anos.
A China tem atualmente quatro jogadoras no top 100 do ranking mundial do tênis feminino. O recente triunfo no Aberto da França assegurou que Li Na se tornasse um ídolo do esporte chinês em apenas uma noite. Além disso, ela catapultou o tênis para o topo da prioridade da consciência esportiva da China.
Fabrice Choquet é o diretor-geral do escritório Ásia-Pacífico da WTA em Beijing. Ele acredita que o triunfo de Li Na em Paris foi crucial para o desenvolvimento contínuo do esporte na China.
"O sucesso de Li Na é realmente uma transição para o tênis se tornar um dos maiores esportes na China. E este é o tipo de vitória esportiva que interessa não só às pessoas que seguem o tênis, mas também às pessoas comuns."
Choquet diz que a região Ásia-Pacífico, e particularmente a China, é atualmente a prioridade do desenvolvimento da WTA.
"A vitória de Li Na vai elevar o tênis feminino a um novo nível de popularidade na China. E, sem dúvida, o primeiro sucesso de Li Na em um Grande Slam vai impulsionar todos os nossos projetos."
O impulso na popularidade de tênis nos últimos anos também pode ser atribuído ao perfil ascendente do Aberto da China. A competição de nove dias é classificada como uma parada obrigatória para os tenistas de elite.
"Desde o estabelecimento do escritório, em 2008, as atividades e os projetos da WTA têm crescido consideravelmente na China. A WTA organizou campeonatos de tênis em duas cidades no país em 2008. Neste ano, planejamos em quatro cidades. É um programa essencial para o desenvolvimento de tênis na China. E ainda estamos trabalhando muito no desenvolvimento do Aberto Internacional Feminino em Guanzhou que é o nosso segundo torneio na China".
Os números mostram que a popularidade do tênis está realmente em expansão na China. Por exemplo, a recente final do Aberto francês, em que Li Na derrotou a italiana Francesca Schiavone para se tornar a primeira campeã de Grand Slam da China, foi assistida por 160 milhões de espectadores de TV. Foi o evento esportivo mais assistido do ano na China.
O tênis na China parece ser destinado a um futuro brilhante. Fabrice Choquet está igualmente otimista sobre o potencial para o sucesso no tênis chinês e sugeriu que não é muito cedo para a China reivindicar o posto de número um do mundo.
"O futuro do tênis feminino na China é brilhante, pois há muitos esforços dedicados no seu desenvolvimento. Todos os envolvidos no desenvolvimento do tênis na China estão priorizando o desenvolvimento desses atletas. Eu acho que as condições são excelentes. E a China terá uma número um do mundo no futuro próximo. "
Fonte: CRI On Line
quarta-feira, 18 de maio de 2011
0 comentáriosClube com mais brasileiros é o líder do Campeonato Chinês
Enquanto Shandong Luneng de Obina patina, o clube que mais contratou brasileiros lidera o Campeonato Chinês, que conta com 16 equipes.
Com seis rodadas, o Guangzhou Evergrande soma 14 pontos, quatro à frente do Shandong, e tem o artilheiro do campeonato, o brasileiro Cléo, que atuava na Sérvia, com cinco gols. O time conta com Renato Cajá (ex-Botafogo), Muriqui (ex-Atlético-MG) e Paulão (ex-Grêmio).
É a primeira vez que vários brasileiros vindos de grandes clubes atuam ao mesmo tempo na China. Antes, o país era representado por nomes desconhecidos, como Marcelo Marmelo e Everson Ratinho.
Tecnicamente inferior a Coreia do Sul e Japão, o futebol chinês sofreu escândalos de manipulação de resultados que terminaram com a prisão de árbitros e até de dois vice-presidentes da Associação de Futebol da China.
O país tem liga profissional desde 1994 e só foi uma vez à Copa do Mundo, em 2002. No grupo do Brasil, caiu logo na primeira fase, sem marcar gols.
Fonte: Folha.com
Com seis rodadas, o Guangzhou Evergrande soma 14 pontos, quatro à frente do Shandong, e tem o artilheiro do campeonato, o brasileiro Cléo, que atuava na Sérvia, com cinco gols. O time conta com Renato Cajá (ex-Botafogo), Muriqui (ex-Atlético-MG) e Paulão (ex-Grêmio).
É a primeira vez que vários brasileiros vindos de grandes clubes atuam ao mesmo tempo na China. Antes, o país era representado por nomes desconhecidos, como Marcelo Marmelo e Everson Ratinho.
Tecnicamente inferior a Coreia do Sul e Japão, o futebol chinês sofreu escândalos de manipulação de resultados que terminaram com a prisão de árbitros e até de dois vice-presidentes da Associação de Futebol da China.
O país tem liga profissional desde 1994 e só foi uma vez à Copa do Mundo, em 2002. No grupo do Brasil, caiu logo na primeira fase, sem marcar gols.
Fonte: Folha.com
terça-feira, 17 de maio de 2011
0 comentáriosEx-Palmeiras, Obina enfrenta barreiras para viver na China
Dono da camisa 10, Obina desembarcou na China como ídolo do atual campeão chinês, o Shandong Luneng.
Porém o isolamento numa cidade praticamente sem estrangeiros tem sido um duro teste para o atacante baiano e para sua família.
Já são dois meses em Jinan, uma nada cosmopolita cidade de 2 milhões de habitantes a 500 km ao sul de Pequim. Obina (ex-Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG) veio com a mulher, Luciene, e a filha de quatro anos, Sayonara.
A minúscula comunidade brasileira tem o zagueiro Renato Silva, 27, ex-São Paulo, que vive um drama pessoal: a mulher, Vanessa, está grávida e decidiu voltar ao Rio para ter o bebê, que deve nascer em julho. Ela planeja retornar sete meses depois. Será um baque para todos. A mais extrovertida é também a única que fala inglês. "Eu me sinto como o centro do grupo, a que tem de estar atenta a tudo", revelou.
A Folha acompanhou a vitória do time de Obina por 1 a 0 contra o Jiangsu, no último dia 7. O jogo foi no bem cuidado estádio da cidade. Com capacidade para 40 mil pessoas, teve um público de só 10.156 pagantes num sábado à tarde. Todos sob a forte vigilância tanto de policiais como de militares fardados.
A torcida parece gostar de Obina, artilheiro do clube neste ano, com cinco gols. Naquele dia, mesmo entrando só no segundo tempo e com uma atuação discreta, foi o único da equipe a ser homenageado com duas faixas e ter seu nome gritado pela pequena torcida organizada.
"O Obina não está gordo, ele é forte", disse o torcedor Ma Liandao, que foi ao estádio com a bandeira do Brasil, ecoando na China uma crítica recorrente ao longo da carreira do atacante de 28 anos.
Dentro de campo, as primeiras semanas foram mais difíceis. A má atuação no primeiro mês fez até surgirem rumores na imprensa local de que o jogador era na verdade um irmão de Obina.
A situação melhorou com os gols. Entre outros, anotou dois numa mesma partida do Campeonato Chinês e ainda fez um de letra pela Copa dos Campeões da Ásia.
O time, porém, está em crise. Eliminado logo na primeira fase da Copa dos Campeões asiática, principal objetivo do ano, acaba de demitir o técnico croata Branko Ivankovic, com quem Obina e Renato se comunicavam por meio de dois intérpretes: do croata ao mandarim e do mandarim ao espanhol. Não há tradutor para o português.
"O tradutor é apenas na hora de falar com o treinador", diz Obina. "Eu não sei nem qual é a posição do Shandong no campeonato [está em oitavo], não dá pra ver a tabela nos jornais."
"A tradução muitas vezes é ruim", conta Renato. "Uma vez o intérprete me disse: 'Você tem de cabecear'".
Fora do clube, a barreira da língua é ainda maior. Para ir às compras, as mulheres vão apenas com um motorista, que não fala inglês.
"Somos mestres em mímica", diz Vanessa. "Quando vou pedir carne, falo 'muu', e 'no au-au'", conta. Todos moram em apartamentos do próprio clube, num prédio longe de áreas comerciais, mas ao lado do centro de treinamento.
Sem canais em português e com uma TV a cabo que quase nunca funciona, a diversão de Obina e Renato tem sido o vídeo game XBox, que jogam em linha com Ricardo, jogador português.
A comida é um capítulo à parte. "Eu, que sou baiano, me surpreendi com a pimenta. A comida deles é mais quente", falou Obina.
Depois de uma frustrada incursão a uma churrascaria chinesa, onde havia até couve-flor no espeto, o grupo só come em três restaurantes da cidade: McDonald's, Pizza Hut e um de comida italiana. A maior parte das refeições é feita em casa.
Obina e Renato, no entanto, já são até veteranos se comparados ao atacante neozelandês Shane Smeltz. Contratado em julho do ano passado, ele se apavorou ao conhecer Jinan. Aguentou apenas cinco dias na cidade.
Fonte: Folha.com
Porém o isolamento numa cidade praticamente sem estrangeiros tem sido um duro teste para o atacante baiano e para sua família.
Já são dois meses em Jinan, uma nada cosmopolita cidade de 2 milhões de habitantes a 500 km ao sul de Pequim. Obina (ex-Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG) veio com a mulher, Luciene, e a filha de quatro anos, Sayonara.
A minúscula comunidade brasileira tem o zagueiro Renato Silva, 27, ex-São Paulo, que vive um drama pessoal: a mulher, Vanessa, está grávida e decidiu voltar ao Rio para ter o bebê, que deve nascer em julho. Ela planeja retornar sete meses depois. Será um baque para todos. A mais extrovertida é também a única que fala inglês. "Eu me sinto como o centro do grupo, a que tem de estar atenta a tudo", revelou.
A Folha acompanhou a vitória do time de Obina por 1 a 0 contra o Jiangsu, no último dia 7. O jogo foi no bem cuidado estádio da cidade. Com capacidade para 40 mil pessoas, teve um público de só 10.156 pagantes num sábado à tarde. Todos sob a forte vigilância tanto de policiais como de militares fardados.
A torcida parece gostar de Obina, artilheiro do clube neste ano, com cinco gols. Naquele dia, mesmo entrando só no segundo tempo e com uma atuação discreta, foi o único da equipe a ser homenageado com duas faixas e ter seu nome gritado pela pequena torcida organizada.
"O Obina não está gordo, ele é forte", disse o torcedor Ma Liandao, que foi ao estádio com a bandeira do Brasil, ecoando na China uma crítica recorrente ao longo da carreira do atacante de 28 anos.
Dentro de campo, as primeiras semanas foram mais difíceis. A má atuação no primeiro mês fez até surgirem rumores na imprensa local de que o jogador era na verdade um irmão de Obina.
A situação melhorou com os gols. Entre outros, anotou dois numa mesma partida do Campeonato Chinês e ainda fez um de letra pela Copa dos Campeões da Ásia.
O time, porém, está em crise. Eliminado logo na primeira fase da Copa dos Campeões asiática, principal objetivo do ano, acaba de demitir o técnico croata Branko Ivankovic, com quem Obina e Renato se comunicavam por meio de dois intérpretes: do croata ao mandarim e do mandarim ao espanhol. Não há tradutor para o português.
"O tradutor é apenas na hora de falar com o treinador", diz Obina. "Eu não sei nem qual é a posição do Shandong no campeonato [está em oitavo], não dá pra ver a tabela nos jornais."
"A tradução muitas vezes é ruim", conta Renato. "Uma vez o intérprete me disse: 'Você tem de cabecear'".
Fora do clube, a barreira da língua é ainda maior. Para ir às compras, as mulheres vão apenas com um motorista, que não fala inglês.
"Somos mestres em mímica", diz Vanessa. "Quando vou pedir carne, falo 'muu', e 'no au-au'", conta. Todos moram em apartamentos do próprio clube, num prédio longe de áreas comerciais, mas ao lado do centro de treinamento.
Sem canais em português e com uma TV a cabo que quase nunca funciona, a diversão de Obina e Renato tem sido o vídeo game XBox, que jogam em linha com Ricardo, jogador português.
A comida é um capítulo à parte. "Eu, que sou baiano, me surpreendi com a pimenta. A comida deles é mais quente", falou Obina.
Depois de uma frustrada incursão a uma churrascaria chinesa, onde havia até couve-flor no espeto, o grupo só come em três restaurantes da cidade: McDonald's, Pizza Hut e um de comida italiana. A maior parte das refeições é feita em casa.
Obina e Renato, no entanto, já são até veteranos se comparados ao atacante neozelandês Shane Smeltz. Contratado em julho do ano passado, ele se apavorou ao conhecer Jinan. Aguentou apenas cinco dias na cidade.
Fonte: Folha.com
segunda-feira, 18 de abril de 2011
0 comentáriosNa sua melhor corrida do ano, Massa novamente supera Alonso
Após uma bela apresentação na Malásia, há uma semana, Felipe Massa voltou a mostrar uma excelente performance na China.
Apesar de ter recebido a bandeirada em sexto, o brasileiro lutou de igual para igual com a Red Bull de Sebastian Vettel e, pelo segundo final de semana seguido, ficou à frente do companheiro, Fernando Alonso.
"Foi uma corrida fantástica, sem dúvida a melhor do ano e possivelmente a melhor desde o ano passado. Foi um pecado ter perdido tantas posições no fim", declarou Massa, segundo até a 43ª das 56 voltas.
Com sua Ferrari equipada com compostos duros na parte final da prova, o rendimento do brasileiro caiu, o que o impediu de lutar com os pilotos que vinham de três pits, com pneus novos. Massa acabou superado por Lewis Hamilton, Jenson Button e Mark Webber.
"Claro que é fácil olhar agora e dizer que talvez com três paradas tivesse sido melhor, mas agora temos que sentar e analisar por que a diferença dos pneus é tão grande", disse Massa.
Alonso, que completou a corrida uma posição atrás, em sétimo, culpou sua largada e Michael Schumacher pelo resultado.
"Larguei mal, e o Felipe me passou. Quase perdi a posição também para uma Force India", disse o espanhol, que saiu em quinto, à frente de Massa, sexto.
"Depois, fiquei preso atrás do Michael após fazer meu primeiro pit stop. Como o ritmo dele era muito lento, perdi contato com o grupo da frente. Mas, mesmo com uma estratégia de três paradas, imagino que o resultado teria sido o mesmo", completou Alonso, que tem apenas dois pontos a mais que Massa na classificação: 26 a 24.
Fonte: Folha.com
Apesar de ter recebido a bandeirada em sexto, o brasileiro lutou de igual para igual com a Red Bull de Sebastian Vettel e, pelo segundo final de semana seguido, ficou à frente do companheiro, Fernando Alonso.
"Foi uma corrida fantástica, sem dúvida a melhor do ano e possivelmente a melhor desde o ano passado. Foi um pecado ter perdido tantas posições no fim", declarou Massa, segundo até a 43ª das 56 voltas.
Com sua Ferrari equipada com compostos duros na parte final da prova, o rendimento do brasileiro caiu, o que o impediu de lutar com os pilotos que vinham de três pits, com pneus novos. Massa acabou superado por Lewis Hamilton, Jenson Button e Mark Webber.
"Claro que é fácil olhar agora e dizer que talvez com três paradas tivesse sido melhor, mas agora temos que sentar e analisar por que a diferença dos pneus é tão grande", disse Massa.
Alonso, que completou a corrida uma posição atrás, em sétimo, culpou sua largada e Michael Schumacher pelo resultado.
"Larguei mal, e o Felipe me passou. Quase perdi a posição também para uma Force India", disse o espanhol, que saiu em quinto, à frente de Massa, sexto.
"Depois, fiquei preso atrás do Michael após fazer meu primeiro pit stop. Como o ritmo dele era muito lento, perdi contato com o grupo da frente. Mas, mesmo com uma estratégia de três paradas, imagino que o resultado teria sido o mesmo", completou Alonso, que tem apenas dois pontos a mais que Massa na classificação: 26 a 24.
Fonte: Folha.com
quinta-feira, 14 de abril de 2011
0 comentáriosMassa recupera confiança e demonstra otimismo para GP da China
Os treinos livres desta sexta-feira, em Xangai, serão usados em boa parte para Ferrari testar as novidades que trouxe para a China. Segundo Felipe Massa, porém, dificilmente as novas partes farão uma diferença muito significativa.
"Vamos testar uma nova asa dianteira, mas não acho que a diferença vai ser muito grande", disse o piloto brasileiro.
Apesar da desvantagem para a Red Bull, Massa chegou a Xangai empolgado com seu bom desempenho em Sepang, há uma semana. "Um resultado bom é sempre importante e claro que me dá mais vontade de estar na briga. Sei do que sou capaz", falou o ferrarista.
"Fiz duas boas largadas, tanto na Malásia quanto na Austrália, e na última corrida pude mostrar um ritmo forte, completamente diferente e isso só indica que estamos no caminho certo", completou.
Fonte: Folha.com
"Vamos testar uma nova asa dianteira, mas não acho que a diferença vai ser muito grande", disse o piloto brasileiro.
Apesar da desvantagem para a Red Bull, Massa chegou a Xangai empolgado com seu bom desempenho em Sepang, há uma semana. "Um resultado bom é sempre importante e claro que me dá mais vontade de estar na briga. Sei do que sou capaz", falou o ferrarista.
"Fiz duas boas largadas, tanto na Malásia quanto na Austrália, e na última corrida pude mostrar um ritmo forte, completamente diferente e isso só indica que estamos no caminho certo", completou.
Fonte: Folha.com
domingo, 13 de março de 2011
0 comentáriosBotafogo libera Renato Cajá para jogar em clube chinês
A diretoria do Botafogo anunciou nesta terça-feira que liberou o meia Renato Cajá, destaque do time neste início de ano, para negociar com o clube Guangzhou Evergrande Football Club, da China.
Renato, que não treinou com os companheiros de time nesta terça, fará exames médicos no clube estrangeiro antes de confirmar sua saída do Botafogo. A diretoria carioca não divulgou os valores da negociação.
O jogador, que tinha contrato até o final do ano, se tornou o principal armador do Botafogo neste início de temporada. Ele assumiu o lugar de Lúcio Flávio e vinha agradando a torcida e o técnico Joel Santana.
Renato Cajá chegou ao Botafogo no ano passado, após rápida passagem pelo Grêmio. Durante o Campeonato Brasileiro, foi reserva de Lúcio Flávio, depois da lesão de Maicosuel. Neste ano, ele assumiu a vaga na equipe titular com a saída de Flávio.
Fonte: Agência Estado
Renato, que não treinou com os companheiros de time nesta terça, fará exames médicos no clube estrangeiro antes de confirmar sua saída do Botafogo. A diretoria carioca não divulgou os valores da negociação.
O jogador, que tinha contrato até o final do ano, se tornou o principal armador do Botafogo neste início de temporada. Ele assumiu o lugar de Lúcio Flávio e vinha agradando a torcida e o técnico Joel Santana.
Renato Cajá chegou ao Botafogo no ano passado, após rápida passagem pelo Grêmio. Durante o Campeonato Brasileiro, foi reserva de Lúcio Flávio, depois da lesão de Maicosuel. Neste ano, ele assumiu a vaga na equipe titular com a saída de Flávio.
Fonte: Agência Estado
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
0 comentáriosXangai anuncia GP da F1 até 2017
Xangai prorrogou por sete anos o contrato para realizar o GP da China de Fórmula 1, apesar da escassez de público na última edição, informaram os organizadores.
A cidade continuará realizando a corrida pelo menos até 2017, e os organizadores prometeram reduzir o valor dos ingressos, entre outras medidas para atrair mais espectadores.
"A F1 é um cartão de visitas para Xangai", disse o vice-prefeito Zhao Wen ao jornal Shanghai Daily. "Estou confiante no sucesso do evento nos próximos anos."
O GP da China atraiu cerca de 260 mil espectadores no seu primeiro ano, em 2004, e 270 mil no ano seguinte. Desde então, no entanto, o público vinha caindo, chegando a 155 mil em 2010.
"Aprendemos que os ingressos caros afastam os torcedores, e vamos tentar melhorar a situação nos próximos anos", disse Chen Yiping, vice-diretor do Departamento de Esportes de Xangai.
Os melhores ingressos serão vendidos neste ano a valores de 1.980 a 3.280 yuans (300-500 dólares). No ano passado, custaram 3.580 a 3.980 yuans.
Uma nova estação de metrô será inaugurada perto do circuito, para facilitar o acesso.
O GP da China está marcado para 17 de abril. A temporada da F1 começa em 13 de março no Barein, mas há temores de que a prova possa ser cancelada devido aos distúrbios nesse país árabe.
Fonte: Agência Estado
A cidade continuará realizando a corrida pelo menos até 2017, e os organizadores prometeram reduzir o valor dos ingressos, entre outras medidas para atrair mais espectadores.
"A F1 é um cartão de visitas para Xangai", disse o vice-prefeito Zhao Wen ao jornal Shanghai Daily. "Estou confiante no sucesso do evento nos próximos anos."
O GP da China atraiu cerca de 260 mil espectadores no seu primeiro ano, em 2004, e 270 mil no ano seguinte. Desde então, no entanto, o público vinha caindo, chegando a 155 mil em 2010.
"Aprendemos que os ingressos caros afastam os torcedores, e vamos tentar melhorar a situação nos próximos anos", disse Chen Yiping, vice-diretor do Departamento de Esportes de Xangai.
Os melhores ingressos serão vendidos neste ano a valores de 1.980 a 3.280 yuans (300-500 dólares). No ano passado, custaram 3.580 a 3.980 yuans.
Uma nova estação de metrô será inaugurada perto do circuito, para facilitar o acesso.
O GP da China está marcado para 17 de abril. A temporada da F1 começa em 13 de março no Barein, mas há temores de que a prova possa ser cancelada devido aos distúrbios nesse país árabe.
Fonte: Agência Estado
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
0 comentáriosAtacante brasileiro Cleo é contratado pelo Evergrande Futebol Clube de Guangzhou
O atacante brasileiro Cleo assinou na quarta-feira um contrato de quatro anos com o time chinês Evergrande Futebol Clube de Guangzhou. A transferência custou ao clube 3,2 milhões de euros, um novo recorde na história da liga de futebol chinesa.
A vinda do atacante de 25 anos foi revelada pelo técnico e dirigentes do clube.
Cleo marcou 10 gols em 12 jogos na Liga dos Campeões Europeia, ajudando o Partizan da Sérvia a se classificar, mas a transferência encerra seus esforços nos maiores campeonatos entre clubes.
"Nenhuma chance de voltar a jogar na Liga dos Campeões da Europa? Sem problemas! A Liga dos Campeões da AFC é tão competitiva quanto à Europeia, estou pronto para novos desafios", disse Cleo.
Cleo marcou dois gols em dois jogos contra o gigante clube inglês Arsenal, tornando-o atrativo a alguns dos maiores clubes da Primeira Liga, LFP e Lega Calcio. A mídia inglesa ainda divulgou que o desempenho de Cleo motivou o diretor do Liverpool a oferecer um preço para contratá-lo.
No entanto, o clube chinês venceu a guerra pelo brasileiro.
"Esta foi a mais árdua negociação que vivi", disse o presidente do Evergrande FC, Liu Yongzhuo. "Mas é uma experiência valiosa para os clubes chineses de futebol em seus esforços para trazer jogadores de primeira linha".
O Evergrande, uma empresa chinesa de propriedade de imóveis, mostrou suas ambições em relação ao futebol após assumir a direção do clube em 2010. Em seguida foi tomada uma série de medidas ousadas, como reformas administrativa e de comercialização. A inclusão de outro jogador brasileiro, Muriqui, custou ao clube US$ 3,5 milhões em 2010.
Fonte: CRI OnLine
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
0 comentáriosJaime Pacheco é o novo técnico do Beijing Guo'an
Vários jornais de Beijing dedicaram páginas inteiras à chegada do técnico português Jaime Pacheco ao clube de futebol da capital, o Beijing Guo'an.
"Agora somos uma família", disse Jaime Pacheco e estampou o Beijing News, um dos diários mais populares da cidade.
O técnico português foi apresentado à imprensa chinesa na última quarta-feira (5) e já no dia seguinte partiu para Kunming, no sudeste da China, onde o Beijing Guo' an fará sua pré-temporada.
Jaime Pacheco disse que sua meta é trazer de volta à galeria do clube o título de campeão da Superliga Chinesa, perdido na última temporada.
"O primeiro dia de 'Pa Qie Ke' (pronúncia em chinês de "Pacheco") foi dominado pela ambição", comentou um jornal de Pequim. Outro realçou que Jaime Pacheco "começou a trabalhar com esperança". O Diário da Juventude de Pequim, entretanto, questionou a contratação do técnico português, publicando que ela "levanta uma série de interrogações". "Temos de ser prudentes acerca da capacidade dele como técnico. Ele não ganhou nada além de uma única liga em Portugal", destacou o Diário da Juventude.
Na entrevista concedida à imprensa, Jaime Pacheco mostrou-se entusiasmado com o contrato de um ano assinado com o Beijing Guo'an. Ele disse:
"A minha expectativa é grande. Sinto que existe aqui uma estrutura muito sólida, apoiada em muitos e torcedores fervorosos, e uma diretoria que me transmitiu confiança."
A Superliga chinesa, disputada por 16 equipas, começa em 02 de abril. Fundado em 1992, ano em que a China profissionalizou seu futebol, o clube onde Jaime Pacheco vai trabalhar é uma parceria entre a empresa Guo'an, do consórcio estatal Citic, e o governo municipal de Pequim. A equipe, uma das mais famosas do país, venceu a Superliga em 2009.
O técnico português revelou: "Não podia ficar indiferente ao forte desejo do Guo'an em ter meus serviços. Me senti muito atraído em trabalhar num clube que tradicionalmente luta para vencer todas as competições de que participa. Foi campeão em 2009 e pretende ser de novo em 2011. Espero poder dar essa alegria".
Numa outra entrevista, Pacheco disse que acompanha o futebol asiático desde o Mundial da Coreia do Sul e Japão em 2002. Àquela altura, se surpreendeu com a boa qualidade técnica dos clubes e jogadores do continente. O futebol da Ásia vive um momento de desenvolvimento rápido e, paulatinamente, está reduzindo a diferença técnica em relação à Europa. Ele afirmou na entrevista estar muito contente por treinar um time asiático.
Após vários dias de convivência com os jogadores do Beijing Guo'an, Pacheco se revelou surpreendido com a qualidade dos jogadores do clube. Ele disse:
"Mantenho bom relacionamento com Cristiano Ronaldo. Todos vêem sua excelente forma física. Mas, na realidade, o sucesso dele depende de um rigoroso treinamento. Tenho de confessar que alguns jogadores com cerca de 30 anos do Guo'an me impressionaram muito."
Fonte: CRI On line
"Agora somos uma família", disse Jaime Pacheco e estampou o Beijing News, um dos diários mais populares da cidade.
O técnico português foi apresentado à imprensa chinesa na última quarta-feira (5) e já no dia seguinte partiu para Kunming, no sudeste da China, onde o Beijing Guo' an fará sua pré-temporada.
Jaime Pacheco disse que sua meta é trazer de volta à galeria do clube o título de campeão da Superliga Chinesa, perdido na última temporada.
"O primeiro dia de 'Pa Qie Ke' (pronúncia em chinês de "Pacheco") foi dominado pela ambição", comentou um jornal de Pequim. Outro realçou que Jaime Pacheco "começou a trabalhar com esperança". O Diário da Juventude de Pequim, entretanto, questionou a contratação do técnico português, publicando que ela "levanta uma série de interrogações". "Temos de ser prudentes acerca da capacidade dele como técnico. Ele não ganhou nada além de uma única liga em Portugal", destacou o Diário da Juventude.
Na entrevista concedida à imprensa, Jaime Pacheco mostrou-se entusiasmado com o contrato de um ano assinado com o Beijing Guo'an. Ele disse:
"A minha expectativa é grande. Sinto que existe aqui uma estrutura muito sólida, apoiada em muitos e torcedores fervorosos, e uma diretoria que me transmitiu confiança."
A Superliga chinesa, disputada por 16 equipas, começa em 02 de abril. Fundado em 1992, ano em que a China profissionalizou seu futebol, o clube onde Jaime Pacheco vai trabalhar é uma parceria entre a empresa Guo'an, do consórcio estatal Citic, e o governo municipal de Pequim. A equipe, uma das mais famosas do país, venceu a Superliga em 2009.
O técnico português revelou: "Não podia ficar indiferente ao forte desejo do Guo'an em ter meus serviços. Me senti muito atraído em trabalhar num clube que tradicionalmente luta para vencer todas as competições de que participa. Foi campeão em 2009 e pretende ser de novo em 2011. Espero poder dar essa alegria".
Numa outra entrevista, Pacheco disse que acompanha o futebol asiático desde o Mundial da Coreia do Sul e Japão em 2002. Àquela altura, se surpreendeu com a boa qualidade técnica dos clubes e jogadores do continente. O futebol da Ásia vive um momento de desenvolvimento rápido e, paulatinamente, está reduzindo a diferença técnica em relação à Europa. Ele afirmou na entrevista estar muito contente por treinar um time asiático.
Após vários dias de convivência com os jogadores do Beijing Guo'an, Pacheco se revelou surpreendido com a qualidade dos jogadores do clube. Ele disse:
"Mantenho bom relacionamento com Cristiano Ronaldo. Todos vêem sua excelente forma física. Mas, na realidade, o sucesso dele depende de um rigoroso treinamento. Tenho de confessar que alguns jogadores com cerca de 30 anos do Guo'an me impressionaram muito."
Fonte: CRI On line
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
0 comentáriosTermina em Guangzhou 16ª edição dos Jogos Asiáticos
Depois de 16 dias de festa, a cidade chinesa de Guangzhou dá adeus aos Jogos Asiáticos. A cerimônia de encerramento da 16ª edição do evento contou com importantes presenças, como a de Liu Yandong, conselheira de Estado e membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, e de Sheikh Talal Al-Fahad Al-Ahmed Al Sabah, presidente do Comitê Olímpico Asiático.

O evento foi aberto por um coro infantil que interpretou uma tradicional canção de Guangdong para crianças. Diferente da cerimônia de abertura, na de encerramento o tom foi dado por shows de música e dança que contagiaram os presentes. Artistas de toda a Ásia mostraram hábitos, costumes e belezas de todos os países e regiões do continente.
Vinte mil espectadores não puderam resistir ao som da música animada, curtindo, com os artistas, o leque de atrações. Nem o anúncio do fim da festa fez com que eles deixassem o estádio, ávidos por registrar todos os momentos na máquina fotográfica e na memória.
Após os shows, foi a vez do presidente do Comitê Olímpico Asiático, Sheikh Talal Al-Fahad Al-Ahmed Al Sabah, fazer um discurso para selar o fim da 16ª edição dos Jogos Asiáticos. Ele destacou o sucesso do evento e disse que ele será guardado na história da competição "como um tesouro". Ele agradeceu ainda o apoio do governo e da sociedade chinesa e de todos os amigos que contribuíram com o sucesso dos jogos. Ele disse em seu discurso:
"Agradeço a todos os atletas, funcionários técnicos, oficiais das delegações e a todos os participantes. O talento deles, performance e entusiasmo pelo esporte é elogiável. O moral esportivo e espírito de grupo desses atletas é contagiante e faz com que acreditemos que tudo é possível. De volta a seus países, esperamos que vocês continuem desenvolvendo o espírito dos Jogos Asiáticos, a amizade, tolerância e a compreensão."
Após o discurso, Sheikh Talal Al-Fahad Al-Ahmed Al Saba deu por encerrada a 16ª edição dos Jogos Asiáticos. Após a transferência da tocha e da bandeira do Comitê Olímpico Asiático da cidade de Guangzhou para a cidade sul-coreana de Inchon, a pira foi apagada.

Mesmo com seu fim, os Jogos Asiáticos de Guangzhou serão lembrados para sempre. Esta foi a edição de maior envergadura da história da competição. Trinta e seis países e regiões conquistaram medalhas nas 42 modalidades disputadas. Todos os atletas demonstraram espírito esportivo e emocionaram o continente.
Os atletas que dão adeus à Guangzhou também não conseguem esconderem a emoção. Farhan Mehboob, integrante da equipe de hóquei do Paquistão, disse à reportagem: "Guangzhou é uma cidade maravilhosa e estou muito contente por ter competido aqui. A China é um país grandioso e as pessoas são muito simpáticas. Aproveitei tudo de Guangzhou e vou lembrar para sempre dos dias que vivi aqui."
Fonte: CRI On Line

O evento foi aberto por um coro infantil que interpretou uma tradicional canção de Guangdong para crianças. Diferente da cerimônia de abertura, na de encerramento o tom foi dado por shows de música e dança que contagiaram os presentes. Artistas de toda a Ásia mostraram hábitos, costumes e belezas de todos os países e regiões do continente.
Vinte mil espectadores não puderam resistir ao som da música animada, curtindo, com os artistas, o leque de atrações. Nem o anúncio do fim da festa fez com que eles deixassem o estádio, ávidos por registrar todos os momentos na máquina fotográfica e na memória.
Após os shows, foi a vez do presidente do Comitê Olímpico Asiático, Sheikh Talal Al-Fahad Al-Ahmed Al Sabah, fazer um discurso para selar o fim da 16ª edição dos Jogos Asiáticos. Ele destacou o sucesso do evento e disse que ele será guardado na história da competição "como um tesouro". Ele agradeceu ainda o apoio do governo e da sociedade chinesa e de todos os amigos que contribuíram com o sucesso dos jogos. Ele disse em seu discurso:
"Agradeço a todos os atletas, funcionários técnicos, oficiais das delegações e a todos os participantes. O talento deles, performance e entusiasmo pelo esporte é elogiável. O moral esportivo e espírito de grupo desses atletas é contagiante e faz com que acreditemos que tudo é possível. De volta a seus países, esperamos que vocês continuem desenvolvendo o espírito dos Jogos Asiáticos, a amizade, tolerância e a compreensão."
Após o discurso, Sheikh Talal Al-Fahad Al-Ahmed Al Saba deu por encerrada a 16ª edição dos Jogos Asiáticos. Após a transferência da tocha e da bandeira do Comitê Olímpico Asiático da cidade de Guangzhou para a cidade sul-coreana de Inchon, a pira foi apagada.

Mesmo com seu fim, os Jogos Asiáticos de Guangzhou serão lembrados para sempre. Esta foi a edição de maior envergadura da história da competição. Trinta e seis países e regiões conquistaram medalhas nas 42 modalidades disputadas. Todos os atletas demonstraram espírito esportivo e emocionaram o continente.
Os atletas que dão adeus à Guangzhou também não conseguem esconderem a emoção. Farhan Mehboob, integrante da equipe de hóquei do Paquistão, disse à reportagem: "Guangzhou é uma cidade maravilhosa e estou muito contente por ter competido aqui. A China é um país grandioso e as pessoas são muito simpáticas. Aproveitei tudo de Guangzhou e vou lembrar para sempre dos dias que vivi aqui."
Fonte: CRI On Line
terça-feira, 30 de novembro de 2010
0 comentáriosSunga 'inadequada' de atletas do polo aquático irrita governo de Cingapura
O governo de Cingapura mostrou-se incomodado com as sungas que os jogadores de polo aquático do país usaram nos Jogos Asiáticos, em Guangzhou, na China.

A polêmica acontece em razão do local onde ficou estampada a meia-lua que faz parte da bandeira do país, próximo aos órgãos genitais dos atletas.
As autoridades de Cingapura disseram que a vestimenta é "inapropriada pois os elementos da bandeira devem ser tratados com dignidade". Eles ainda lamentaram que os estilistas não tenham consultado o governo antes da competição.
A equipe de polo aquático do país encerrou sua participação nos Jogos Asiáticos em sexto lugar.
Fonte: Folha.com

A polêmica acontece em razão do local onde ficou estampada a meia-lua que faz parte da bandeira do país, próximo aos órgãos genitais dos atletas.
As autoridades de Cingapura disseram que a vestimenta é "inapropriada pois os elementos da bandeira devem ser tratados com dignidade". Eles ainda lamentaram que os estilistas não tenham consultado o governo antes da competição.
A equipe de polo aquático do país encerrou sua participação nos Jogos Asiáticos em sexto lugar.
Fonte: Folha.com
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
0 comentáriosGesto de chineses gera saia justa nos Jogos Asiáticos
A intenção, segundo os ginastas, era só fazer uma brincadeira, um pouco de propaganda. Mas o gesto de dois chineses no pódio criou saia justa nos Jogos Asiáticos.

Teng Haibin, primeiro colocado na disputa do individual geral, e Lu Bo, o segundo, posaram para fotos com as medalhas no peito e fazendo gestos com a mão como se portassem revólveres. No terceiro degrau do pódio estava o japonês Hisashi Mizutori.
O gesto gerou confusão nos bastidores do evento, que acontece em Guangzhou, na China. E foi interpretado por alguns como manifestação de hostilidade. Tanto que os dois ginastas correram para se explicar.
Primeiro, no pódio, após olhar atônito de Mizutori. Teng disse aos jornalistas que, sabendo que poderia ser mal interpretado, tratou de conversar com o rival e explicar o motivo de seu gesto.
Depois, vieram as explicações públicas. Teng e Lu disseram que não estavam imitando armas e sim o logotipo da empresa Li Ning, fornecedora de material esportivo da delegação chinesa.
Queriam fazer propaganda da marca, que pertence ao ex-ginasta Li Ning, campeão olímpico que acendeu a pira dos Jogos de Pequim-2008.
O episódio, porém, foi usado por meios de comunicação para relembrar tensões diplomáticas entre China e Japão nos últimos meses.
A crise começou em setembro após a Guarda Costeira do Japão interceptar um barco pesqueiro chinês na região de ilhotas inabitadas disputadas pelos dois países, chamadas de Senkaku, no Japão, e de Diaoyu, na China.
O problema ocorre justamente no auge das relações comerciais entre os dois países. Em 2009, os chineses se tornaram o principal parceiro comercial dos japoneses.
A polêmica envolvendo seu gesto no topo do pódio ofuscou o feito que Teng atingiu nos Jogos Asiáticos, espécie de Olimpíada entre os países do continente.
Fonte: Folha.com

Teng Haibin, primeiro colocado na disputa do individual geral, e Lu Bo, o segundo, posaram para fotos com as medalhas no peito e fazendo gestos com a mão como se portassem revólveres. No terceiro degrau do pódio estava o japonês Hisashi Mizutori.
O gesto gerou confusão nos bastidores do evento, que acontece em Guangzhou, na China. E foi interpretado por alguns como manifestação de hostilidade. Tanto que os dois ginastas correram para se explicar.
Primeiro, no pódio, após olhar atônito de Mizutori. Teng disse aos jornalistas que, sabendo que poderia ser mal interpretado, tratou de conversar com o rival e explicar o motivo de seu gesto.
Depois, vieram as explicações públicas. Teng e Lu disseram que não estavam imitando armas e sim o logotipo da empresa Li Ning, fornecedora de material esportivo da delegação chinesa.
Queriam fazer propaganda da marca, que pertence ao ex-ginasta Li Ning, campeão olímpico que acendeu a pira dos Jogos de Pequim-2008.
O episódio, porém, foi usado por meios de comunicação para relembrar tensões diplomáticas entre China e Japão nos últimos meses.
A crise começou em setembro após a Guarda Costeira do Japão interceptar um barco pesqueiro chinês na região de ilhotas inabitadas disputadas pelos dois países, chamadas de Senkaku, no Japão, e de Diaoyu, na China.
O problema ocorre justamente no auge das relações comerciais entre os dois países. Em 2009, os chineses se tornaram o principal parceiro comercial dos japoneses.
A polêmica envolvendo seu gesto no topo do pódio ofuscou o feito que Teng atingiu nos Jogos Asiáticos, espécie de Olimpíada entre os países do continente.
Fonte: Folha.com
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
0 comentáriosApós pancadaria, 'seleção' de basquete deve embarcar hoje para o Brasil.
Acabou em pancadaria a turnê feita pelo time de basquete adulto masculino de Joinville a convite da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) pela China.
A confusão foi no terceiro de uma série de três amistosos representando o Brasil contra a China, na cidade de Xuchang, na madrugada de ontem. Eles atuaram com o uniforme oficial da seleção, com as logomarcas dos patrocinadores da CBB (Nike, Eletrobras e Bradesco).

Segundo a assessoria da confederação, a confusão teria começado no primeiro minuto de jogo quando um brasileiro, cujo nome não foi revelado, caiu sobre um chinês, que teria revidado.
Os jogadores dos dois times entraram em quadra e promoveram uma pancadaria generalizada. Os brasileiros fugiram para o vestiário e se recusaram a voltar para a quadra e jogar. A assessoria da CBB garantiu, em contato telefônico, que nenhum jogador sofreu ferimentos graves.
Segundo o técnico Alberto Bial, que comandou o time brasileiro, o norte-americano Robert Donewald Jr., treinador da China, foi o responsável por toda a confusão.
"Robert é totalmente destemperado. Não estava suportando a pressão da partida. Com um minuto de jogo, levou duas faltas técnicas e foi excluído. E não saiu do banco porque estava como auxiliar técnico", disse em entrevista à TV Globo.
A seleção chinesa e os brasileiros já haviam disputado dois amistosos. No primeiro, na sexta-feira passada, os donos da casa venceram por 92 a 78. No segundo, domingo, o Joinville fez 99 a 93.
O time catarinense foi indicado pela CBB para atender a convite da federação chinesa, que arcaria com as despesas. Inclusive hospitalares.
Fonte: Folha.com
A confusão foi no terceiro de uma série de três amistosos representando o Brasil contra a China, na cidade de Xuchang, na madrugada de ontem. Eles atuaram com o uniforme oficial da seleção, com as logomarcas dos patrocinadores da CBB (Nike, Eletrobras e Bradesco).

Segundo a assessoria da confederação, a confusão teria começado no primeiro minuto de jogo quando um brasileiro, cujo nome não foi revelado, caiu sobre um chinês, que teria revidado.
Os jogadores dos dois times entraram em quadra e promoveram uma pancadaria generalizada. Os brasileiros fugiram para o vestiário e se recusaram a voltar para a quadra e jogar. A assessoria da CBB garantiu, em contato telefônico, que nenhum jogador sofreu ferimentos graves.
Segundo o técnico Alberto Bial, que comandou o time brasileiro, o norte-americano Robert Donewald Jr., treinador da China, foi o responsável por toda a confusão.
"Robert é totalmente destemperado. Não estava suportando a pressão da partida. Com um minuto de jogo, levou duas faltas técnicas e foi excluído. E não saiu do banco porque estava como auxiliar técnico", disse em entrevista à TV Globo.
A seleção chinesa e os brasileiros já haviam disputado dois amistosos. No primeiro, na sexta-feira passada, os donos da casa venceram por 92 a 78. No segundo, domingo, o Joinville fez 99 a 93.
O time catarinense foi indicado pela CBB para atender a convite da federação chinesa, que arcaria com as despesas. Inclusive hospitalares.
Fonte: Folha.com
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
0 comentáriosChina terá estádio inspirado em cavernas
São Paulo - O escritório de arquitetura Populous apresentou o desenho do mais novo estádio de futebol da China. Localizado em Datong, cidade histórica próxima à Pequim, a arena foi inspirada nas cavernas da região, símbolos de uma rica herança cultural de milhares de anos.

Segundo o escritório de arquitetura, a sensação de entrar no estádio será semelhante a de entrar numa dessas cavernas, tanto que as bases de arenito, com uma série de conchas de titânio irregular, ajudam nesse.aspecto. O Populus é responsável pelos desenhos do Soccer City, o mais importante estádio da Copa da África do Sul, e do Emirates Stadium, que pertence ao clube inglês Arsenal.
O Datong Sports Park contará com lugares para 30 mil torcedores e ainda terá um parque aquático. A ideia do projeto também é regenerar o antigo centro histórico da cidade chinesa, colocando no mesmo lugar a prefeitura, um museu e um centro de convenções.
Fonte: Exame.com

Segundo o escritório de arquitetura, a sensação de entrar no estádio será semelhante a de entrar numa dessas cavernas, tanto que as bases de arenito, com uma série de conchas de titânio irregular, ajudam nesse.aspecto. O Populus é responsável pelos desenhos do Soccer City, o mais importante estádio da Copa da África do Sul, e do Emirates Stadium, que pertence ao clube inglês Arsenal.
O Datong Sports Park contará com lugares para 30 mil torcedores e ainda terá um parque aquático. A ideia do projeto também é regenerar o antigo centro histórico da cidade chinesa, colocando no mesmo lugar a prefeitura, um museu e um centro de convenções.
Fonte: Exame.com
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
0 comentáriosKevin Garnett trocará Adidas por marca chinesa
O pivô Kevin Garnett, do Boston Celtics, vai deixar a Adidas. O atleta é um dos principais nomes da companhia alemã no basquete dos Estados Unidos, mas não renovará seu contrato com a marca. Ele já acertou uma nova parceria com a ANTA, fornecedora de material esportivo da seleção chinesa da modalidade desde 2004.

Garnett é o segundo jogador patrocinado pela ANTA na NBA. A marca já tem contrato com o argentino Luis Scola, do Houston Hockets, mas o americano será o principal nome da empresa na liga.
Detalhes do contrato da ANTA com Garnett não foram revelados. A única coisa certa é que o jogador cederá à empresa o uso de sua imagem em âmbito mundial. Ele vai protagonizar o plano de internacionalização da marca.
“Juntar a popularidade e a influência que o Kevin Garnett tem mundialmente com os recursos e a estratégia de marketing que nós temos vai ajudar a construir a imagem da nossa marca e o próprio basquete da China”, disse Ding Shizhong, CEO de produtos esportivos da ANTA.
Os dois jogadores patrocinados pela ANTA apenas ratificam um movimento de entrada de empresas chinesas na liga. Recentemente, a Peak Shoes fechou com Jason Kidd, Ron Artest e Jason Richardson. Stephon Marbury, por sua vez, assinou com a Shanxi Zhongyu.
Fonte: Máquina do Esporte

Garnett é o segundo jogador patrocinado pela ANTA na NBA. A marca já tem contrato com o argentino Luis Scola, do Houston Hockets, mas o americano será o principal nome da empresa na liga.
Detalhes do contrato da ANTA com Garnett não foram revelados. A única coisa certa é que o jogador cederá à empresa o uso de sua imagem em âmbito mundial. Ele vai protagonizar o plano de internacionalização da marca.
“Juntar a popularidade e a influência que o Kevin Garnett tem mundialmente com os recursos e a estratégia de marketing que nós temos vai ajudar a construir a imagem da nossa marca e o próprio basquete da China”, disse Ding Shizhong, CEO de produtos esportivos da ANTA.
Os dois jogadores patrocinados pela ANTA apenas ratificam um movimento de entrada de empresas chinesas na liga. Recentemente, a Peak Shoes fechou com Jason Kidd, Ron Artest e Jason Richardson. Stephon Marbury, por sua vez, assinou com a Shanxi Zhongyu.
Fonte: Máquina do Esporte
terça-feira, 3 de agosto de 2010
0 comentáriosBilionário chinês planeja comprar o Liverpool
Especula-se que o chinês Kenny Huang tenha feito proposta de cerca de R$ 651,7 milhões pelo time inglês.

Os dias de problemas financeiros do Liverpool podem estar perto do fim. Segundo notícias da imprensa inglesa, um bilionário chinês está planejando comprar o clube e dar fim às dívidas de um dos principais clubes da Inglaterra.
Especula-se que o chinês Kenny Huang, dono de uma empresa de investimento no esporte, a QSL, fez uma proposta ao Royal Bank of Scotland, banco para qual o Liverpool tem uma dívida de aproximadamente 237 milhões de libras (cerca de R$ 651,7 milhões), para comprar os débitos do clube.
Caso o negócio seja concretizado, Huang deixará os atuais donos da equipe inglesa, Tom Hicks e George Gillett, sem qualquer lucro sobre a equipe que compraram há três anos, por aproximadamente 219 milhões de libras (R$ 607,9 milhões na cotação atual).
Fonte: Gazeta Esportiva

Os dias de problemas financeiros do Liverpool podem estar perto do fim. Segundo notícias da imprensa inglesa, um bilionário chinês está planejando comprar o clube e dar fim às dívidas de um dos principais clubes da Inglaterra.
Especula-se que o chinês Kenny Huang, dono de uma empresa de investimento no esporte, a QSL, fez uma proposta ao Royal Bank of Scotland, banco para qual o Liverpool tem uma dívida de aproximadamente 237 milhões de libras (cerca de R$ 651,7 milhões), para comprar os débitos do clube.
Caso o negócio seja concretizado, Huang deixará os atuais donos da equipe inglesa, Tom Hicks e George Gillett, sem qualquer lucro sobre a equipe que compraram há três anos, por aproximadamente 219 milhões de libras (R$ 607,9 milhões na cotação atual).
Fonte: Gazeta Esportiva
terça-feira, 6 de julho de 2010
0 comentáriosMessi se desculpa com torcedores chineses por pobre desempenho na Copa
A estrela da seleção argentina de futebol, Lionel Messi, se desculpou com os torcedores chineses por sua pobre atuação na Copa do Mundo da África do Sul em seu blog pessoal na Tencent, companhia chinesa com a qual tem um contrato publicitário.
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"Sinto-me realmente mal, quero voltar para casa. Não jogamos bem a partida (contra a Alemanha) e temos que começar do início. Obrigado por seu apoio", destacou Messi em sua entrada no blog, traduzida para o mandarim para os leitores chineses.
Através da Tencent, Messi oferece suas desculpas aos muitos admiradores que tem no gigante asiático: "Nós (Argentina) não cumprimos com as expectativas de muita gente", diz, e assegura que continuará escrevendo o blog.
Desde o começo do Mundial, Messi aparece em anúncios televisivos nas televisões chinesas promovendo em espanhol a QQ.com, o chat mais popular entre os internautas do gigante asiático, operado pela Tencent. Os torcedores chineses esperam agora Messi em agosto, já que o Barcelona deve jogar um amistoso contra o Beijing Guoan no Estádio Olímpico de Pequim.
Fonte: Agência Estado
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"Sinto-me realmente mal, quero voltar para casa. Não jogamos bem a partida (contra a Alemanha) e temos que começar do início. Obrigado por seu apoio", destacou Messi em sua entrada no blog, traduzida para o mandarim para os leitores chineses.
Através da Tencent, Messi oferece suas desculpas aos muitos admiradores que tem no gigante asiático: "Nós (Argentina) não cumprimos com as expectativas de muita gente", diz, e assegura que continuará escrevendo o blog.
Desde o começo do Mundial, Messi aparece em anúncios televisivos nas televisões chinesas promovendo em espanhol a QQ.com, o chat mais popular entre os internautas do gigante asiático, operado pela Tencent. Os torcedores chineses esperam agora Messi em agosto, já que o Barcelona deve jogar um amistoso contra o Beijing Guoan no Estádio Olímpico de Pequim.
Fonte: Agência Estado
sexta-feira, 4 de junho de 2010
0 comentáriosFrança perde para China em amistoso pré-Copa
Franceses levantam dúvidas para o Mundial.

Em amistoso preparatório para a Copa do Mundo, a França perdeu para a China nesta sexta-feira por 1 a 0 e levantou dúvidas sobre o potencial do time para o Mundial.
O jogo em que o técnico da França, Raymond Domenech, tornou-se o recordista de jogos (agora são 76 partidas) à frente da seleção, a equipe francesa enfrentou um adversário claramente inferior que tentava se superar na base do entusiasmo.
Mesmo assim, a França não conseguiu vencer seu último amistoso de preparação. Sem estímulo, a equipe francesa acabou derrotada com um gol do chinês D.Z.Xiang aos 68 minutos de jogo.
Depois do gol, Domenech tirou Malouda, Ribéry e Anelka de campo para as entradas de Diaby, Gignac e Henry. Gallas, que durante a semana havia sofrido com problemas estomacais, jogou a partida inteira.
A França jogou com: Lloris, Sagna (Reveillere), Gallas, Abidal, Evra, Goucuff, Toulalan, Malouda (Diaby), Govou (Valbuena), Ribery (Gignac) y Anelka (Henry).
A China jogou com: Zeng, W.Li, Qang Wang, W.Tad, Hao Rong, Zhuoxiang, J.Liu, Z.Ting, H.Jianye, L.Gao y B.Qu.
A França está no grupo A da Copa do Mundo ao lado de África do Sul, Uruguai e México.
Fonte: LANCE NET

Em amistoso preparatório para a Copa do Mundo, a França perdeu para a China nesta sexta-feira por 1 a 0 e levantou dúvidas sobre o potencial do time para o Mundial.
O jogo em que o técnico da França, Raymond Domenech, tornou-se o recordista de jogos (agora são 76 partidas) à frente da seleção, a equipe francesa enfrentou um adversário claramente inferior que tentava se superar na base do entusiasmo.
Mesmo assim, a França não conseguiu vencer seu último amistoso de preparação. Sem estímulo, a equipe francesa acabou derrotada com um gol do chinês D.Z.Xiang aos 68 minutos de jogo.
Depois do gol, Domenech tirou Malouda, Ribéry e Anelka de campo para as entradas de Diaby, Gignac e Henry. Gallas, que durante a semana havia sofrido com problemas estomacais, jogou a partida inteira.
A França jogou com: Lloris, Sagna (Reveillere), Gallas, Abidal, Evra, Goucuff, Toulalan, Malouda (Diaby), Govou (Valbuena), Ribery (Gignac) y Anelka (Henry).
A China jogou com: Zeng, W.Li, Qang Wang, W.Tad, Hao Rong, Zhuoxiang, J.Liu, Z.Ting, H.Jianye, L.Gao y B.Qu.
A França está no grupo A da Copa do Mundo ao lado de África do Sul, Uruguai e México.
Fonte: LANCE NET
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