Em meio a problemas na produção elétrica e a aumento na demanda, a China se prepara para enfrentar crescentes dificuldades de abastecimento durante o verão (que começa em julho).
Em várias regiões do país já há racionamento -caso de Changsha, capital regional no centro-sul onde foi proibido o uso de ar condicionado abaixo dos 26ºC.
O principal vilão é o custo crescente do carvão, responsável por 71% da matriz energética chinesa.
Desde o ano passado, o preço do combustível subiu por volta de 20%, enquanto a eletricidade não sofreu aumentos significativos -em Pequim, por exemplo, foi apenas 2%. Já a inflação acumulada dos últimos 12 meses está em 5,3%.
"Algumas empresas produtoras de energia estão com um grave deficit por terem perdido a capacidade de comprar carvão. Haverá falta de eletricidade quando os inventários acabarem", disse ontem à Folha, sob a condição de anonimato, um funcionário da ChinaCoal, estatal envolvida na produção e comercialização do carvão.
A culpa do aumento no preço do transporte é derivado da escalada do petróleo, de acordo com o analista Han Xiaoping, da consultoria www.china5e.com.
No lado da demanda, tem havido um aumento significativo de consumo, com a retomada de projetos suspensos no ano passado, quando a China fez um esforço para cumprir a meta quinquenal de aumentar a eficiência do uso de energia em 20%.
Na terça-feira, o Conselho Elétrico da China, formado por empresas produtoras, informou à imprensa local que o país deve "enfrentar sua mais dura falta de energia desde 2004" nos próximos meses. Já são vários os casos de medidas para racionar energia.
Na Província de Hunan (centro-sul), onde a falta de chuva diminuiu também a produção hidrelétrica, a cidade industrial de Xiangtan iniciou a política de "cinco dias ligado, dois dias desligado" para as fábricas.
Em Wuhan, no centro do país, a cidade ordenou o desligamento de escadas rolantes em centros comerciais e de luzes de adorno.
TRÊS GARGANTAS
Numa declaração rara de autocrítica, o governo chinês declarou ontem que a hidrelétrica de Três Gargantas, a maior do mundo, tem vários problemas "que demandam um solução rápida".
A nota afirma que a obra, encerrada em 2008, está provocando problemas ecológicos, como a poluição da água, aumentou o risco de acidentes geológicos e deslocou mais de 1 milhão de pessoas que ainda precisam de acompanhamento estatal.
Fonte: Folha.com
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
0 comentáriosChina prevê pior crise de energia elétrica desde 2004
quarta-feira, 21 de julho de 2010
0 comentáriosWalmart aposta em programa de cultivo direto na China
O programa de cultivo direto é também conhecido como a ligação entre terras de cultivo e supermercados. O Walmart criou 36 bases de aquisição direta em mais de 14 províncias e municípios chineses, beneficiando 393 mil agricultores.

Tianjin, China - A cadeia de supermercados Walmart está apostando no rápido crescimento do seu programa de cultivo direto na China, que trará benefícios a 700 mil agricultores chineses no fim deste ano, afirmou hoje Barry Friedman, vice-presidente do Walmart (China).
"Esperamos que 1 milhão de agricultores chineses possam se beneficiar até o fim de 2011, quando o programa poderá fornecer um terço dos produtos agrícolas e cereais vendidos nos supermercados do Walmart na China", disse Friedman no âmbito da Feira de Investimento de Tianjin, que se realiza no Município de Tianjin, norte do país asiático.
O programa de cultivo direto é também conhecido como a ligação entre terras de cultivo e supermercados. O Walmart criou 36 bases de aquisição direta em mais de 14 províncias e municípios chineses, beneficiando 393 mil agricultores.
Fu Hui, um gerente de compras do Walmart, disse que o programa, que foi iniciado em 2007, está se desenvolvendo de forma rápida.
Segundo a fonte, a cadeia de supermercados aluga terras dos agricultores e lhes contratam para plantar produtos agrícolas e os comprar. Os agricultores contratados podem esperar uma renda de 165 mil yuans (US$ 24,3 mil) por hectare por ano, em comparação com as receitas médias de 15 mil yuans (US$ 2,2 mil) via plantio individual.
Por sua vez, o Walmart garante que os produtos cheguem aos supermercados frescos, tirando proveito dos seus sistemas de logística e de transporte.
Segundo a mesma fonte, a criação de bases de compras por parte do Walmart conta com o apoio dos órgãos governamentais da China e das cooperativas rurais.
O vice-ministro chinês do Comércio, Jiang Zengwei, disse que o governo central chinês deu no ano passado 400 milhões de yuans (US$ 58,5 milhões) do seu orçamento a 200 projetos de cultivo direto.
Fonte: Agência Xinhua

Tianjin, China - A cadeia de supermercados Walmart está apostando no rápido crescimento do seu programa de cultivo direto na China, que trará benefícios a 700 mil agricultores chineses no fim deste ano, afirmou hoje Barry Friedman, vice-presidente do Walmart (China).
"Esperamos que 1 milhão de agricultores chineses possam se beneficiar até o fim de 2011, quando o programa poderá fornecer um terço dos produtos agrícolas e cereais vendidos nos supermercados do Walmart na China", disse Friedman no âmbito da Feira de Investimento de Tianjin, que se realiza no Município de Tianjin, norte do país asiático.
O programa de cultivo direto é também conhecido como a ligação entre terras de cultivo e supermercados. O Walmart criou 36 bases de aquisição direta em mais de 14 províncias e municípios chineses, beneficiando 393 mil agricultores.
Fu Hui, um gerente de compras do Walmart, disse que o programa, que foi iniciado em 2007, está se desenvolvendo de forma rápida.
Segundo a fonte, a cadeia de supermercados aluga terras dos agricultores e lhes contratam para plantar produtos agrícolas e os comprar. Os agricultores contratados podem esperar uma renda de 165 mil yuans (US$ 24,3 mil) por hectare por ano, em comparação com as receitas médias de 15 mil yuans (US$ 2,2 mil) via plantio individual.
Por sua vez, o Walmart garante que os produtos cheguem aos supermercados frescos, tirando proveito dos seus sistemas de logística e de transporte.
Segundo a mesma fonte, a criação de bases de compras por parte do Walmart conta com o apoio dos órgãos governamentais da China e das cooperativas rurais.
O vice-ministro chinês do Comércio, Jiang Zengwei, disse que o governo central chinês deu no ano passado 400 milhões de yuans (US$ 58,5 milhões) do seu orçamento a 200 projetos de cultivo direto.
Fonte: Agência Xinhua
Dique das Três Gargantas na China passará por teste de capacidade
Represa, a maior do mundo, registrou o maior volume de água de sua história durante a noite.

PEQUIM - O dique das Três Gargantas da China passará pelo maior teste de controle de fluxo de água desde o ano passado, informaram as autoridades chinesas nesta terça-feira, 29.
O nível da água no reservatório do dique, situado no rio Yangtze, o maior longo da China, aumentou 4 metros durante a noite e agora está a apenas 20 metros de sua capacidade máxima. O fluxo de água que descia pelo rio durante a noite foi o maior já registrado, com 70 mil metros cúbicos por segundo.
As autoridades estão usando o dique para limitar a intensidade do fluxo de água do rio para tentar minimizar o impacto das enchentes. Pequim alega que o controle do fluxo é a principal função do dique, cujo custo foi de US$ 27,2 bilhões.
A represa das Três Gargantas, a maior do mundo, foi um projeto controverso, já que teve de realocar aproximadamente 1,4 milhão de pessoas.

Mais de 35 milhões de pessoas em todo o país foram afetados pelo mau tempo e cerca de 1,2 milhão foi realocado. Centenas de pessoas já morreram no centro e no sul da China por conta das piores inundações com que o país sofre desde 1998, quando cerca de 4 mil morreram 18 milhões ficaram desabrigados.
Fonte: EFE

PEQUIM - O dique das Três Gargantas da China passará pelo maior teste de controle de fluxo de água desde o ano passado, informaram as autoridades chinesas nesta terça-feira, 29.
O nível da água no reservatório do dique, situado no rio Yangtze, o maior longo da China, aumentou 4 metros durante a noite e agora está a apenas 20 metros de sua capacidade máxima. O fluxo de água que descia pelo rio durante a noite foi o maior já registrado, com 70 mil metros cúbicos por segundo.
As autoridades estão usando o dique para limitar a intensidade do fluxo de água do rio para tentar minimizar o impacto das enchentes. Pequim alega que o controle do fluxo é a principal função do dique, cujo custo foi de US$ 27,2 bilhões.
A represa das Três Gargantas, a maior do mundo, foi um projeto controverso, já que teve de realocar aproximadamente 1,4 milhão de pessoas.

Mais de 35 milhões de pessoas em todo o país foram afetados pelo mau tempo e cerca de 1,2 milhão foi realocado. Centenas de pessoas já morreram no centro e no sul da China por conta das piores inundações com que o país sofre desde 1998, quando cerca de 4 mil morreram 18 milhões ficaram desabrigados.
Fonte: EFE
Mortos e desaparecidos por chuvas na China já passam de mil
Em 27 províncias, chuvas afetaram 117 milhões; mais de 8 milhões deixaram suas casas.

PEQUIM - A China vive a pior temporada de chuvas desde 1998, com inundações que provocaram a morte de 701 pessoas e o desaparecimento de outras 347, em situação que pode se agravar ainda mais, segundo reconheceu nesta quarta-feira, 21, o governo.
Os números anunciados pelo Ministério de Assuntos Civis e o Escritório Estatal de Controle de Inundações e Seca assinalam que as chuvas em 27 províncias afetaram 117 milhões de pessoas e obrigaram mais de 8 milhões a deixarem suas casas.
As perdas materiais diretas somam 142 bilhões de iuanes (US$ 21 bilhões), com 645 mil casas derrubadas e sete milhões de hectares de cultivo comprometidos.
Estes dados só são comparáveis, na história recente da China, com a situação vivida há doze anos, quando as inundações centradas no rio Yang Tsé, o de maior caudal do país, mataram 4.150 pessoas e provocaram a evacuação de mais de 18 milhões.
No entanto, Liu Ning, diretor do Escritório Estatal de Controle de Inundações, declarou em entrevista coletiva nesta quarta-feira que a situação continua sendo crítica, já que ainda está por chegar o período do ano que tradicionalmente traz mais chuvas ao país, entre o fim de julho e o início de agosto.
Além disso, outros 25 rios, entre eles alguns de grande porte, registram níveis superiores a qualquer medição histórica. O enorme fluxo de água nos rios destruiu seis pequenas represas no país, e foram verificados problemas em várias outras.
As previsões meteorológicas não são otimistas. Os serviços de previsão do tempo advertiram que as chuvas continuarão no sul e centro do país - a zona mais afetada até o momento -, mas também se deslocarão ao norte.
Às previsões cabe acrescentar a chegada dos tufões procedentes do oceano Pacífico, típicos entre o verão e o outono na China, que este ano sentirá os efeitos de entre seis e oito temporais extremos, informa o diretor do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Secas.
O Centro Nacional de Meteorologia comunicou nesta quarta-feira que a tempestade tropical "Chanthu" chegará quinta-feira às províncias meridionais de Hainan e Cantão, com tempestades e rajadas de vento de 108 km/h.
Fonte: EFE

PEQUIM - A China vive a pior temporada de chuvas desde 1998, com inundações que provocaram a morte de 701 pessoas e o desaparecimento de outras 347, em situação que pode se agravar ainda mais, segundo reconheceu nesta quarta-feira, 21, o governo.
Os números anunciados pelo Ministério de Assuntos Civis e o Escritório Estatal de Controle de Inundações e Seca assinalam que as chuvas em 27 províncias afetaram 117 milhões de pessoas e obrigaram mais de 8 milhões a deixarem suas casas.
As perdas materiais diretas somam 142 bilhões de iuanes (US$ 21 bilhões), com 645 mil casas derrubadas e sete milhões de hectares de cultivo comprometidos.
Estes dados só são comparáveis, na história recente da China, com a situação vivida há doze anos, quando as inundações centradas no rio Yang Tsé, o de maior caudal do país, mataram 4.150 pessoas e provocaram a evacuação de mais de 18 milhões.
No entanto, Liu Ning, diretor do Escritório Estatal de Controle de Inundações, declarou em entrevista coletiva nesta quarta-feira que a situação continua sendo crítica, já que ainda está por chegar o período do ano que tradicionalmente traz mais chuvas ao país, entre o fim de julho e o início de agosto.
Além disso, outros 25 rios, entre eles alguns de grande porte, registram níveis superiores a qualquer medição histórica. O enorme fluxo de água nos rios destruiu seis pequenas represas no país, e foram verificados problemas em várias outras.
As previsões meteorológicas não são otimistas. Os serviços de previsão do tempo advertiram que as chuvas continuarão no sul e centro do país - a zona mais afetada até o momento -, mas também se deslocarão ao norte.
Às previsões cabe acrescentar a chegada dos tufões procedentes do oceano Pacífico, típicos entre o verão e o outono na China, que este ano sentirá os efeitos de entre seis e oito temporais extremos, informa o diretor do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Secas.
O Centro Nacional de Meteorologia comunicou nesta quarta-feira que a tempestade tropical "Chanthu" chegará quinta-feira às províncias meridionais de Hainan e Cantão, com tempestades e rajadas de vento de 108 km/h.
Fonte: EFE
Vazamento de petróleo ameaça vida marinha da China
O maior vazamento de petróleo conhecido na China já havia mais do que duplicado até hoje, fechando praias no Mar Amarelo e fazendo com que autoridades ambientais dissessem que o espesso petróleo bruto representa uma "severa ameaça" à vida marinha e à qualidade da água na região.

As pessoas que trabalham na limpeza das praias em Dalian não têm os equipamentos necessários, o que complica a realização da tarefa, embora 40 barcos para o controle do petróleo e centenas de barcos de pesca tenham sido enviados para a área.
"Estive em algumas baías hoje e vi que elas estão quase inteiramente cobertas de óleo", disse Zhong Yu, funcionária do grupo ambientalista Greenpeace, na China. O petróleo se espalhou por mais de 430 quilômetros quadrados em cinco dias, desde que um oleoduto no movimentado porto do nordeste do país explodiu.
Meios de comunicação estatais afirmam que não há mais vazamento no mar, mas não está claro qual foi a quantidade de petróleo que saiu do oleoduto. O Greenpeace China divulgou hoje fotografias de esteiras de palha de 2 metros quadrados no meio do vazamento, colocadas para absorver o óleo. Zhong disse que é difícil estimar o tamanho real do vazamento e dos danos que está causando.
Mas uma autoridade marítima da cidade de Dalian, onde o porto está localizado, já advertiu sobre os danos ambientais. "O petróleo representa uma severa ameaça aos animais marinhos, à qualidade da água e aos pássaros marinhos", disse Huang Yong, da Administração de Segurança Marítima Chinesa em Dalian, à Dragon TV.
Fonte: Agencia Estado

As pessoas que trabalham na limpeza das praias em Dalian não têm os equipamentos necessários, o que complica a realização da tarefa, embora 40 barcos para o controle do petróleo e centenas de barcos de pesca tenham sido enviados para a área.
"Estive em algumas baías hoje e vi que elas estão quase inteiramente cobertas de óleo", disse Zhong Yu, funcionária do grupo ambientalista Greenpeace, na China. O petróleo se espalhou por mais de 430 quilômetros quadrados em cinco dias, desde que um oleoduto no movimentado porto do nordeste do país explodiu.
Meios de comunicação estatais afirmam que não há mais vazamento no mar, mas não está claro qual foi a quantidade de petróleo que saiu do oleoduto. O Greenpeace China divulgou hoje fotografias de esteiras de palha de 2 metros quadrados no meio do vazamento, colocadas para absorver o óleo. Zhong disse que é difícil estimar o tamanho real do vazamento e dos danos que está causando.
Mas uma autoridade marítima da cidade de Dalian, onde o porto está localizado, já advertiu sobre os danos ambientais. "O petróleo representa uma severa ameaça aos animais marinhos, à qualidade da água e aos pássaros marinhos", disse Huang Yong, da Administração de Segurança Marítima Chinesa em Dalian, à Dragon TV.
Fonte: Agencia Estado
segunda-feira, 3 de maio de 2010
0 comentáriosPanda gigante da China pode desaparecer em duas gerações
O panda gigante da China pode desaparecer "em duas a três gerações" devido ao rápido crescimento economico que tem vindo a destruir o habitat natural destes animais, alertou hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Segundo a organização não-governamental WWF, o grande problema é que o habitat natural do panda gigante, o emblemático urso preto e branco que é um dos símbolos da China, está a ser dividido em pequenos territórios, o que dificulta que diferentes populações de animais entrem em contato para se reproduzirem.
"Se o panda não conseguir encontrar parceiros de outros habitats para acasalamento pode enfrentar a extinção em duas ou três gerações", alerta Fan Zhiyong, director do programa de espécies da WWF na China, lembrando que o risco de endogamia (cruzamento com membros de seu próprio grupo) reduz ainda a resistência destes animais às doenças.
O especialista do WWF precisa que a "construção de estradas próximas às reservas naturais" está a causar uma "considerável restrição de liberdade de movimentos, obstruindo rotas de migração e prejudicando a saudável troca de genes entre representantes da espécie". No entender de Fan Zhiyong, para diminuir a pressão sobre estes animais e garantir a sua conservação é fundamental abdicar da construção de infra-estruturas nas imediações das reservas naturais. Actualmente há cerca de 1600 pandas a viverem em liberdade na China, a maioria nas províncias de Sichuan (sudoeste), Shaanxi (norte) e Gansu (noroeste).
No entanto, as estimativas da WWF apontam para que 43 por cento dos habitats naturais ainda não sejam considerados reservas naturais ou áreas protegidas e que 29 por cento destes animais careça de protecção efectiva.
Fonte: WWF

Segundo a organização não-governamental WWF, o grande problema é que o habitat natural do panda gigante, o emblemático urso preto e branco que é um dos símbolos da China, está a ser dividido em pequenos territórios, o que dificulta que diferentes populações de animais entrem em contato para se reproduzirem.
"Se o panda não conseguir encontrar parceiros de outros habitats para acasalamento pode enfrentar a extinção em duas ou três gerações", alerta Fan Zhiyong, director do programa de espécies da WWF na China, lembrando que o risco de endogamia (cruzamento com membros de seu próprio grupo) reduz ainda a resistência destes animais às doenças.
O especialista do WWF precisa que a "construção de estradas próximas às reservas naturais" está a causar uma "considerável restrição de liberdade de movimentos, obstruindo rotas de migração e prejudicando a saudável troca de genes entre representantes da espécie". No entender de Fan Zhiyong, para diminuir a pressão sobre estes animais e garantir a sua conservação é fundamental abdicar da construção de infra-estruturas nas imediações das reservas naturais. Actualmente há cerca de 1600 pandas a viverem em liberdade na China, a maioria nas províncias de Sichuan (sudoeste), Shaanxi (norte) e Gansu (noroeste).
No entanto, as estimativas da WWF apontam para que 43 por cento dos habitats naturais ainda não sejam considerados reservas naturais ou áreas protegidas e que 29 por cento destes animais careça de protecção efectiva.
Fonte: WWF
terça-feira, 6 de abril de 2010
0 comentáriosNavio chinês derramou 2 toneladas de óleo; Austrália ameaça multa
A Segurança Marítima do Estado de Queensland, Austrália, informou nesta segunda-feira (5) que duas toneladas de óleo já foram derramadas do navio chinês que encalhou na costa do país.

O derramamento ameaça a Grande Barreira de Corais, a maior barreira de corais do planeta e importante atração turística local. Ela é composta por quase três mil pequenos recifes e mais de 900 ilhas ao longo de 2.600 quilômetros no oceano Pacífico.
O governo de Queensland disse que o navio Shen Neng 1 ficou encalhado no sábado (3) à noite em um banco de areia a 70 quilômetros do litoral, perto da ilha de Kepel, nordeste da Austrália.
O jornal "People´s Daily" divulgou neste domingo (4), com base em declarações da premiê de Queensland, Anna Bligh, que o navio corria risco de partir ao meio.
O navio, de 230 metros de comprimento, transportava 65 mil toneladas de carvão e 950 toneladas de petróleo. A ideia inicial era rebocá-lo para o porto mais próximo. Mas o objetivo agora é tentar verificar sua segurança e evitar que quebre.
Multa
Os proprietários do veículo de carga podem ser multados em até US$ 920.000, disse Bligh nesta segunda-feira. Há acusações de que viajava a velocidade muito alta e longe das rotas adequadas.
O governo australiano identificou o Shenzhen Energy Group, parte do grupo China Ocean Shipping (Cosco), como proprietário pelo navio.
As autoridades detectaram de início, após diversos voos de reconhecimento pela região, várias manchas de petróleo próximas ao navio e "um pequeno número delas a duas milhas náuticas ao sudeste da nave".
O governo local planejava salpicar a região com um composto químico para dispersar as manchas, se as condições meteorológicas permitissem.
Fonte: Agência Folha

O derramamento ameaça a Grande Barreira de Corais, a maior barreira de corais do planeta e importante atração turística local. Ela é composta por quase três mil pequenos recifes e mais de 900 ilhas ao longo de 2.600 quilômetros no oceano Pacífico.
O governo de Queensland disse que o navio Shen Neng 1 ficou encalhado no sábado (3) à noite em um banco de areia a 70 quilômetros do litoral, perto da ilha de Kepel, nordeste da Austrália.
O jornal "People´s Daily" divulgou neste domingo (4), com base em declarações da premiê de Queensland, Anna Bligh, que o navio corria risco de partir ao meio.
O navio, de 230 metros de comprimento, transportava 65 mil toneladas de carvão e 950 toneladas de petróleo. A ideia inicial era rebocá-lo para o porto mais próximo. Mas o objetivo agora é tentar verificar sua segurança e evitar que quebre.
Multa
Os proprietários do veículo de carga podem ser multados em até US$ 920.000, disse Bligh nesta segunda-feira. Há acusações de que viajava a velocidade muito alta e longe das rotas adequadas.
O governo australiano identificou o Shenzhen Energy Group, parte do grupo China Ocean Shipping (Cosco), como proprietário pelo navio.
As autoridades detectaram de início, após diversos voos de reconhecimento pela região, várias manchas de petróleo próximas ao navio e "um pequeno número delas a duas milhas náuticas ao sudeste da nave".
O governo local planejava salpicar a região com um composto químico para dispersar as manchas, se as condições meteorológicas permitissem.
Fonte: Agência Folha
segunda-feira, 29 de março de 2010
0 comentáriosCidade proibida deve apagar a luz na "Hora da Terra"
A Cidade Proibida deve apagar sua luz na "Hora da Terra", às 20h30 deste sábado, junto com outras construções famosas pelo mundo, como a Torre Eiffel, em Paris, e o edifício Empire State, em Nova York.

O ato, promovido pelo WWF desde 2007, visa despertar a preocupação do público com o meio-ambiente. Os participantes devem manter a luz apagada por uma hora na noite do último sábado do mês de março para divulgar a redução da emissão de carbono. Mais de 2,5 mil cidades de 118 países e regiões se comprometeram a participar da atividade deste ano.
Ao todo, 16 prefeituras da China vão participar da campanha "Hora da Terra".
Fonte: CRI

O ato, promovido pelo WWF desde 2007, visa despertar a preocupação do público com o meio-ambiente. Os participantes devem manter a luz apagada por uma hora na noite do último sábado do mês de março para divulgar a redução da emissão de carbono. Mais de 2,5 mil cidades de 118 países e regiões se comprometeram a participar da atividade deste ano.
Ao todo, 16 prefeituras da China vão participar da campanha "Hora da Terra".
Fonte: CRI
quarta-feira, 24 de março de 2010
0 comentáriosGM apresenta novo carro conceito na China
EN-V tem 400 kg e chega a velocidade máxima de 40 km/h. Modelo tem sistemas que dispensam a ação do motorista.

Após encerrar a fabricação dos utilitário Hummer, símbolo dos carros americanos grandes e 'beberrões', a GM anuncia um novo carro conceito que representa a preocupação da marca com o futuro e o meio ambiente.
O Electric Networked Vehicle (EN-V) , desenvolvido pela GM em parceria com a chinesa SAIC, foi revelado nesta quarta-feira (24) na China. A novidade será uma das atrações do Expo Xangai 2010, que abre as portas em maio, com o tema "Better City, Better Life" (Melhor Cidade, Melhor Vida).
O carrinho tem 400 kg e 1,5 metro de comprimento e 1,5 metro de largura. Equipado com motor elétrico, o modelo chega a velocidade máxima de 40 km/h e não emite poluentes.

De acordo com fabricante norte-americana, o EN-V não é apenas um carro pequeno para uso urbano e livre de emissões, mas uma prévia de como serão os carros em 2030.
O novo conceito traz a opção de "condução autônoma", que dispensa a ação do motorista, graças a um elaborado sistema de navegação GPS, mapas digitais, sensores de veículos, câmeras e outros dispositivos. Segundo a fabricante, os equipamentos eletrônicos são mais eficazes que os motoristas na prevenção de acidentes.
Fonte: G1

Após encerrar a fabricação dos utilitário Hummer, símbolo dos carros americanos grandes e 'beberrões', a GM anuncia um novo carro conceito que representa a preocupação da marca com o futuro e o meio ambiente.
O Electric Networked Vehicle (EN-V) , desenvolvido pela GM em parceria com a chinesa SAIC, foi revelado nesta quarta-feira (24) na China. A novidade será uma das atrações do Expo Xangai 2010, que abre as portas em maio, com o tema "Better City, Better Life" (Melhor Cidade, Melhor Vida).
O carrinho tem 400 kg e 1,5 metro de comprimento e 1,5 metro de largura. Equipado com motor elétrico, o modelo chega a velocidade máxima de 40 km/h e não emite poluentes.

De acordo com fabricante norte-americana, o EN-V não é apenas um carro pequeno para uso urbano e livre de emissões, mas uma prévia de como serão os carros em 2030.
O novo conceito traz a opção de "condução autônoma", que dispensa a ação do motorista, graças a um elaborado sistema de navegação GPS, mapas digitais, sensores de veículos, câmeras e outros dispositivos. Segundo a fabricante, os equipamentos eletrônicos são mais eficazes que os motoristas na prevenção de acidentes.
Fonte: G1
China inicia atividade "Família de baixo carbono"
A atividade temática "Família de baixo carbono e vida de moda" foi inaugurada hoje (24) em Beijing e em 31 províncias, regiões autônomas e municípios centrais da China.

"Baixo carbono" é um dos termos mais populares na China este ano. O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, levantou pela primeira vez no relatório de trabalho do Conselho de Estado os conceitos de "economia de baixo carbono" e "vida de baixo carbono".
Esta atividade temática, que é organizada por várias entidades governamentais e dura até o fim deste ano, visa incentivar as famílias chinesas a terem uma vida com baixo consumo de energia e baixa despesa.
Fonte: CRI On Line

"Baixo carbono" é um dos termos mais populares na China este ano. O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, levantou pela primeira vez no relatório de trabalho do Conselho de Estado os conceitos de "economia de baixo carbono" e "vida de baixo carbono".
Esta atividade temática, que é organizada por várias entidades governamentais e dura até o fim deste ano, visa incentivar as famílias chinesas a terem uma vida com baixo consumo de energia e baixa despesa.
Fonte: CRI On Line
quarta-feira, 10 de março de 2010
0 comentáriosChina e Índia aderem a acordo climático de Copenhague
AMSTERDÃ - A China se tornou hoje o maior país entre os emergentes a assinar o acordo climático de Copenhague. Pequim notificou o Secretariado de Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) que o organismo pode incluir o país na lista de nações que apoiam o pacto. Ontem, a Índia também aderiu ao acordo.
A nota de uma linha do principal negociador climático chinês, Su Wei, autorizou a adição da China à lista do acordo realizado na capital dinamarquesa em dezembro. A Índia também enviou uma nota, ontem, dizendo que "apoia o conteúdo do acordo". Mais de 100 países já responderam à pergunta feita pela Dinamarca sobre se gostariam de ser "associados" ao acordo.
A postergada resposta dos dois países que mais elevam sua produção de poluentes resultou em preocupações de que, sem sua cooperação, o acordo não iria adiante. Agora, o fato de terem evitado a palavra "associado" foi vista como deliberada e, possivelmente, uma medida para se distanciarem de um endosso completo ao documento.
As respostas à pergunta dinamarquesa destacam o abismo que permanece após a decepcionante conferência de Copenhague. O resultado da cúpula ficou longe de sua ambição original de conquistar um acordo sobre as emissões de dióxido de carbono e outros gases responsabilizados pelo aquecimento global.
Acordo climático:
O acordo, concluído nos minutos finais, estabeleceu como objetivo a limitação do aumento da temperatura média da Terra a 2 ºC em relação a níveis pré-industriais. Mas não diz como isso será alcançado ou como os países devem dividir as dificuldades de cortar as emissões de carbono.
Também diz que países em desenvolvimento devem receber US$ 30 bilhões nos próximos três anos para ajudá-los a enfrentar as mudanças já em andamento, como a mudança do padrão das chuvas e outros efeitos das mudanças climáticas. Até agora, não há nenhuma proposta sobre a mesa sobre como levantar ou distribuir esses fundos.
A comissária sobre o clima de União Europeia, Connie Hedegaard, disse ao Parlamento europeu em Bruxelas, hoje, que seria arriscado esperar de um acordo legal surja da próxima reunião sobre clima, que será realizada em Cancún, no México, em dezembro. Hedegaard disse ao Parlamento Europeu que "as diferenças existentes entre os lados podem atrasar o acordo até o ano que vem". Com informações da Dow Jones.
Fonte: Agencia Estado
A nota de uma linha do principal negociador climático chinês, Su Wei, autorizou a adição da China à lista do acordo realizado na capital dinamarquesa em dezembro. A Índia também enviou uma nota, ontem, dizendo que "apoia o conteúdo do acordo". Mais de 100 países já responderam à pergunta feita pela Dinamarca sobre se gostariam de ser "associados" ao acordo.
A postergada resposta dos dois países que mais elevam sua produção de poluentes resultou em preocupações de que, sem sua cooperação, o acordo não iria adiante. Agora, o fato de terem evitado a palavra "associado" foi vista como deliberada e, possivelmente, uma medida para se distanciarem de um endosso completo ao documento.
As respostas à pergunta dinamarquesa destacam o abismo que permanece após a decepcionante conferência de Copenhague. O resultado da cúpula ficou longe de sua ambição original de conquistar um acordo sobre as emissões de dióxido de carbono e outros gases responsabilizados pelo aquecimento global.
Acordo climático:
O acordo, concluído nos minutos finais, estabeleceu como objetivo a limitação do aumento da temperatura média da Terra a 2 ºC em relação a níveis pré-industriais. Mas não diz como isso será alcançado ou como os países devem dividir as dificuldades de cortar as emissões de carbono.
Também diz que países em desenvolvimento devem receber US$ 30 bilhões nos próximos três anos para ajudá-los a enfrentar as mudanças já em andamento, como a mudança do padrão das chuvas e outros efeitos das mudanças climáticas. Até agora, não há nenhuma proposta sobre a mesa sobre como levantar ou distribuir esses fundos.
A comissária sobre o clima de União Europeia, Connie Hedegaard, disse ao Parlamento europeu em Bruxelas, hoje, que seria arriscado esperar de um acordo legal surja da próxima reunião sobre clima, que será realizada em Cancún, no México, em dezembro. Hedegaard disse ao Parlamento Europeu que "as diferenças existentes entre os lados podem atrasar o acordo até o ano que vem". Com informações da Dow Jones.
Fonte: Agencia Estado
segunda-feira, 1 de março de 2010
0 comentáriosChina e Índia apoiam Acordo de Copenhague
A Índia e a China demonstraram compromisso com o acordo climático definido no ano passado em Copenhague, e sua recusa até agora em se "associar" a ele não deve ser vista com exageros, disse hoje a principal autoridade climática da ONU
Yvo de Boer, chefe da ONU para assuntos climáticos: Europa, Japão e Estados Unidos cogitam usar instituições e mecanismos financeiros existentes para distribuir 30 bilhões de dólares em ajuda climática
O Acordo de Copenhague não tem caráter obrigatório, mas mais de cem países já manifestaram intenção de se associar formalmente a ele, o que significa que seus nomes serão listados no topo do documento.
China e Índia ainda não se manifestaram a respeito, mas o chefe do Secretariado Climático da ONU, Yvo de Boer, afirmou não estar preocupado.
"Tanto a China quanto a Índia, junto com cerca de 60 outros países, submeteram planos ou metas sobre as ações que planejam adotar. Nesse sentido, acho que há tanto um compromisso político quanto substancial no contexto do Acordo de Copenhague," afirmou ele a jornalistas durante uma conferência ambiental da ONU na ilha de Bali, Indonésia.
"O primeiro-ministro indiano indicou que apoia o Acordo de Copenhague, e a Índia submeteu um plano nacional de ação no contexto do Acordo de Copenhague. A Índia formulou oito metas nacionais em diferentes áreas que são diretamente relevantes para a mudança climática. A Índia está avançando neste tópico em nível nacional."
Para De Boer, as pessoas deveriam se preocupar menos com o Acordo de Copenhague e mais com a conclusão de um tratado climático que seja de cumprimento obrigatório. Só depois disso, afirmou, deve esperar a adesão dos governos.
Yvo de Boer, chefe da ONU para assuntos climáticos: Europa, Japão e Estados Unidos cogitam usar instituições e mecanismos financeiros existentes para distribuir 30 bilhões de dólares em ajuda climática
O Acordo de Copenhague não tem caráter obrigatório, mas mais de cem países já manifestaram intenção de se associar formalmente a ele, o que significa que seus nomes serão listados no topo do documento.
China e Índia ainda não se manifestaram a respeito, mas o chefe do Secretariado Climático da ONU, Yvo de Boer, afirmou não estar preocupado.
"Tanto a China quanto a Índia, junto com cerca de 60 outros países, submeteram planos ou metas sobre as ações que planejam adotar. Nesse sentido, acho que há tanto um compromisso político quanto substancial no contexto do Acordo de Copenhague," afirmou ele a jornalistas durante uma conferência ambiental da ONU na ilha de Bali, Indonésia.
"O primeiro-ministro indiano indicou que apoia o Acordo de Copenhague, e a Índia submeteu um plano nacional de ação no contexto do Acordo de Copenhague. A Índia formulou oito metas nacionais em diferentes áreas que são diretamente relevantes para a mudança climática. A Índia está avançando neste tópico em nível nacional."
Para De Boer, as pessoas deveriam se preocupar menos com o Acordo de Copenhague e mais com a conclusão de um tratado climático que seja de cumprimento obrigatório. Só depois disso, afirmou, deve esperar a adesão dos governos.
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