Localizado em uma movimentada região comercial de Pequim, o 99º é o primeiro "restaurante digital" da China, segundo seus responsáveis, pois possibilita que o cliente acesse o cardápio em uma grande tela instalada na mesa, onde é possível conferir, inclusive, o histórico do que já foi consumido.
De acordo com o gerente do local, Zhang Yue, a iniciativa partiu de uma empresa de informática que propôs a implantação do modelo americano no qual o cliente tem acesso a informações que até então ficavam restritas aos garçons e a funcionários do caixa.
"É um sucesso entre as crianças e os adolescentes", revelou Zhang, acrescentando que os clientes podem ainda jogar videogame ou simplesmente pedir um palito por meio dos computadores instalados nas mesas.
Apesar da inovação adotada pelo restaurante inaugurado há apenas três meses, Zhang descarta a implementação de tecnologias mais revolucionárias, como por exemplo a colocação de robôs para servir as mesas, já que acredita ser "impossível que o estabelecimento funcione sem os garçons tradicionais".
Fonte: Folha.com
terça-feira, 24 de maio de 2011
0 comentáriosUniversidades da China continuam no topo em novo ranking asiático
A China continua liderando o ranking universitário de países asiáticos feito pela "QS" (Quacquarelli Symonds), um dos mais importantes que existem.
A HKUST (Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong) e a HKU (Universidade de Hong Kong) estão no topo da lista de instituições de ensino superior daquela região.
De acordo com nota divulgada pela "QS", as duas universidades são consistentes em todos os indicadores analisados.
O principal deles é a produção científica. A China tem aumentado significativamente sua quantidade de artigos científicos publicados.
O ranking "QS" também analisa critérios como internacionalização das universidades (quantidade de professores e de alunos estrangeiros) e número de citações dos artigos publicados pelas instituições.
JAPÃO TAMBÉM NO TOPO
Apesar de problemas econômicos recentes, o Japão também tem duas universidades entre as dez principais da Ásia -- uma delas entre as cinco primeiras.
Já a Índia perde posições no ranking "QS" por causa da baixa quantidade de citações. Ou seja: as universidades indianas aumentaram em produção, mas a pesquisa científica daquele país ainda tem pouco impacto.
De acordo com nota divulgada pela "QS", 20% das principais universidades asiáticas têm menos de 50 anos de idade. Uma delas é a própria HKUST, que tem apenas 20 anos.
A HKUST também está no topo do ranking asiático "THE", da Thomson Reuters, considerado um dos principais do mundo ao lado da "QS" e de outras listagens.
Já nos rankings mundiais, que contabilizam universidades de todas as regiões do mundo, a HKUST aparece em 40º lugar na "QS" e em 41º no "THE".
Os primeiros lugares das listas mundiais ainda são ocupados por instituições britânicas e dos EUA.
Fonte: Folha.com
A HKUST (Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong) e a HKU (Universidade de Hong Kong) estão no topo da lista de instituições de ensino superior daquela região.
De acordo com nota divulgada pela "QS", as duas universidades são consistentes em todos os indicadores analisados.
O principal deles é a produção científica. A China tem aumentado significativamente sua quantidade de artigos científicos publicados.
O ranking "QS" também analisa critérios como internacionalização das universidades (quantidade de professores e de alunos estrangeiros) e número de citações dos artigos publicados pelas instituições.
JAPÃO TAMBÉM NO TOPO
Apesar de problemas econômicos recentes, o Japão também tem duas universidades entre as dez principais da Ásia -- uma delas entre as cinco primeiras.
Já a Índia perde posições no ranking "QS" por causa da baixa quantidade de citações. Ou seja: as universidades indianas aumentaram em produção, mas a pesquisa científica daquele país ainda tem pouco impacto.
De acordo com nota divulgada pela "QS", 20% das principais universidades asiáticas têm menos de 50 anos de idade. Uma delas é a própria HKUST, que tem apenas 20 anos.
A HKUST também está no topo do ranking asiático "THE", da Thomson Reuters, considerado um dos principais do mundo ao lado da "QS" e de outras listagens.
Já nos rankings mundiais, que contabilizam universidades de todas as regiões do mundo, a HKUST aparece em 40º lugar na "QS" e em 41º no "THE".
Os primeiros lugares das listas mundiais ainda são ocupados por instituições britânicas e dos EUA.
Fonte: Folha.com
segunda-feira, 23 de maio de 2011
0 comentáriosChina prevê pior crise de energia elétrica desde 2004
Em meio a problemas na produção elétrica e a aumento na demanda, a China se prepara para enfrentar crescentes dificuldades de abastecimento durante o verão (que começa em julho).
Em várias regiões do país já há racionamento -caso de Changsha, capital regional no centro-sul onde foi proibido o uso de ar condicionado abaixo dos 26ºC.
O principal vilão é o custo crescente do carvão, responsável por 71% da matriz energética chinesa.
Desde o ano passado, o preço do combustível subiu por volta de 20%, enquanto a eletricidade não sofreu aumentos significativos -em Pequim, por exemplo, foi apenas 2%. Já a inflação acumulada dos últimos 12 meses está em 5,3%.
"Algumas empresas produtoras de energia estão com um grave deficit por terem perdido a capacidade de comprar carvão. Haverá falta de eletricidade quando os inventários acabarem", disse ontem à Folha, sob a condição de anonimato, um funcionário da ChinaCoal, estatal envolvida na produção e comercialização do carvão.
A culpa do aumento no preço do transporte é derivado da escalada do petróleo, de acordo com o analista Han Xiaoping, da consultoria www.china5e.com.
No lado da demanda, tem havido um aumento significativo de consumo, com a retomada de projetos suspensos no ano passado, quando a China fez um esforço para cumprir a meta quinquenal de aumentar a eficiência do uso de energia em 20%.
Na terça-feira, o Conselho Elétrico da China, formado por empresas produtoras, informou à imprensa local que o país deve "enfrentar sua mais dura falta de energia desde 2004" nos próximos meses. Já são vários os casos de medidas para racionar energia.
Na Província de Hunan (centro-sul), onde a falta de chuva diminuiu também a produção hidrelétrica, a cidade industrial de Xiangtan iniciou a política de "cinco dias ligado, dois dias desligado" para as fábricas.
Em Wuhan, no centro do país, a cidade ordenou o desligamento de escadas rolantes em centros comerciais e de luzes de adorno.
TRÊS GARGANTAS
Numa declaração rara de autocrítica, o governo chinês declarou ontem que a hidrelétrica de Três Gargantas, a maior do mundo, tem vários problemas "que demandam um solução rápida".
A nota afirma que a obra, encerrada em 2008, está provocando problemas ecológicos, como a poluição da água, aumentou o risco de acidentes geológicos e deslocou mais de 1 milhão de pessoas que ainda precisam de acompanhamento estatal.
Fonte: Folha.com
Em várias regiões do país já há racionamento -caso de Changsha, capital regional no centro-sul onde foi proibido o uso de ar condicionado abaixo dos 26ºC.
O principal vilão é o custo crescente do carvão, responsável por 71% da matriz energética chinesa.
Desde o ano passado, o preço do combustível subiu por volta de 20%, enquanto a eletricidade não sofreu aumentos significativos -em Pequim, por exemplo, foi apenas 2%. Já a inflação acumulada dos últimos 12 meses está em 5,3%.
"Algumas empresas produtoras de energia estão com um grave deficit por terem perdido a capacidade de comprar carvão. Haverá falta de eletricidade quando os inventários acabarem", disse ontem à Folha, sob a condição de anonimato, um funcionário da ChinaCoal, estatal envolvida na produção e comercialização do carvão.
A culpa do aumento no preço do transporte é derivado da escalada do petróleo, de acordo com o analista Han Xiaoping, da consultoria www.china5e.com.
No lado da demanda, tem havido um aumento significativo de consumo, com a retomada de projetos suspensos no ano passado, quando a China fez um esforço para cumprir a meta quinquenal de aumentar a eficiência do uso de energia em 20%.
Na terça-feira, o Conselho Elétrico da China, formado por empresas produtoras, informou à imprensa local que o país deve "enfrentar sua mais dura falta de energia desde 2004" nos próximos meses. Já são vários os casos de medidas para racionar energia.
Na Província de Hunan (centro-sul), onde a falta de chuva diminuiu também a produção hidrelétrica, a cidade industrial de Xiangtan iniciou a política de "cinco dias ligado, dois dias desligado" para as fábricas.
Em Wuhan, no centro do país, a cidade ordenou o desligamento de escadas rolantes em centros comerciais e de luzes de adorno.
TRÊS GARGANTAS
Numa declaração rara de autocrítica, o governo chinês declarou ontem que a hidrelétrica de Três Gargantas, a maior do mundo, tem vários problemas "que demandam um solução rápida".
A nota afirma que a obra, encerrada em 2008, está provocando problemas ecológicos, como a poluição da água, aumentou o risco de acidentes geológicos e deslocou mais de 1 milhão de pessoas que ainda precisam de acompanhamento estatal.
Fonte: Folha.com
Explosão em fábrica da Foxconn na China deixa 2 mortos
Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas após uma explosão em uma fábrica da gigante da tecnologia Foxconn, fabricante, entre outros produtos, do iPad e do iPhone da Apple, informou a agência oficial chinesa "Xinhua" neste sábado.
O acidente aconteceu às 19h de sexta-feira (8h de Brasília) em uma fábrica na província sudoeste de Sichuan, pertencente a uma subsidiária da Foxconn, a Hongfujin Precision Electronics.
Três dos feridos estão internados em estado grave, destacaram fontes do governo local, que assinalaram que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.
A unidade foi inaugurada em outubro do ano passado, com um investimento de US$ 2 bilhões, e se dedica à produção de computadores portáteis.
A Foxconn, a maior fabricante de componentes eletrônicos do mundo, foi alvo de uma polêmica em 2010 após uma onda de suicídios em seus enormes complexos fabris na cidade de Shenzhen (sul da China), centro da indústria tecnológica do país.
Quatorze trabalhadores, em sua maioria jovens que haviam acabado de chegar à companhia procedentes de outras províncias chinesas, se suicidaram nessas fábricas, nas quais trabalham 400 mil dos 800 mil empregados da empresa na China.
A Foxconn produz 4% dos produtos que a China exporta, e fabrica componentes para multinacionais como Sony, Hewlett-Packard e Nintendo.
Fonte: Folha.com
O acidente aconteceu às 19h de sexta-feira (8h de Brasília) em uma fábrica na província sudoeste de Sichuan, pertencente a uma subsidiária da Foxconn, a Hongfujin Precision Electronics.
Três dos feridos estão internados em estado grave, destacaram fontes do governo local, que assinalaram que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.
A unidade foi inaugurada em outubro do ano passado, com um investimento de US$ 2 bilhões, e se dedica à produção de computadores portáteis.
A Foxconn, a maior fabricante de componentes eletrônicos do mundo, foi alvo de uma polêmica em 2010 após uma onda de suicídios em seus enormes complexos fabris na cidade de Shenzhen (sul da China), centro da indústria tecnológica do país.
Quatorze trabalhadores, em sua maioria jovens que haviam acabado de chegar à companhia procedentes de outras províncias chinesas, se suicidaram nessas fábricas, nas quais trabalham 400 mil dos 800 mil empregados da empresa na China.
A Foxconn produz 4% dos produtos que a China exporta, e fabrica componentes para multinacionais como Sony, Hewlett-Packard e Nintendo.
Fonte: Folha.com
domingo, 22 de maio de 2011
0 comentáriosCidade chinesa realiza exposições de jade e laca
A cidade de Yangzhou, situada à margem do rio Yangtze, na Província de Jiangsu, leste da China, será anfitriã de duas exposições, uma de escultura em jade e outra de laca, entre 16 e 19 de abril.
Numerosas esculturas de jade e peças de laca nacionais e estrangeiras serão apresentadas durante a 6ª Exposição de Esculturas em Jade da China e a Exibição de Laca da China 2011 na Galeria de Arte de Yangzhou.
Com uma área de 8.000 metros quadrados, as duas exibições atrairão mais de cem empresas.
Yangzhou é famosa por suas esculturas em jade, uma arte com 5 mil anos de história. A técnica floresceu especialmente durante as dinastias Han (206 a.C. - 220 d.C), Tang (618 d.C - 907 d.C) e Qing (1644 d.C - 1911 d.C).
O estilo artístico da laca de Yangzhou também ganhou uma reputação enorme tanto no país como no exterior.
Ambas as artes de Yangzhou são tombadas como Patrimônio Cultural Intangível da China.
Liu Aiguo, diretor da Companhia de Artes e Ofícios de Yangzhou, disse que algumas obras de destaque serão concedidas como prêmio durante as exposições.
Até agora, cerca de 450 peças de jade e 180 de laca foram inscritas nos dois eventos.
Fonte: CRI On Line
sábado, 21 de maio de 2011
0 comentáriosDia de Qingming, festa e costume
As festas procedem dos mitos ou vice-versa. Os mitos geram as festas. Isto ocorre em todos os países e a China não é uma excepção. Num país de civilização milenar como a China, todas as festas, sobretudo as tradicionais, têm origem em tradições antiquíssimas ou lendas belas e comoventes. O Dia de Qing Ming, que cai anualmente no dia 4 ou dia 5 de abril, é uma delas.
Devem perceber logo que não se utiliza a palavra Festa e em vez desta se utiliza Dia. Os chineses costumem chamar quase todas as datas que merecem a comemoração como Jie, isto é, Festa na tradução literal, por isso, a data que se apresenta hoje chama-se em chinês Qing Ming Jie, que significa na tradução literal, Festa de Qing Ming, ou Festa da Claridade. Mas, a data não é uma festa comemorada com cantos e danças, e muito longe disso, é comemorada sempre com certa tristeza e com saudades para os entes queridos falecidos. De fato, é o Dia de Finados da China ou Dia de Qing Ming.
"Chove sempre na temporada de Qing Ming,
As pessoas, a caminho, têm vontade de morrer.
Pergunta onde fica a taberna,
E o menino-pastor indica a aldeia de Xing Hua."
Estes versos escritos por Du Mu, famoso peota chinês do século 9, descreve o ambiente e o sentimento humano tradicional nesta data.
Qing Ming é uma das 24 seções que se divide o ano agrícola chinês pelo calendário lunar. A tradução literal do termo seria a "luz pura" ou "claridade". Neste período, isto é, fins de fevereiro do calendário lunar, coincidindo com o fim de março e o início de abril do calendário solar, costuma-se chover na maior parte da China e a temperatura começa a subir depois de um inverno rigoroso. As sementes germinam, as plantas voltam a brotar e os agricultores retomam os cultivos, razão pela qual a data se chama também de Dia dos Trabalhos Agrícolas. Além disso, as frequentes chuvas que caem nesse período favorecem a arborização. Todos os anos, por volta dessa data, pessoas de todos os setores sociais participam da campanha de arborização.
Nessa data, os chineses ainda têm o costume de render homenagens a seus ancestrais e entes falecidos e de passear pelo campo. É tradição na China respeitar os idosos e cultuar os mortos. No Dia de Qingming, os familiares vão ao cemitério para homenagear os entes queridos, limpar as ervas daninhas que nascem ao redor de suas tumbas e acrescentar-lhes terra, além de queimar incensos e fazer oferendas de comidas e dinheiro simbólico, em sinal de saudade e respeito.
O período de Qingming, quando as plantas começam a brotar e os ramos de salgueiros tornam-se verdes, é o melhor momento para passear pelo campo coberto pela vegetação verdejante. Nos tempos antigos, quando da passagem desse período, os chineses costumavam fazer excursões às zonas afastadas das cidades e colocar ramos de salgueiro no cabelo. O intuito era afugentar demônios e desgraças e pedir por uma vida de paz e felicidade.
A cremação vem substituindo o enterro tradicional, motivo pelo qual as tumbas nos cemitérios nos arredores de cidades vêm diminuindo sensivelmente. No entanto, a tradição de prestar homenagem aos falecidos e de fazer excursões ao campo se mantém entre a população. No Dia de Qingming, muitas pessoas ainda reverenciam os ancestrais ou entes falecidos, e não perdem a oportunidade de ir ao campo respirar ar fresco e apreciar as paisagens pitorescas emolduradas pelo céu azul, matas verdes e pelo despertar das flores.
Fonte: CRI On Line
Devem perceber logo que não se utiliza a palavra Festa e em vez desta se utiliza Dia. Os chineses costumem chamar quase todas as datas que merecem a comemoração como Jie, isto é, Festa na tradução literal, por isso, a data que se apresenta hoje chama-se em chinês Qing Ming Jie, que significa na tradução literal, Festa de Qing Ming, ou Festa da Claridade. Mas, a data não é uma festa comemorada com cantos e danças, e muito longe disso, é comemorada sempre com certa tristeza e com saudades para os entes queridos falecidos. De fato, é o Dia de Finados da China ou Dia de Qing Ming.
"Chove sempre na temporada de Qing Ming,
As pessoas, a caminho, têm vontade de morrer.
Pergunta onde fica a taberna,
E o menino-pastor indica a aldeia de Xing Hua."
Estes versos escritos por Du Mu, famoso peota chinês do século 9, descreve o ambiente e o sentimento humano tradicional nesta data.
Qing Ming é uma das 24 seções que se divide o ano agrícola chinês pelo calendário lunar. A tradução literal do termo seria a "luz pura" ou "claridade". Neste período, isto é, fins de fevereiro do calendário lunar, coincidindo com o fim de março e o início de abril do calendário solar, costuma-se chover na maior parte da China e a temperatura começa a subir depois de um inverno rigoroso. As sementes germinam, as plantas voltam a brotar e os agricultores retomam os cultivos, razão pela qual a data se chama também de Dia dos Trabalhos Agrícolas. Além disso, as frequentes chuvas que caem nesse período favorecem a arborização. Todos os anos, por volta dessa data, pessoas de todos os setores sociais participam da campanha de arborização.
Nessa data, os chineses ainda têm o costume de render homenagens a seus ancestrais e entes falecidos e de passear pelo campo. É tradição na China respeitar os idosos e cultuar os mortos. No Dia de Qingming, os familiares vão ao cemitério para homenagear os entes queridos, limpar as ervas daninhas que nascem ao redor de suas tumbas e acrescentar-lhes terra, além de queimar incensos e fazer oferendas de comidas e dinheiro simbólico, em sinal de saudade e respeito.
O período de Qingming, quando as plantas começam a brotar e os ramos de salgueiros tornam-se verdes, é o melhor momento para passear pelo campo coberto pela vegetação verdejante. Nos tempos antigos, quando da passagem desse período, os chineses costumavam fazer excursões às zonas afastadas das cidades e colocar ramos de salgueiro no cabelo. O intuito era afugentar demônios e desgraças e pedir por uma vida de paz e felicidade.
A cremação vem substituindo o enterro tradicional, motivo pelo qual as tumbas nos cemitérios nos arredores de cidades vêm diminuindo sensivelmente. No entanto, a tradição de prestar homenagem aos falecidos e de fazer excursões ao campo se mantém entre a população. No Dia de Qingming, muitas pessoas ainda reverenciam os ancestrais ou entes falecidos, e não perdem a oportunidade de ir ao campo respirar ar fresco e apreciar as paisagens pitorescas emolduradas pelo céu azul, matas verdes e pelo despertar das flores.
Fonte: CRI On Line
sexta-feira, 20 de maio de 2011
0 comentáriosSuposto aluguel de Cidade Proibida para festas causam polêmica na China
Um palácio na Cidade Proibida, em Pequim, na China, estaria sendo usado como uma espécie de clube exclusivo por pessoas ricas, segundo denúncias da imprensa chinesa.
As autoridades que administram o palácio negaram as denúncias, mas, segundo a imprensa do país, é possível comprar o acesso e receber amigos e familiares em uma parte restaurada do Palácio Jianfu, dentro do complexo da Cidade Proibida.
Segundo estas denúncias, o acesso para o clube exclusivo dentro do palácio custaria US$ 150 mil (cerca de R$ 245 mil).
O Palácio Jianfu (Palácio da Felicidade Estabelecida, em tradução livre), foi construído em 1740 pelo imperador Qianlong. Esta parte da antiga residência do imperador chinês foi destruída em 1923 por um incêndio cuja causa não foi descoberta.
Durante seis anos o palácio foi restaurado com dinheiro doado por um empresário de Hong Kong.
As denúncias geraram uma onda de críticas na internet e vem depois de duras críticas contra a administração da Cidade Proibida após o furto de obras de arte em um museu do complexo na semana passada.
FORMULÁRIO
Um internauta anônimo chegou a divulgar o que afirma ser o formulário para se juntar ao clube e ter acesso ao Palácio Jianfu. O número de fax no formulário está registrado como o de uma companhia responsável pela manutenção do palácio.
"Um guia turístico estrangeiro me disse, com orgulho, que tinha acabado de organizar um jantar em família para um bilionário americano (no palácio)", escreveu o apresentador de televisão Rui Chenggang em seu blog.
Mas, as autoridades responsáveis pela Cidade Proibida negam todas as alegações e afirmam que o Palácio Jianfu é usado para exposições, seminários e entrevistas coletivas, além de receber dignatários estrangeiros.
"Não pode e não poderia ser usado como um clube privado de alta classe para pessoas ricas", de acordo com a declaração publicada no blog oficial da Cidade Proibida.
O complexo da Cidade Proibida é formado por palácios, jardins e pátios. Foi transformado em um museu em 1921, depois da queda do último imperador chinês, Puyi, uma década antes.
Desde a semana passada, o local está passando por problemas depois do roubo de sete obras de arte do Museu do Palácio Imperial, que fica dentro do complexo. As obras tinham sido emprestadas de uma coleção particular de Hong Kong.
As autoridade do complexo admitiram que roubo ocorreu devido a uma falha na segurança.
Fonte: BBC Brasil
As autoridades que administram o palácio negaram as denúncias, mas, segundo a imprensa do país, é possível comprar o acesso e receber amigos e familiares em uma parte restaurada do Palácio Jianfu, dentro do complexo da Cidade Proibida.
Segundo estas denúncias, o acesso para o clube exclusivo dentro do palácio custaria US$ 150 mil (cerca de R$ 245 mil).
O Palácio Jianfu (Palácio da Felicidade Estabelecida, em tradução livre), foi construído em 1740 pelo imperador Qianlong. Esta parte da antiga residência do imperador chinês foi destruída em 1923 por um incêndio cuja causa não foi descoberta.
Durante seis anos o palácio foi restaurado com dinheiro doado por um empresário de Hong Kong.
As denúncias geraram uma onda de críticas na internet e vem depois de duras críticas contra a administração da Cidade Proibida após o furto de obras de arte em um museu do complexo na semana passada.
FORMULÁRIO
Um internauta anônimo chegou a divulgar o que afirma ser o formulário para se juntar ao clube e ter acesso ao Palácio Jianfu. O número de fax no formulário está registrado como o de uma companhia responsável pela manutenção do palácio.
"Um guia turístico estrangeiro me disse, com orgulho, que tinha acabado de organizar um jantar em família para um bilionário americano (no palácio)", escreveu o apresentador de televisão Rui Chenggang em seu blog.
Mas, as autoridades responsáveis pela Cidade Proibida negam todas as alegações e afirmam que o Palácio Jianfu é usado para exposições, seminários e entrevistas coletivas, além de receber dignatários estrangeiros.
"Não pode e não poderia ser usado como um clube privado de alta classe para pessoas ricas", de acordo com a declaração publicada no blog oficial da Cidade Proibida.
O complexo da Cidade Proibida é formado por palácios, jardins e pátios. Foi transformado em um museu em 1921, depois da queda do último imperador chinês, Puyi, uma década antes.
Desde a semana passada, o local está passando por problemas depois do roubo de sete obras de arte do Museu do Palácio Imperial, que fica dentro do complexo. As obras tinham sido emprestadas de uma coleção particular de Hong Kong.
As autoridade do complexo admitiram que roubo ocorreu devido a uma falha na segurança.
Fonte: BBC Brasil
quinta-feira, 19 de maio de 2011
0 comentáriosExplosão de melancias preocupa fazendeiros chineses
Fazendeiros no leste da China estão perplexos após melancias de suas plantações terem começado a explodir.
Uma investigação feita pela mídia estatal chinesa revelou que milhares de metros quadrados de plantações estão sendo perdidos por causa do problema.
Um programa da Televisão Central da China atribuiu o problema ao uso excessivo de um produto químico que ajuda a fruta a crescer mais rápido.
Mas especialistas em agricultura não foram capazes de explicar por que frutas que teriam sido cultivadas sem produtos químicos também explodiram.
Eles mencionaram as condições climáticas e o tamanho anormal das frutas como possíveis causas.
SEMENTES IMPORTADAS
De acordo com a agência chinesa de notícias Xinhua, 20 fazendeiros de uma cidadezinha na província de Jiangsu plantaram sementes de melancia importadas do Japão. Dez deles disseram que suas frutas tinham começado a explodir.
O agricultor Liu Mingsuo disse à Xinhua que mais de dois terços de suas frutas haviam explodido.
Ele contou que, no dia 6 de maio, aplicou um produto químico para estimular o crescimento das frutas.
Liu disse que, no dia seguinte, mais de 180 melancias explodiram.
Porém, segundo relatos, do grupo de dez fazendeiros cujas frutas explodiram, Liu teria sido o único a usar produtos químicos para ajudar o crescimento das melancias.
Outro fazendeiro, Wang Dehong, que vem cultivando melancias há 20 anos, não consegue entender por que suas frutas teriam explodido. Ele disse não ter usado produtos químicos.
Engenheiros agrônomos que investigam o incidente não conseguiram explicar o fenômeno.
A China aprovou o uso de produtos que estimulam o crescimento em quantidades limitadas. Até o presente, testes mostram que o produto usado pelos fazendeiros é seguro, informou a Xinhua.
Entretanto, à medida que aumenta a preocupação do público com segurança em alimentos, especialistas defendem a introdução de um sistema de controle de qualidade, detalhando cada estágio da cadeia alimentar e mantendo o público informado.
Fonte: BBC Brasil
Uma investigação feita pela mídia estatal chinesa revelou que milhares de metros quadrados de plantações estão sendo perdidos por causa do problema.
Um programa da Televisão Central da China atribuiu o problema ao uso excessivo de um produto químico que ajuda a fruta a crescer mais rápido.
Mas especialistas em agricultura não foram capazes de explicar por que frutas que teriam sido cultivadas sem produtos químicos também explodiram.
Eles mencionaram as condições climáticas e o tamanho anormal das frutas como possíveis causas.
SEMENTES IMPORTADAS
De acordo com a agência chinesa de notícias Xinhua, 20 fazendeiros de uma cidadezinha na província de Jiangsu plantaram sementes de melancia importadas do Japão. Dez deles disseram que suas frutas tinham começado a explodir.
O agricultor Liu Mingsuo disse à Xinhua que mais de dois terços de suas frutas haviam explodido.
Ele contou que, no dia 6 de maio, aplicou um produto químico para estimular o crescimento das frutas.
Liu disse que, no dia seguinte, mais de 180 melancias explodiram.
Porém, segundo relatos, do grupo de dez fazendeiros cujas frutas explodiram, Liu teria sido o único a usar produtos químicos para ajudar o crescimento das melancias.
Outro fazendeiro, Wang Dehong, que vem cultivando melancias há 20 anos, não consegue entender por que suas frutas teriam explodido. Ele disse não ter usado produtos químicos.
Engenheiros agrônomos que investigam o incidente não conseguiram explicar o fenômeno.
A China aprovou o uso de produtos que estimulam o crescimento em quantidades limitadas. Até o presente, testes mostram que o produto usado pelos fazendeiros é seguro, informou a Xinhua.
Entretanto, à medida que aumenta a preocupação do público com segurança em alimentos, especialistas defendem a introdução de um sistema de controle de qualidade, detalhando cada estágio da cadeia alimentar e mantendo o público informado.
Fonte: BBC Brasil
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